Decadentes #170 – Fluminense 1×0 América (Brasileirão 2018)

A decepção é diretamente proporcional à expectativa e esta nunca foi tão alta. Não acabou não… Estamos apenas começando.

CONVIDADO: ANDRÉ GUIMARÃES


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Decadentes #169 – América 1×0 Bahia (Brasileirão 2018)

A esperança é verde! Coelhão venceu e só depende de seu esforço contra o Flu no Rio, na última rodada, para se segurar na Série A.

CONVIDADOS: RAYSSA ROCHA (Blog Mulheres em Campo) e LEANDRO LOPES (Grêmio Recreativo Cultural e Histórico Vale Verde)


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Decadentes #151 – América 0x0 Fluminense (Brasileirão 2018)

Empatezinho com sabor de decepção. Era jogo para guardar três pontos, não um. Precisamos parar de deixar pontos pelo caminho.

CONVIDADOS: MARCÃO DO CASTELO E FILIPE DE LEUCAS


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De Letra – nº 1158

OLÁ, caros leitores semanais! Estão dando ao sofrido torcedor americano o direito de duvidar da inteligência (futebolística, bem entendido) do treinador Adilson Batista. Ora, errar é humano, mas, permanecer no erro, é uma tremenda burrice! Futebol, pelo que sei, é um esporte inventado para se fazer gols. Quanto mais, melhor! Tanto que, na sua origem, eram cinco os atacantes. Hoje, time que tem dois no ataque é uma equipe agressiva. Retranca é covardia…

POIS bem! Onde, em que anuário, alfarrábio ou almanaque consta que um time de futebol pode atuar com um goleiro, três laterais (ou alas, sei lá), três zagueiros e quatro volantes. Cadê os atacantes? Esse time, infelizmente, tem sido o meu glorioso e querido América, que foi dos treinadores Enderson e Ricardo e hoje é do Adilson. O Coelho viajou para Salvador/BA sem seu único atacante razoável (Rafael Moura) e sem seus melhores volantes (Christian e Zé Ricardo). Com a inaceitável escalação, um aviso foi dado, a despeito dos idiotas “treinos secretos”: o Coelho foi para a Bahia perder de pouco ou jogar por uma bola. Então, de que valeu viajar com uma equipe defensiva por excelência? Se atacando na Boa Terra seu time maior, imagine, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, o que significa jogar em escandalosa “retranca”. Ora, baiano pode ser preguiçoso, burro, nunca. Três zagueiros. Credo! A invenção não serviu sequer para evitar o gol solteiro do Bahia, após o infeliz rebote do goleirão João Ricardo. Resumindo: está tudo errado…

PS – Não conheço Christian, Zé Ricardo e Rafael Moura. E nem tenho procuração para defendê-los. Portanto…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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Decadentes #150 – Bahia 1×0 América (Brasileirão 2018)

Retranca lamentável e o castigo no início do segundo tempo. Confronto direto, Coelhão, não pode voltar pra casa de mãos abanando.

CONVIDADOS: FILIPE DE LEUCAS E RAINER RADICCHI


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De Letra – nº 1154

OLÁ, caros leitores semanais! A Copa do Mundo da Rússia afastou-me de minha modesta coluna, por algum tempo. Aliás, foi o Mundial mais fácil de se conquistar, vez que os favoritos (?) Brasil, Alemanha, Uruguai, Inglaterra, Espanha e Argentina estavam uma “draga”, ao passo que a Itália sequer se classificou para a competição. E para piorar ainda mais a nossa situação, o Neymar resolveu não entrar em campo, preferindo levar “coices” dos adversários e rolar pelo gramado, virando chacota dos desportistas de todo o Planeta. Ridículo! E ainda queriam compará-lo com o maior atleta de todos os tempos. Toque sutil: com 26 anos o Neymar não sabe o que é ser campeão mundial, ao passo que Pelé, na mesma idade, já era bicampeão de Seleções (1958 e 1962) e de clubes (1962 e 1963, com o também meu Santos)…

