América & História – Episódio 13 – 1980

Imagine-se entrar num túnel do tempo e conhecer cada ano da história do América. Saber o que aconteceu nas vitórias, como eram as comemorações, os dramas e as festas. Imagine-se conseguindo vivenciar cada momento passado, não só as partes boas, mas também os momentos de desalento e tristeza. Imagine-se como se você pudesse ter estado lá!
O América & História tem esse desafio, tentar criar a ambientação pra cada ouvinte mergulhar no passado do nosso coelhão! Seja qual for sua idade, seja qual for o tempo que você já viveu torcendo.
No episódio desse mês, vamos viajar a 1980, quando o coelhão disputava sua primeira série B. Se hoje somos os Reis da B e sonhamos em nos fixar na A, naquele ano, tudo ainda era mato e não foi fácil não.
Além disso, tinhamos um rival mineiro do triangulo que começava a brigar pelo posto de terceira força do estado.
Então coloque seu fone de ouvido (ele é item essencial) e vem com o Salviano pra conhecer esse novo mundo!

Pesquisa:
Enciclopédia do América, Carlos Paiva
O Canto do Coelho – http://ocantodocoelho.blogspot.com/
Acervo do Coelho – http://acervodocoelho.com.br/1980-1989-reconstrucao/
Série B 1980 Bola na área – http://bolanaarea.com/serie_b_1980.htm
Taça decidida na justiça – https://globoesporte.globo.com/video/em-1980-a-final-da-taca-minas-gerais-e-decidida-na-justica-2128594.ghtml
Taça Minas Gerais 1980 – https://historiadofutebol.com/blog/?p=4537
Taça Minas Gerais 1980 – https://arquivosfutebolbrasil.com.br/blog/2020/10/06/taca-minas-gerais-1980/
Campeonato mineiro 1980 – https://www.futebolnacional.com.br/siteapp/page.jsp?module=championship&code=0F46F9124F254574036C67A9D05405E8&lang=pt-br&target=1
América 1×1 Uberaba mineiro 1980 – https://www.youtube.com/watch?v=u0pNxqT8mU0

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América & História – Episódio 12 – 1963

Salve Decadentes!
Vamos pra mais uma viagem no tempo, saber como foi um ano em que o América foi jogar contra a seleção brasileira.
E num jogo em que o Tostão estava no time americano!
O episódio é curto, então dá o play aí e depois comenta o que você achou!
Se quiser saber mais, segue a pesquisa do Salviano.
Pesquisa:
Pesquisa:
Correio da Manhã – http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=089842_07&pagfis=36735&url=http://memoria.bn.br/docreader#
Seleção Brasileira – https://rsssfbrasil.com/sel/brazil196163.htm
Amarelinho: O dia em que ganhamos da seleção – https://www.youtube.com/watch?v=lxK42UOrm20
Brasileiro de seleções 1962 – https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Brasileiro_de_Sele%C3%A7%C3%B5es_Estaduais_de_1962
Campeonato Mineiro 1963 – https://www.futebolnacional.com.br/app/championship.jsp?code=DACA8BFDA6EA95FC692811D7F9B46F01&lang=pt-br
Canto do Coelho – http://ocantodocoelho.blogspot.com/search/label/1963?updated-max=2006-03-07T02:08:00-03:00&max-results=20&start=20&by-date=false
Torneio Jorge Carone – https://www.futebolnacional.com.br/app/championship.jsp?code=4785A02BC2768CF06DFD356A42CB971B&lang=pt_br
Acervo do Coelho: Tostão – http://acervodocoelho.com.br/tostao/
Superesportes – https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/especiais/america100/2012/04/10/noticia_america_100,213192/tostao-ressalta-estrutura-e-avalia-como-fundamental-a-passagem-pelo-america.shtml

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Seria 2021 um novo 2016?

Após mais um jogo ruim dos comandados pelo Lisca, veio a dolorosa desclassificação na Copa do Brasil para o poderosíssimo Criciúma. O “possante” esquadrão da capital do carvão, que foi rebaixada no campeonato catarinense, mostrou-se mais uma vez ser um adversário indigesto e Paulo Baier novamente conseguiu dar uma nó no Lisca.

