Reforços pra Série A: melhor ter paciência do que contratar sem critério

América

Foto: América Futebol Clube

O tempo urge, estamos a uma semana da estreia na Série A. E já pegaremos o Sport Recife em casa, uma das importantes finais até o fim das 38 rodadas. Tenho percebido uma preocupação da torcida com a falta de reforços para a elite nacional. Até agora só chegaram Judivan e Ademir, considerados apostas, além da saída de Matheus Sales.

É verdade que virão mais atletas, mas não adianta correr contra o tempo e atropelar etapas com jogadores meia-boca ou trazer um jogador mais famoso se esperar um pouco mais significa conseguir um salário mais em conta, fruto da falta de opções para ele no mercado.

E há uma razão clara para eu defender essa tese: o time titular está montado, o que se está procurando é trazer apostas para disputar posição ou atletas para ser titulares, melhorando a qualidade do elenco.

A única posição que precisa muito de um titular, hoje, é a de primeiro volante, função que Zé Ricardo pode desempenhar se tiver a seu lado Christian ou Wesley para ajudá-lo na marcação – Juninho vai muito ao ataque e quebra essa marcação. Mas não adianta investir em destaques de estadual para essa posição, ela precisa ser mais certeira.

Ou seja, um bom desempenho do América, principalmente diante do Sport Recife e nas primeiras rodadas da Série A, não está atrelado aos reforços neste momento. O Coelhão já tem um problema, que é ter ficado duas semanas sem ao menos disputar um amistoso, o que prejudica o entrosamento e o ritmo de jogo – por que nunca investimos num joguinho?

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Foto: Mourão Panda / América

O outro risco é Enderson Moreira continuar apostando em jogadores que não mostraram muita coisa no estadual. Rafael Moura, Luan e Marquinhos não podem ser titulares contra o Sport Recife, por exemplo. Estiveram abaixo da crítica.

Portanto, levando-se em conta a necessidade de vitória e os jogadores que temos hoje, escalaria o América da seguinte maneira: Jory (Glauco); Norberto, Rafael Lima, Messias e Carlinhos; Zé Ricardo, Christian (Wesley), Serginho e Ruy, Judivan e Aylon.

Serginho e Ruy podem tentar fazer tabelas entre si e abrir espaços, sendo ajudados pelas passagens de um dos laterais, nunca os dois ao mesmo tempo. Judivan pode fazer as vezes de atacante pelo lado e de centroavante, enquanto Aylon fica mais fixo na área. Christian é bom nas viradas de jogo, o que pode quebrar a marcação adversária.

Este é o melhor time que o América já montou para a Série A dos pontos corridos, pois manteve-se uma base de 2017, embora discorde de algumas renovações, como a de Luan. Estamos mais preparados que há dois anos, mas a presença da torcida também é essencial para um início de campanha vitorioso, pois isso ajuda demais os atletas em campo. Apoio de torcedor não ganha jogo, mas ajuda na soma dos três pontos.

VAMOS AO INDEPENDÊNCIA?!

Matheus Laboissière


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