Causos do América #7 – Mala: O Polivalente

 

 

 

O Causo de hoje é relatado por Anderson “Maradona” Penido, exuberante ponta esquerda que atuou pelo Coelhão entre 79 e 84. Nos apresenta o famoso Mala, que retornará em Causos futuros.

Causos do América é um quadro do Decadentes, onde atletas e torcedores contam as situações pitorescas pelas quais passaram com o Coelhão.

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Agradecimentos: Maradona

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Causos do América #6 – A Fita Azul

Milagres (2000)

Marco Antônio Millagres, o maior ídolo americano sob as balizas, relembra a conquista da Copa Sul-Minas em 2000.

Festa pronta para comemoração adversária, mesmo após a vitória americana no primeiro jogo da final, mas quando o futebol é jogado com justiça dentro das quatro linhas, vence quem o mais preparado.

Causos do América é um quadro do Decadentes, onde atletas e torcedores contam as situações pitorescas pelas quais passaram com o Coelhão.

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Agradecimentos: Millagres (fb.com/marco.millagres | @Denissal) e Jotapê Saraiva do BrandBola (fb.com/BrandBolaAFC@BrandBola)

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Causos do América #5 – O Barbeiro de Sevilha

Dênis dando entrevista para a TV Globo no gramado do IndependênciaApós longo e tenebroso inverno, após uma mais que longa parada para a Copa, retomamos os Causos do América.

Hoje é a vez de Denisson Ricardo de Souza, campeão de 1997, trazer um causo sobre uma de suas habilidades até então desconhecida e muito apreciada pelo Celso.

Causos do América é um quadro do Decadentes, onde atletas e torcedores contam as situações pitorescas pelas quais passaram com o Coelhão.

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Causos do América #4 – Os “Anjinhos” do Juvenil de 1983

Juvenil de 83: Jackson e Geraldão

Nar Ayan e o maior responsável pela existência do quadro Causos do América, que estreou o programa, o maior contador de histórias que já vestiu a camisa americana, Lizio Eutrópio , trazem mais um pérola, dessa vez sobre o Juvenil de 1983. (Tirem as crianças da sala! É sério…)

Causos do América é um quadro quinzenal do Decadentes, onde atletas e torcedores contam as situações pitorescas pelas quais passaram com o Coelhão. No próximo episódio, Lizio revela a identidade secreta de “O Mala“.

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Agradecimentos: Nar Ayan (Facebook) e Lizio (Facebook)

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A Arte da Guerra

Caro leitor americano, se você acha que disputar a Série A é apenas mais um campeonato, este texto não é para você. Se você acredita que apenas as quatro linhas definem o futuro do América, este texto não é para você.

No século VI antes de Cristo, viveu na China um dos maiores generais , estrategistas e filósofos da história, Sun Tzu. Este grande mestre escreveu um dos primeiros tratados sobre estratégia militar, “A Arte da Guerra”, em que falava de todas as questões que permeiam um exército vencedor, tanto durante a guerra quanto nos períodos de paz.

General de Guerra e General de Paz

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Sun Tzu – Wikimedia Commons

Sun Tzu dizia que um país precisava de generais para a guerra e outros generais para a paz. Um general de guerra precisa liderar em campo, motivar as tropas, posicionar os batalhões e ganhar as batalhas de fato. Já o general de paz tem soldados ociosos, sem batalhas a serem vencidas, mas que podem ser acionados a qualquer momento. Portanto, ele precisa manter as tropas treinadas e coordenar os órgãos de inteligência em busca de ameaças e oportunidades.

Entendo o papel do diretor/gerente de futebol em um time como um general de paz. Ele precisa estar atento ao mercado, ativo na gestão de conflitos internos e alerta para a insubordinação de um ou outro general de guerra. O técnico é para a guerra, para o campo de batalha, as quatro linhas, o dia a dia. Ele não se preocupa com o que vai acontecer após a batalha.

Observe que esse dois perfis são bem diferentes e quase sempre incompatíveis. Talvez desta diferenciação venha a propagada qualidade e continuidade do trabalho no América. Talvez Ricardo Drubscky renda  melhor sem a pressão diária do campo, enquanto Enderson rendesse melhor sem a necessidade de visão a longo prazo.

