De Letra – nº 1150

OLÁ, caros leitores semanais! De que vale tudo isso/ se você, vitória, não está aqui? De que vale o Céu azul e o sol sempre a brilhar/ se você, vitória, não vem e eu estou a te esperar? O que para o Roberto Carlos é filosofia, para o meu glorioso e querido América é o X do problema. Vitória, objeto de desejo do Coelho. O problema é que ela tem custado muito a surgir…

DE nada está adiantando jogar bem e dominar os adversários, se o esférico não tem sido colocado na “casinha” por falta de um ataque de verdade. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog, que, em onze jogos, o Mecão só balançou as redes inimigas por 14 vezes, média irrisória de pouco mais de um gol por partida. Ontem, depois de sofrer aquele gol esquisito, tipo “pastelão”, tomou as rédeas do jogo e colocou o Grêmio em seu campo defensivo. Domínio histérico o nosso. Se não fosse a cabeçada do Rafael Moura no último minuto, o goleiro gremista não teria sequer sujado seu uniforme. Irritante posse de bola. É um tal de tocar a bola para cá e para lá e atrasá-la para o goleiro que não acaba nunca. Futebol infrutífero! O goleiro Jori tem sido o nosso principal armador, dando chutões para a frente, na base do “Bumba meu boi, meu boi bumbá…”.

PS – O americano Marck Tavares disse que o tão criticado armador Juninho fez uma falta danada, ao passo que o retrospecto do treinador Enderson Moreira contra a duplinha RapoGalo é lamentável. Concordo plenamente. Ele não ganhou uma…

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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De Letra – nº 1149

OLÁ, caros leitores semanais! Minha bisavó paterna, Lucinda de Assis, que sequer entendia do velho ludopédio, falava, nos anos 1800, que, em futebol em time que vence e convence não se mexe. Seu neto, meu saudoso genitor, José de Assis, dizia a mesma coisa. Isso é óbvio, ululante, como dizia o imortal cronista tricolor carioca Nelson Rodrigues. E o Zé Migué aqui do pedaço, que não é bobo, endossa tal dito.

POIS bem! Quem não deve comungar com tal ditado popular é o treinador Enderson Moreira, que, após a bela partida do meu glorioso e querido América na penúltima rodada do Brasileirão (três a um no Galinho paranaense), resolveu mudar tudo. Embaralhou geral! Resolveu, veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, recolocando na equipe jogadores como Luan e Leandro Donizete e deixando no “banco” atletas como Zé Ricardo, Juninho e Ademir. Ora, o verbo embaralhar, a meu sentir, é o ato de se misturar as cartas do baralho. Caracas! Cuidado, leitor amigo, pois as palavras são parecidas. Entretanto, têm significados diferentes, O torcedor americano não “engole” tais jogadores. Nem eu! Não suporto ver ex-jogadores da “fuleira” duplinha RapoGalo beijando o escudo do glorioso Coelho. Judas Escariotes, pois sim…

PS – No próximo clássico das multidões vou pedir emprestado o uniforme da Chapecoense, algoz do Galinho na Copa do Brasil. Afinal, Chapecó tem como prato preferido um galeto ao molho pardo…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1148


OLÁ, caros leitores semanais! Quem é Rafael Moura, ou quem era, sei lá? Um artilheiro que não faz gols em profusão, pelo menos, no meu Coelho. O cidadão voltou para as Montanhas, assinou contrato e, nem bem esquentou o lugar, já anunciou que está na hora de ir embora, para enganar em outras paragens. Pergunte ao distinto quanto ele está recebendo para não fazer nada, ou quase nada. Um gol aqui e outro acolá, o que, para mim, não passa de enganação…