Apesar de o América ter entrado bastante modificado, começou dominado pelo Criciúma, que abriu o placar em uma bizarra pane defensiva da nossa zaga. E apesar de termos tido mais posse de bola no total, muito por conta da retranca armada pelo Criciúma depois de estarem a frente do placar, foram eles quem levaram mais perigo e finalizaram mais, um total de 12, sendo 6 delas no alvo, contra 8 nossas, sendo 5 no alvo. E depois de mordorrentos 15 minutos finais em que imperou a cera no lado deles e uma total inoperância do nosso time após as substituições, fomos superados nos pênaltis, protagonizando cobranças horríveis, em especial a do protegido de Lisca, Leandro “Cachaça” Carvalho.

E é nesse clima de velório pela eliminação para um time fraco e a perda de 2,7 milhões por conta desta que vamos encarar o Flamengo no domingo, podendo superar o nosso pior começo de campeonato brasileiro se não conseguirmos ao menos empatar a partida, uma vez que em 2016 após duas derrotas iniciais conseguimos um pontinho diante do Vitória após o doloroso 1-1 no indepa.

Tal situação traz toda a lembrança daquele ano que todos gostaríamos de esquecer, mas afinal, estamos repetindo os erros daquele ano?

Foto: superesportes.com.br

Muitos dizem que sim por termos começado a temporada sem um diretor de futebol, termos feito contratações ruins e nos iludido por uma boa campanha no campeonato mineiro. Entretanto, acho que cabe uma recapitulação dos fatos para vermos que não foi tão similar assim.

É verdade que em 2016 nós começamos a temporada sem diretor de futebol, após a saída do Osvaldo torres no fim da temporada de 2015, só fomos ter um diretor de futebol no dia 18 de abril, quando foi anunciado o Sidiclei Menezes para o cargo. Até então as contratações para o inicio da temporada já haviam sido feitas, tínhamos acabado de derrotar o Cruzeiro por 2×0 no jogo de ida das semis do mineiro e nos encaminhávamos para jogar contra o Red Bull pela Copa do Brasil.

Foto: Rafael Chaves / América

Neste ano, Armando Dessessards foi anunciado no dia 24 de Fevereiro, bem no inicio da temporada. Até ele ser anunciado havíamos contratado apenas o Ricardo Silva e os demais jogadores foram chegar na semana seguinte ao seu anúncio.

Portanto, pode-se até reclamar que houve demora em anunciar um diretor vide que o Bracks saíra para o Inter no fim de dezembro/início de janeiro, mas ele o Armando já estava no clube no momento da maioria das contratações, esteve presente na venda do Messias e do imbróglio com o Ademir. Ou seja, tem culpa também na questão de montagem do time.

Outro ponto que é injusto compara é que o Sidcley em 2016 não gostava de Givanildo e queria trocar o comando técnico para um treinador com visões mais modernas de Futebol. Entretanto, o velho Giva ganhou o mineiro e passou pelo Bragantino e pelo Bahia na Copa do Brasil. O que leva ao segundo ponto: A ilusão com o elenco.

Muitos dizem que o título Mineiro em 2016 mascarou a ruindade do time, mas a verdade é que o próprio Givanildo alertava que a Série A era diferente e que precisaríamos de reforços. Os reforços não vieram e após perder para a Ponte Preta na quinta rodada por 2×1 (Jogando sem atacantes de ofício, uma vez que os que tinham no elenco estavam lesionados), Giva deixava o comando da equipe.

Foto: Mourão Panda / América

Esta é uma grande diferença para esse ano, afinal Armando Dessessard é um dos parceiros que o mundo da bola deu ao Lisca, e podemos dizer que essa amizade foi o principal fator para a escolha do Desossado para o departamento de Futebol neste ano. Alinhado com Lisca, ele estava no clube quando negociamos com outros “parças” do treinador (Cachaça, Ruschel, Eduardo e Juninho Valoura), bem como compactuou com a venda do Messias para o seu ex-clube, o Ceará, por míseros 2 milhões de reais.