Meu medo? Ilustro com uma piada. Dizem que certa vez a NASA resolveu criar um super astronauta, combinando o DNA de Albert Einstein com o DNA de Sylvester Stallone, pois um astronauta que tivesse o corpo do Stallone com o cérebro do Einstein seria fenomenal. Feito o experimento, terminaram com um astronauta que tinha o corpo de Einstein e o cérebro de Stallone.

Erros

Ainda do livro de Sun Tzu temos o seguinte trecho: “Durante uma campanha, o desastre pode surgir de seis diferentes erros do general em comando. Os erros são deserção, insubordinação, ineficácia, precipitação, caos e incompetência.”

Sobre deserção, nosso ex-técnico já pode escrever um livro. A deserção de um soldado em si não é vergonhosa, pois pode ser interpretada como um ato de sobrevivência. Da mesma forma, o pedido de demissão de Enderson pode ser interpretada simplesmente como uma melhoria em busca da sobrevivência financeira. O que é vergonhoso na deserção é o fato de que um soldado a menos pode provocar uma derrota que levará a morte de seus ex-colegas. Portanto, o pior efeito do ato de Enderson é o efeito ruim sobre a moral do time e de seus torcedores.

Já a efetivação do Ricardo errado (eu pelo menos, esperava o Zé Ricardo) na minha opinião, ilustra os princípios da ineficácia e da precipitação. Ineficácia pelo fato de que a carreira de Drubscky COMO TREINADOR não contempla nenhum grande sucesso. Precipitação pela facilidade em que foi imbuído do cargo. Não consigo acreditar que não exista no Brasil um técnico na faixa salarial proposta ou um pouco mais que tope assumir o América e que seja melhor credenciado para a tarefa.

Você me pergunta novamente. Qual seu medo? Ilustro agora com uma frase de George Hebbert:

“Por falta de um prego, perdeu-se uma ferradura. Por falta de uma ferradura, perdeu-se um cavalo. Por falta de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro. Por falta de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha. E assim, um reino foi perdido. Tudo por falta de um prego.”

Estamos em um ponto da história americana em que não podemos nos permitir o erro, mesmo que pequeno. Quanto mais os grandes.

Grande abraço a todos.

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr

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Causos do América #3 – A Perseverança de Wellington Paulo

Esta semana, o eterno capitão Wellington Paulo conta sobre algumas dificuldades do início de carreira que quase o levaram a desistir do futebol.

Júnior do América, Hípica, 1992: Wellingon Paulo, Denis, Erlon, Betinho e Jorge (Foto: Acervo pessoal Wellington Paulo.)


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Causos do América é um quadro quinzenal do Decadentes, onde atletas e torcedores contam as situações pitorescas pelas quais passaram com o Coelhão. No próximo episódio, com Nar Ayan e Lizio, que estreou o programa, trazem mais um pérola, dessa vez sobre o Juvenil de 1983. (Tirem as crianças da sala!)

Quer contar o seu Causo? Grave sua história, pode ser no celular mesmo, e mande para contato@decadentes.com.br.

Agradecimentos: Wellington Paulo (Facebook, Twitter, DR3) e BrandBola (brandbola.com)

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Mais um capítulo da história

Recordar para inspirar: 

Dia: 17 de Maio de 1964.

Era o clássico das multidões. Um ano antes da inauguração do Mineirão. As batalhas eram até então no Independência, dividido ao meio.

A bola mal sai do círculo central e o América parte pra cima. Jair Bala estufa as redes logo no primeiro minuto. A torcida americana explode. O Atlético, visivelmente nervoso, até com jogadores discutindo entre si, não enxerga novo ataque americano. Jair Bala de novo, logo aos três minutos de jogo. 2 a 0. Técnico Bijú não se contém e pula como louco de alegria. Na divisa das torcidas, que mal tinham corda de isolamento, já eram vistos troca de sopapos entre atleticanos e americanos. O clássico na saída já era quente.

