Impressões do Thales sobre o Time do América no Primeiro Clássico de 2020.

Passadas 24 horas do jogo e com a cabeça mais fria (mas  não menos revoltada), posso escrever o que achei dos jogadores do América nesse primeiro Clássico de 2020.

Começo esclarecendo que sou da época que um Clássico não é só um jogo de 3 pontos. Pra mim, o Clássico vale emprego de Técnico, Jogador e Dirigente.

O dia estava nublado, o que já sinalizava o clima do jogo…

Os dois times entraram para não perder e sem gana de vencer. Dito isso, vamos ao que achei de cada Jogador:

Aírton: Responsável direto pelo empate. Goleiro até pode falhar, menos em Clássico.

Leandro Silva: Demos muita sorte dele ter sido substituído no intervalo.

Diego Ferreira: Entrou perdido, mas como substituiu o Leandro Silva, foi excelente!

Lucas Kal: Não foi muito exigido e quando precisamos dele, não comprometeu.

Eduardo Bauermann: Mostrou raça e foi um dos poucos que deu gosto de ver jogando.

Sávio: Estava bem até o gol do adversário. Graças a essas jogadas, ele mantem o João Paulo como titular.

Zé Ricardo: Sozinho na marcação. Foi dele o passe que iniciou a jogada do nosso gol.

Juninho: Como atacante não foi bem. Como volante não jogou.

Alê: Sabe tratar bem a bola, mas parece que não gosta muito dela nos seus pés.

Ademir: Buscou o jogo e foi recompensado com o Gol. Precisa aprender que empate ou derrota em Clássicos não é um bom resultado.

Felipe Augusto: Perdeu no mínimo 3 chances de matar o jogo. Não tá merecendo essa sequência de jogos como titular.

Rodolfo: Briga o tempo todo pela bola. Ficou devendo mais finalizações.

Leo Passos: Estou começando a entender a torcida do Palmeiras…

Rickson: É volante e entrou de atacante. Ou seja, ficou perdido em campo.

Lisca: Achava que ele poderia motivar o time no intervalo, me enganei.

O América e sua capacidade de nos levar aos mais diversos sentimentos.

Sexta, 01 de novembro, América lança sua terceira camisa.

Feia, bonita, linda, horrorosa, ridícula, foram alguns dos adjetivos que a torcida usou.

Particularmente, não gostei  da camisa, principalmente por causa do escudo, muito estranho.

Sábado, 02 de novembro, dia do jogo que pode nos levar ao G4.

A festa no Independência estava linda.

Do lado de fora todos com sorrisos no rosto, esperança de um resultado positivo.

Começa o jogo, os sorrisos ainda estão lá, mas agora tem o nervosismo da bola rolando.

O América domina a Ponte.

Pênalti para o América. Viçosa vai cobrar? NÃO! Mais uma vez o cobrador de pênalti deixa um outro jogador bater e, igual 2018, o cobrador desperdiça a cobrança.

Bizarro o que o tal de Azevedo fez. Não se pode bater um pênalti tão importante daquele jeito.

Os sorrisos somem, a angustia aparece.

O time continua pressionando, mas a pontaria e o goleiro deles não deixa o nosso gol acontecer.

O tempo passa e nada de gol.

São ouvidas vaias. Destinadas a um jogador.

O jogo acaba, nosso gol não acontece e o G4 fica para a próxima partida.

A saída do campo não tem aquela festa.

O sonho da série A ainda existe.

Mas o América tem que aprender com seus erros.

Amanhã tem mais uma batalha.

Abraços a todos,

Thales Maciel