Ao que pese tanta sintonia, na torcida não dá para dizer que todos se iludiram com o campeonato mineiro. Afinal, era sabido que o time era o mesmo da última série B e, já no mineiro, apresentava os mesmos problemas da última temporada.

Ou seja, a similaridade entre 2016 e este ano é a de termos times ruins e termos contratados jogadores sem nível para a série A, mas os motivos são distintos. Se em 2016 tivemos as primeiras contratações sendo feitas ao bel prazer de dirigentes, sem ter um diretor de futebol conduzindo o processo, seguido por um processo de queima do treinador pelo Sidcley, neste ano tivemos foi um endosso máximo ao treinador e a satisfação de todos os seus caprichos para que ele renovasse. Dando ao Lisca o poder escolher o seu superior direto (Armando Dessessards) e indicando jogadores sem nível para disputar uma série A do Campeonato Brasileiro, apenas por serem amigos pessoais seus.

Foto: Mourão Panda / América

A diretoria errou em ambos os anos na condução do futebol, é ao que pese que nosso orçamento é um dos menores do campeonato, ele foi muito mal gasto pagando a Futbox para planejar uniformes questionáveis e que agridem a identidade visual do clube, mal gasto para um influencer não relacionado ao América para fazer o lançamento, mal gasto ao aumentar o salário do treinador para além das realidades do clube e buscar um diretor de futebol e quatro jogadores com salários altos apenas por serem amigos do técnico. Esse mesmo dinheiro poderia ter rendido contratações muito melhores.

Agora só nos resta torcer para que estes erros distintos não levem a um resultado igual ao de 2016, pois mais do que aniquilar a esperança que tínhamos de um ano bom, vai devastar também as finanças do clube. O que traria um 2022 ainda mais triste.

Rodolfo, Lisca e os mais de 450 minutos sem gols

Após o revés de domingo, até mesmo nosso ilustríssimo presidente Alencar da Silveira Jr reclamou do fato de nosso time ter demorado 30 minutos para dar o primeiro chute a gol contra o contestadíssimo Corinthians. Mas Afinal isso foi exceção ou seria regra para nosso ataque?

Foto: Mourão Panda / América

Bem, infelizmente esta tem sido a nossa toada ofensiva nos últimos 5 jogos que passamos sem marcar, dado que totalizamos nestes 15 chutes a gol, dando uma média de 3 chutes a gols por partida, logo, um chute a cada 30 minutos em média (Conforme debatido no nosso programa #287).

Essa crise ofensiva tem sido tão grave que o comandante de nosso ataque, Rodolfo (Ou Gordolfo, se preferir) admitiu que está mais difícil de fazer gols devido a maior qualidade dos nosso adversários.

Mas será que este é realmente o único problema?

Com o intuito de analisar esse problema ofensivo que temos fui analisar as estatísticas ofensivas de nosso time na temporada passada e pude constatar que a crise ofensiva atual já vem desde a última série B e o cenário atual é, na verdade, o esperado.

Todos se lembram da fatídica entrevista do Lisca reclamando de nossas opções ofensivas, ainda que ele tenha dito mais como uma falta de profundidade de plantel (Vide que reclamou de não ter reposição para Felipe Azevedo e Ademir), mas ele tinha um ponto ali.

Apesar de termos lutado pelo título, tivemos apenas o 9° melhor ataque do campeonato. Ao que pese todos os erros de arbitragem contra nós ao longo da série B, tivéssemos tido um ataque mais prolifico nos teria bastado para assegurar o título.

E a inoperância ofensiva não se deu exclusivamente por falta de profundidade no plantel, nosso time no geral criava muito poucas jogadas. Durante a série B tivemos uma média de 1,1 gols por partida, e uma média de apenas 4,2 chutes no gol por partida, sendo que geravam em média 1,7 chances claras de gol.

Era muito pouco.