Zé Horta lá da defesa orienta e pede calma pra tocar a bola. Era o América administrando. Afinal, o clássico caminhava com o nosso 2 a 0. Fim do primeiro tempo. Segundo tempo o Atlético está enfurecido. Parte pra cima. A massa alvinegra exige a busca do resultado. Logo aos nove minutos, Viladôniga marca. O lado alvinegro explode. Jair Bala sinaliza pra ter calma. Americanos na arquibancada apreensivos. Atlético abre a caixa de ferramenta e tenta na pancada intimidar o Coelho. As veias dos narradores quase saltam. O clássico sacode o Independência. Logo aos 13 do segundo, com o Atlético partindo todo pro ataque, América arma o contra-ataque. Mortal. Dario prestes a marcar, a defesa do Atlético achando que podia fazer o que quiser, levanta o atacante americano a dois metros de altura na área. É pênalti senhoras e senhores. Sérgio corre e marca. Coelho 3 a 1. Nessa altura do campeonato, as táticas deram lugar para cada um buscar de qualquer forma o resultado. Aos 15, o defensor alvinegro Bueno marca. O Atlético tinha a fama de nunca entregar o resultado. Corriam até o fim. 3 a 2 e o coro da massa embalava que a virada estava chegando. Aos 21, Jair Bala, sempre ele, entra driblando e confere. Americanos davam cambalhotas nas arquibancadas. 4 a 2. América buscava essa diferença para ter tranquilidade nesse torneio triangular. Mas o Atlético não entregava os pontos. E aos 36, num momento em que os nervosismos estão à flor da pele, JAIR BALA, de novo, 5 a 2. Acaba a partida nos 45 cravado, o juiz já estava doido para encerrar, pois alguns mal perdedores já incitava do lado de fora acabar o jogo de “outra forma”, no braço.

Jair Bala, fantástico. Em 1964, só no Independência, marcou 25 gols pelo Mineiro. É o maior artilheiro do Independência por uma edição do Mineiro. Momentos que marcam uma vida toda. E que os novos torcedores precisam saber o legado pesado da camisa americana e sua vocação pela eternidade.

17 de Maio de 1964 : América 5 x 2 Atlético

Um momento na história.

Foto do time vice-campeão estadual de 1964.

Time vice-campeão estadual de 1964. Em pé: Klebs, Catocha, Zé Horta, Zé Ernesto, Murilo e Zé Emilio Agachados: Saci, Luizinho, Jair Bala, Dario Alegria e Sérgio.

Retomando o fôlego:
A história, além de tentar evidenciar os erros para aprendermos com eles, também possuem efemérides que inspiram. Inspirar porque a tradição exige uma responsabilidade para fazermos um presente melhor e um futuro promissor. O maravilhoso “Planeta América” está aí para não nos deixar mentir.

Esquadrão Enderson:

ademir

O COELHÃO 2018 proporciona uma organização jamais vista do América na era dos pontos corridos, na série de elite do futebol nacional.  Mesmo com substituições e variações de posicionamento, o time mantém o equilíbrio. Isso nos dá confiança para irmos pro clássico com a sensação que podemos sim buscar o resultado. Cabeça no lugar, podemos continuar na incrível série de vitórias em casa. Em pontos corridos, cada jogo não deixa de ser um mata mata. Pontos por pontos, traçaremos nossos objetivos. Apesar da confiança, sabemos das históricas adversidades. Por isso todo cuidado é pouco.

Todos à nossa CASA.

Abraço verde. 

Mário César Monteiro
twitter.com/MarioMonteirone

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Causos do América #2 – Jair Bala versus Nocaute Jack

No nosso segundo Causos do América, Jair Bala rememora uma história acontecida num clássico contra o Cruzeiro, quando ele se viu frente a frente com o lutador de telecatch e massagista celeste, Nocaute Jack.


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Causos do América é um quadro quinzenal do Decadentes, onde atletas e torcedores contam as situações pitorescas pelas quais passaram com o Coelhão. no próximo episódio, o eterno capitão Wellington Paulo toma o microfone pra contar a sua história.

Quer contar o seu Causo? Grave sua história, pode ser no celular mesmo, e mande para contato@decadentes.com.br.

Agradecimentos: Jair Bala (Facebook, Twitter e Instagram) e BrandBola (brandbola.com) 

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Causos do América #1 – O dia em que o 71 queria pegar o 22

Marcio Ananias e Dinho (arquivo pessoal do Marcio)

Hora de apresentar uma nova série do Decadentes: os Causos do América!

Um espaço pra gente resgatar e jogar pro mundo causos, contos e anedotas que orbitem o nosso Coelhão. São histórias engraçadas, pitorescas ou emocionantes, que aconteceram dentro e fora de campo. Vai ser programete curto, de 4 ou 5 minutinhos, inicialmente quinzenal e que só irá pra frente se vocês assim quiserem, então mandem os seus Causos do América pra gente. É só gravar no celular mesmo e mandar para o nosso e-mail contato@decadentes.com.br, ou para o meu Whatsapp (Henrique Pinheiro) pra quem está no nosso grupo.