ESTOU com o Jair Bala e o Otávio di Toledo e não abro! O nosso glorioso e querido América merece muito respeito. O que está pensando o tal de Moura? Ora, jogadores bem melhores, ao contrário dele, respeitaram o meu clube no tempo em que vestiram o nosso consagrado uniforme verde e branco, ocasionalmente preto. Ninguém tem o direito de desconhecer o passado glorioso do América Futebol Clube. Ora, meu clube foi respeitado por fantásticos jogadores como Tostão, Gilberto Silva, Zuca, Jair Bala, Euler, Juca Show e tantos outros. Muitos nem mineiros são, como Jair Bala, um capixaba quer saiu do Rio de Janeiro para brilhar no futebol mineiro e virar o maior ídolo da torcida americana. Veio e nunca mais votou ao Espírito Santo. E vive cantando “Cachoeiro, cachoeiro (do Itapemirim), fui para Minas Gerais para nunca mais voltar”…

PS – Realmente, sensacional o site “Decadentes.com.br”. Completo! Na segunda-feira, preciso o comentário do Matheus Laboissière do jogo do América contra o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido). Tem de tudo: até belas estórias do Coelho, como uma histórica goleada de “mão cheia” no Galinho dos pobres (o mineiro, bem entendido), no início da década de 60, em que o hoje amigo Jair Bala marcou três golaços. Vamos em frente, amigos! O site nasceu para vencer. Parabéns…

[NOTA DO EDITOR: Assim a gente fica até encabulado. Obrigado, Miguel, principalmente por nos permitir republicar suas palavras aqui no site.]

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1147

OLÁ, caros leitores semanais! Tirando aquela “marmota” do segundo tempo de São Januário, uma virada de quatro a um contra o Vasco da Gama, que só foi do agrado do antipático Eurico Miranda, o meu glorioso e querido América jogou bem nas demais partidas que realizou até agora no Brasileirão da Série A. Para quem entrou na competição pretendendo somente permanecer na nossa maior competição, sonhar com Sul-americana ou Libertadores, está de ótimo tamanho. Eu acredito em dias melhores, a despeito do “apito amigo”, que está sempre do lado dos poderosos. Tem nada não! Vamos lá Coelho…

ALÉM de jogar bem, o Mecão está crescendo a cada partida. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, que, ontem, diante do forte Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), com cinco desfalques, uma bela vitória de virada (três a um), que ficou de bom tamanho para os paranaenses. Não foi vantagem? Ora, o Galinho do Sul vinha de uma vitória convincente sobre o também meu Santos, que, ontem, “sapecou” uma sonora “mão cheia” no Vitória da Bahia.

AGORA, que venha o outro Galinho, o dos pobres. Jogo duro, mais um “clássico das multidões”. Se não houver interferência externa, sei lá, será mais uma vitória do Verdão…

PS – Estou sabendo do site Decadentes.com.br, que está replicando minha modesta coluna, o que, para mim, é muito gratificante. Vou conferir. Depois comento.

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1145

OLÁ, caros leitores semanais! Imaginava que o meu glorioso e querido América incomodava somente em nível estadual. Ledo engano! Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional que, já nas cinco rodadas iniciais do Brasileirão da Série A, o desprotegido Coelho foi prejudicado em dois jogos. Cinco importantes pontos ficaram no meio do caminho (três contra o Urubu carioca e dois contra o Vovô cearense). Resumo da ópera: hoje o Mecão poderia estar com 12 pontos ganhos na liderança absoluta da competição. Fazer o quê, se o “apito amigo” fala mais alto?

COMO sempre tive o sadio habilito de falar e provar, vou recapitular: contra o Flamengo, em pleno Maracanã, quando o Coelho sufocava, o “soprador de apito” marcou tiro de meta. Mas, depois de muita “catimba” e troca de empurrões, o cidadão voltou atrás e assinalou pênalti, tirando o equilíbrio da partida. O Mengão tirou proveito da arbitragem e levou os três pontos. Fazer o quê, se o “apito amigo” fala mais alto?

E, ontem, que barbaridade! O “soprador de apito” goiano conseguiu a proeza de transformar nossa vitória em empate, validando um gol do Vovô em escandaloso impedimento e, não satisfeito, inventou um pênalti que apenas ele viu, já nos acréscimos, transformando três pontos do Coelho em um. Pois é, americanos Felipe Amore Santiago e Sérgio Tavares, os “homens de preto” continuam “aprontando”. Mesmo assim, estamos a somente três pontos da liderança. Esse Coelho é muito forte…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para o Decadentes.

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