Foto: Mourão Panda / América

Muito se deve ao fato de nosso meias que mais se aproximavam do ataque não serem bons construtores de jogada, Juninho teve apenas 1 assistência em todo o campeonato e teve média de 0,8 passes decisivos por partida, o que significa que ele não dava passes para finalizações claras todos os jogos. O Alê foi um pouco melhor, ostentando pomposas 4 assistências na série B passada e uma média de 1,5 passes decisivos por partida.

Ah, mas nossos atacantes compensavam… Só que não. Rodolfo até teve 4 assistências no campeonato, entretanto também possui uma média baixa de passes decisivos por partida: 0,8. Ademir anotou 3 assistências e teve média de 1,3 passes decisivos por jogo, enquanto o Felipe Azevedo teve média de 1 em tal quesito, dando 1 assistência em todo o campeonato.

É claro que o esquema ofensivo não se limita a esses 5 jogadores, porém estes são os que jogam mais a frente no campo e são os que mais participam da nossa criação e conclusão de jogadas. E bem, se na criação eles não foram muito prolíficos, na conclusão não foram muito melhores.

“Ah, não seja tão crítico! Afinal o Rodolfo foi artilheiro em duas competições!” – Bradam muitos torcedores

Mas ele é mesmo um goleador?

Vamos analisar estas artilharias dele:

Foto: Estevão Germano / América

Ele de fato foi um dos artilheiros da Copa do Brasil. Mas tem de se ressaltar que foi um DOS artilheiros, para além dele Brenner, Nenê e Leo Gamalho também anotaram 6 gols na competição. Só que enquanto nosso pançudinho atacante precisou de 12 jogos para atingir tal marca, os outros jogadores que compartilharam o premio com ele precisaram apenas de 6 jogos cada. Se usassem o corte de minutos para marcar como desempate do prêmio, Rodolfo seria o 4º nessa lista, levando 153 minutos, em média, para marcar um gol nessa competição.

Ah, mas ele foi artilheiro do Campeonato Mineiro… Bem, foi. Tendo anotado 7 gols na competição, ele deixou para trás na artilharia o Keke, com 6 gols e seu companheiro de time Daniel Amorim, com 5. O curioso é que o Gordolfo precisou de 15 jogos para anotar estes 7 gols, já Keké marcou os 6 gols em 10 jogos, enquanto o Daniel Amorim entrou em campo apenas 6 vezes na competição.

Ambos os jogadores da “poderosa” Tombense tiveram uma melhor média de gols que o nosso centroavante titular, e olha que o Keké joga pelos lados do campo e não como o camisa 9 do time de Tombos.

Lembrando que na última série B o Rodolfo ficou em 19º como artilheiro, anotando 7 gols em 31 jogos disputados, precisando jogar 323 minutos, em média, para marcar um tento.

Logo, não é de se estranhar a nossa draga ofensiva atual. Os nossos 5 principais jogadores do meio para frente são os mesmos da última temporada, e a produção ofensiva deles está bem similar ao ano passado. A nossa média de finalizações por partida está similar a do ano passado, o que pesa é que uma vez que os adversários são mais qualificados a nossa taxa de conversão de gols caiu de 11% na série B para 0% nos primeiros dois jogos da série A.

Foto: Mourão Panda / América

Pecamos na avaliação do elenco da temporada passada. Não dava para acreditar que o Gordolfo lideraria o nosso ataque na série A. Pecamos no excesso de liberdade dada ao Lisca, uma vez que ele trouxe os amigos que fez no mundo da bola para serem reservas nesse time, sendo que Leandro Cachaça e Alan Ruschel não tem números que justifiquem uma aposta, vieram exclusivamente pela amizade. Enquanto Yan Sasse, Juninho “Sedex” Valoura e Eduardo não se sabe bem por que vieram.

Há então alguma esperança?

Bem, penso que sim. Se a diretoria se mexer para buscar 2-3 peças para nosso meio e ataque e o Lisca deixar de ser teimoso e mudar as peças atuais que tem se mostrado inoperantes.