Pra abrir com chave de ouro, recebemos o causo do Lízio, Sr. Lízio Siqueira Eutrópio (que esse rascunho de narrador teve a pachorra de inverter os sobrenomes no áudio). Exuberante Lateral esquerdo do América nos anos 80.

Então, deixa eu parar de falar e para O dia em que o 71 queria pegar o 22.


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Mais bonito não há!

Há 106 anos atrás, era plantada na capital mineira , na esquina da Rua da Bahia com Timbiras, a árvore mais bela desse Belo Horizonte. Quem plantou foram alguns meninos, a semente da juventude, meninos que hoje são nomes repetidos incessantemente pelos nossos GPS, como Silviano Brandão , Otacílio Negrão de Lima e Geraldino de Carvalho.

Como disse o grande historiador Carlos Paiva em sua Enciclopédia do América, somos um clube criado por jovens e para jovens. Primeiro clube multirracial , em uma época onde o time mineiro que se diz da massa não os aceitava nem como jogadores, muito menos como membros do quadro social.

O que faz aniversário hoje?

O América não é sua sede ou seus imóveis. Já tivemos patrimônios diversos e se amanhã não tivermos nenhum, continuaremos existindo. O América não é seu quadro social, seus presidentes ou funcionários, pois existia muito antes de todos os eles e existirá com destino ao futuro. O América nem mesmo é seus torcedores, nós, que amamos esse time como a chuva ama a terra. Pois também já existia antes de nós e continuara existindo.

O América mora entre as frestas de tudo isso, na sutileza do encontro de tudo que o forma. O América é a lágrima compartilhada do choro que vi entre avô, pai e neto de uma mesma família na final de 2016. O América é a última lembrança do avô do Jotapê Saraiva, que com Alzheimer, ainda se lembra de seu time. O América é o sabor de dendê do bolinho de feijão da porta do independência. Mora nos detalhes, nas coisas pequenas que o vento carrega e espalha.

Meu agradecimento
Agradecer um clube por mais um ciclo solar é um pouco estranho. Então agradeço a todo amigo americano por compartilhar comigo essa paixão. Uma felicidade que tenho é chegar nossa casa e poder supor que todos ali são companheiros nessa resistência que é torcer para o América. Agradeço a todos aqueles que um dia se colocaram à frente do América, não em soberba, mas para defendê-lo. Nos nossos piores momentos, poucos se dispuseram a defender e acolher a instituição. Não cito nomes para não ser injusto, mas cada um sabe a situação em que recebeu este clube. Agradeço aos nossos funcionários, pois sabemos a dificuldade que é. Aos nossos jogadores e treinadores, aqueles que realmente entenderam o clube em que estavam, agradeço de coração por tudo. Se nem todos os momentos foram alegres, todos foram intensos.

Poder americano
Todo aquele que já desfilou com uma camisa do América fora de Belo Horizonte conhece seu poder. É o objeto inanimado mais sociável do mundo. Todo aquele que veste esse manto passa a ser identificado como uma pessoa de boa índole, que merece uma conversa. Por que isso acontece? Não faço a mínima ideia. Fato é que em qualquer lugar do mundo em que eu vá com uma camisa do América, alguém puxa uma conversa, nem que seja para elogiar a camisa mais linda do mundo.
Roberto Drummond falou sobre o vento, varais e a camisa de seu time. A camisa do América não enfrenta ventos em varais. A camisa do América enfrenta os ventos da grande mídia, da “grana que ergue e destrói coisas belas” e da pressão das federações, mas presa ao peito do americano.

Vitória
Hoje enfrentaremos o time do Vitória em nosso estádio e mais uma vez, espero conseguirmos três pontos em casa. O time baiano, na minha visão, disputa na mesma prateleira que a nossa e portanto, não podemos deixar nenhum ponto escapar. Ao que tudo indica, entraremos com Marquinhos, Leandro Donizete e Judivan. Ganhando, estaremos entre os três primeiros. Ganhando bem, podemos até beliscar a vice liderança. Vamos com calma, nosso objetivo são os 45 pontos. Quanto mais cedo conseguirmos, mais cedo podemos pensar em novos voos.

Grande abraço a todos!

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr


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