Colocar Gustavo e Bruno Nazário, por exemplo, ajudaria muito na criação de jogadas, e testar o Ribamar que tem mostrado mais vontade quando entra, para além de acertar o gol (Coisa que o Gordolfo não tem conseguido fazer, nem em pênaltis) seriam ajudas iniciais também para mudar nossa mesmice ofensiva.

Até mesmo trocar o comando técnico, se o Lisca persistir na insistência com os seus “galetos”.

O importante é que algo tem que mudar para ontem, a fim de se evitar um novo 2016.

América & História – Episódio 11 – 1962

Salve Decadentes!
Mais um dia 30! E Hoje é a estréia do coelhão na série A!
A primeira série A em que não vamos ser rebaixados. Anota aí!
Enquanto você espera o jogo, vem com a gente ouvir sobre mais um ano do coelhão. Agora vamos a 1962 pra conhecer um técnico deveras curioso que passou pelo coelhão.
Não foi um ano fácil, como você verá no áudio, mas é do caminho que tiramos as verdadeiras lições, certo?
Se quiser saber mais, segue a pesquisa do Salviano. E lembre-se de comentar depois que ouvir!
Pesquisa:
Futebol nacional – https://futebolnacional.com.br/app/championship.jsp?code=3A609D4E0C94F92F3ACE3AFA644ED924&lang=pt-br&lang=pt_br
Canto do Coelho – http://ocantodocoelho.blogspot.com/search/label/1962?updated-max=2006-02-08T02:05:00-02:00&max-results=20&start=20&by-date=false
Triangular – https://arquivosfutebolbrasil.com.br/blog/2020/01/05/torneio-triangular-de-belo-horizonte-mg-1962/
Yustrich – https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorival_Knipel
Amarelinho – https://www.youtube.com/channel/UCkhvsG6_Wuw0-v3b5-Ru8Wg
Amarelinho: A Patada do Sérgio – https://www.youtube.com/watch?v=WmOKuk0ozYE

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América & História – Episódio 10 – 1993

Salve Decadentes!
Hoje é dia 30! E não é um dia 30 qualquer. Hoje é o aniversário do Coelhão! 109 anos!
Então o América & História de hoje tem que ser mais especial ainda. O presente do coelhão hoje é lembrar desse título tão emblemático que ele nos deu em 93.
Por isso, dá o play aí e vai ouvir o que o Salviano, o Marinho e mais alguns outros torcedores tem pra contar sobre essa epopeia!
E não se esqueça de comentar se o episódio te fizer lembrar de emoções guardadas aí no peito.
E se quiser aprofundar mais no assunto, segue alguns links de onde eu tirei a pauta desse episódio!

Pesquisa:

Pesquisa:
06/10/1993 – América MG 2×2 Paraná PR – https://www.youtube.com/watch?v=onsLWUR1j94
13/10/1993 – América MG 4×1 Portuguesa SP – https://www.youtube.com/watch?v=Eky3mkDImbc

02/05/1993 América MG 3×1 Cruzeiro MG – https://www.youtube.com/watch?v=qgOmPe2Dszs

23/05/1993 – América MG 1×0 Cruzeiro MG – https://www.youtube.com/watch?v=3rFQArlOPgk

20/06/1993 – América MG 2×2 Atlético MG – https://www.youtube.com/watch?v=FhyfCd-Y2Ck

27/06/1993 – Democrata-GV MG 1×4 América MG – https://www.youtube.com/watch?v=medMj_4t9jg

Banimento do América – https://www.ultimadivisao.com.br/a-maior-punicao-do-futebol-brasileiro-o-banimento-do-america-mg-em-1993/
Regulamento esdrúxulo – https://trivela.com.br/brasil/ao-mesmo-tempo-em-que-euller-se-tornava-o-filho-vento-regulamento-esdruxulo-rebaixava-o-america-mineiro/
Futebol Nacional – https://futebolnacional.com.br/app/championship.jsp?code=0B9BB95D923602F9CBE127910F830312&lang=pt-br
Última Divisão – https://www.youtube.com/watch?v=Bz5c9IdA-hQ
Impedimento – https://impedimento.wordpress.com/2009/03/06/top-10-humilhacoes-do-atletico-mg/
Acervo do Coelho – http://acervodocoelho.com.br/1990-2002-era-independencia/
Canto do Coelho – http://ocantodocoelho.blogspot.com/search/label/1993
Bola na área – http://bolanaarea.com/brasileirao_1993_fase1_grs_c-d.htm
Enciclopédia do América, de Carlos Paiva.

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América & História – Episódio 9 – 1992

Salve Decadentes!
Hoje é dia 30! E a segunda temporada do América & História começa hoje!
E pra começar com estilo, o episódio será sobre 1992, o ressurgimento do coelhão depois de uma seca enorme.
Dá o play aí pra ouvir nosso mestre Marinho contar o dia em que a chave no cérebro dele foi ligada! O dia mais importante pra uma criança americana! Eu prometo, é de emocionar! Escuta aí e me fala depois.
E se quiser aprofundar mais no assunto, segue alguns links de onde eu tirei a pauta desse episódio!

Pesquisa:
– Acervo do Coelho: http://acervodocoelho.com.br/1990-2002-era-independencia/
– Canto do Coelho: http://ocantodocoelho.blogspot.com/search/label/1992?updated-max=2009-02-03T02:09:00-02:00&max-results=20&start=40&by-date=false
– BOLA NA ÁREA: http://bolanaarea.com/serie_b_1992_fase1.htm
– Futebol Nacional: https://www.futebolnacional.com.br/app/championship.jsp?code=E9ADED0D9F7E20D16B3971A0E4DFA6F9&lang=pt-br
– 16/02/1992 Paraná 1×0 América: https://twitter.com/golsdoparana/status/1257349426865201160
– 20/02/1992 Grêmio 0x1 América: https://www.youtube.com/watch?v=ZGghotF8Tc8
– 18/03/1992 – América 1×0 Grêmio: https://www.youtube.com/watch?v=3Lv_Eh-4b-Y
– Final de 92: https://www.youtube.com/watch?time_continue=351&v=SdS1wtA50Pk&feature=emb_logo
– Paulicéia desvairada: https://www.youtube.com/watch?v=o85TWFdHDtc

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A Imagem – Por Marinho Monteiro

Essa imagem, antes de tudo, mostra um placar eletrônico indicando 1×1 entre América e Atlético.

Em seguida, como um tsunami, uma multidão digna da fuga dos hebreus do Egito nos primórdios da humanidade. Aquele barulho contra me fez ser quem eu sou. Lutar contra o óbvio, o poder dos fracos que se escondem numa maioria sedenta, naquele que “acha cômodo torcer” para um time de investimento milionário. O barulho ensurdecedor que queria me jogar pra baixo. Da vida, da desestrutura. Da luta de ter de ficar anos no interior mineiro atrás de emprego para me sustentar.

Na volta, anos depois, ver que família e amigos não são mais os mesmos. Claro. Estão certos. Não se deve permanecer anos como o “mesmo”. Muitas pessoas achariam isso uma virtude. Talvez a mudança canalizada na evolução da pessoa é que realmente resuma algum parâmetro de que ser bom possa nunca ser um ponto fixo e sim, um degrau para ser ainda melhor. Essa imagem me faz ser forte, a ter aguentado muita indiferença, incerteza, ingratidão e toda e qualquer desproporção. Em saber que estou longe de poder ter sobriedade de um caminho definido.

Queria ter tido mais paz .A ter conseguido algumas coisas sem ter tido tantas perdas ou com menos sacrifício. Saio do senso comum ao não seguir os que dizem que a luta recompensa. Chego cansado. Tento não olhar pra trás. Mas essa imagem está lá. Me acompanhando desde os 6 anos de idade, a quase 40 anos, quando um foguetório no Mineirão me fez agachar de medo e quase ser pisoteado pela minha torcida, salvo rapidamente pelo meu padrinho Tilu, o meu primeiro tutor no campo. Sei que ela, essa imagem, vai embora comigo. Talvez eu parta lá mesmo, diante dela num clássico. A emoção já me canalizou para muitas formas de ação naquele gigante de concreto, que tanto sofri, chorei, me defendi e aprendi a suportar todo o tipo de revés. Não gosto de você Mineirão, mas aprendi que nunca irá me deixar pela memória da minha alma.

Essa imagem não me lembra somente dor. Me traz alegrias alucinadamente explosivas. Me faz respeitar eternamente o campeonato mineiro. Aonde o termo contra tudo e contra todos nunca fez tanto sentido. Foi ali que vi que a justiça dos homens é conivente e relativa aos pesos estipulados pela própria natureza humana. Abstratos ou concretos. Irei lhe ver novamente. A cada vez que fechar meus olhos de forma mais reflexiva. Para seguir um dia após o outro. Por todo o limitado e terminável do “meu sempre”, da minha história. Até o além.


PS. Após ler, imagine o coro do Mineirão, em “galo”, o concreto mexendo e subindo pó, e um Gutemberg, Claudinei ou Dudu com a bola dominada partindo pra cima, asa aberta, dando porrada em cima e conduzindo embaixo, ignorando a massa. Por toda a vida. América.

América & História – Episódio Especial 02 – Mandinga

Salve Decadentes!
Hoje o América & História veio contar histórias de crendices, superstições, mandingas, promessas, e tudo que possa afetar o nosso amado coelhão no plano místico.

Dá o play e vem escutar o dia em que o gramado da Alameda foi revirado atrás de uma macumba enterrada, o porquê de termos trocado tantas vezes as cores da nossa camisa, o culpado pela derrota pro São Bento em 2019, entre outras curiosidades!
Macumba desfeita é sinal de sucesso! Então dá o play e não esquece de comentar: a gente quer saber qual a sua superstição. O que você já fez pra ajudar o coelhão a vencer (ou a não perder, pelo menos)
Esse é o último episódio da primeira temporada do América & História. O Salviano volta dia 30 de março com muitas novidades! Até lá!

O já falecido cronista Oswaldo Moreira examinava o frasquinho e a caveira de burro enterrados no campo do América, ao lado do diretor do clube, Manoel Neves e dos operários que trabalhavam na escavação do terreno.

Pé de galinha amarrado encontrado no indepa em 2020

Pesquisa:
– Acervo do Coelho
– Enciclopédia do América, Carlos Paiva
– Revista do América, numero 3 – julho-agosto de 1948
– Nos Embalos da Nostalgia, Plínio Barreto

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América & História – Episódio 8 – 1945

Salve Decadentes!
Já chegou mais um dia 30!
Hoje a ansiedade está alta, eu sei. De noite tem o jogo mais importante do ano.
Enquanto você espera a hora da nossa vitória chegar, dá o play aí e escuta o América & História contar sobre 1945. Quando acabava a segunda grande guerra e o mascote do coelhão nascia.

E se quiser aprofundar mais no assunto, segue alguns links de onde o Salviano tirou a pauta desse episódio!
Pesquisa:
– Eleição de 1945 – https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_1945#:~:text=Ap%C3%B3s%20quase%2010%20anos%20de,sobrevivendo%20entre%20diversas%20crises%20pol%C3%ADticas.
– Queda de Vargas –https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/QuedaDeVargas
– JK – Belo Horizonte 1940-1945 – https://www.encontro2018.sp.anpuh.org/resources/anais/8/1534856420_ARQUIVO_JUSCELINOKUBITSCHEK-TextoAnpuhSp.pdf
– Acervo do Coelho – http://acervodocoelho.com.br/mascote/
– campeonato Mineiro de 1945 – https://www.futebolnacional.com.br/app/championship.jsp?code=3021C7C6CA58F368967F51FE50BDD37E&lang=pt_br
– Enciclopédia do América, Carlos Paiva
– Revista CLAM – centenário do América – Outubro de 2012

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