BEM, Mundial, agora, só em 2022, no Qatar. Que coisa na noite de ontem no Mineirão hein, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Que clube grande é esse que escala quatro volantes no meio de campo, demonstrando claramente seu medo do adversário. Deprimente foi ter visto tais volantes “perdidos” no gramado e o ótimo Zé Ricardo “batendo palmas para eles” no branco de reservas. Um erro imperdoável de nossos dois treinadores, o ex Enderson Moreira e o atual Ricardo Drubscky (quem cairá primeiro?). Aliás, os gols de ontem não passaram de um festival de erros: o do Coelho foi uma “procopada” do zagueiro Dedé e os três da Raposinha em erros infantis do nosso goleirão (até tu, João Ricardo?) e de nossos zagueiros e alas. Cuidado com a Segundona, minha gente…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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Nesta Copa do Mundo, quem tomou um 7×1 foi o América

Costumo ser um otimista por natureza. Quando não vai pelas vias naturais, forço a barra para tentar enxergar o copo meio cheio. Mas, confesso aos amigos leitores que esta parada para a Copa do Mundo afetou meu otimismo. E, como quem procura um bom psicólogo para dividir suas angústias e lamúrias, peço a sua licença para “vomitar” meus lamentos sobre a desanimadora “inter-temporada” americana.

Na Copa do Mundo de 2014, o Brasil levou o seu histórico e vexatório 7×1, em partida válida pela semi-final, contra a Alemanha. Mas, na Copa do Mundo de 2018, quem tomou um 7×1 foi o América, ou melhor, a torcida Americana. Justificando o título, segue abaixo a nossa goleada:

Tabela

O nosso “gol” não é tão inútil quanto foi o de Oscar em 2014. O retorno de Matheusinho e João Ricardo é muito importante para nossas pretensões na Série A. Os dribles e improvisações do “amigo do Neymar” podem ajudar o América a ter um melhor desempenho ofensivo. Já a volta do João Ricardo ajuda muito, trazendo experiência, segurança e tranquilidade para a zaga.

Matheusinho

Foto: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

No lado dos gols sofridos, o primeiro deles, assim como o da Alemanha, foi o mais dolorido. Abrimos a porteira da parada da Copa perdendo Enderson Moreira. Em uma atitude contrária a tudo aquilo que dizia, Enderson abandonou o América, com o trabalho no meio do caminho, e partiu para o Baêa. O, até então, mais longevo treinador de um clube de Série A no Brasil fazia um elogiado trabalho no América e era uma peça muito importante na difícil tarefa do clube em permanecer na Série A. Com a saída de Enderson, tivemos a brilhante ideia de tirar Ricardo Drubscky do posto de Diretor de Futebol (onde fazia um trabalho digno de todos os elogios) e passá-lo para treinador (cargo em que ele acumula seguidos insucessos recentes). Em suas últimas 5 passagens como treinador (a última pelo potente Anápolis), Drubscky não conseguiu permanecer por mais de 4 meses no cargo. Essa é a solução para treinador no ano mais importante de nossa história recente? E perder o nosso melhor diretor de futebol dos últimos anos faz parte da solução dos nossos problemas? Na minha opinião, deixamos de ter um problema (a falta de um treinador) para ter dois (um treinador fraco e a perda de um ótimo diretor de futebol).

Drubscky

Foto: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

Dentro de campo também tomamos muitos gols. Os importantes Jori e Aylon se lesionaram, passaram por cirurgias e ficarão um bom tempo no Departamento Médico. Tivemos a saída repentina de Rafael Lima. O eterno capitão de 2017, de fato, não vinha bem. Mas, em um elenco tão pobre em zagueiros de qualidade, Rafael Lima tinha o seu lugar. E, por falar em saída, um fantasma passou a assombrar o torcedor americano nos últimos dias: a possível saída de Serginho. O nosso principal destaque no campeonato até aqui pertence ao Santos, que, pelas recentes notícias, pode aceitar uma oferta do mundo árabe pelo meia. Perder o melhor jogador nesta altura do campeonato seria terrível. Para completar, não fizemos nenhuma (isso mesmo: NE-NHU-MA) contratação nesta parada para a Copa do Mundo. Nem para a tão discutida zaga. Nem para o tão pouco inspirado ataque.

O sétimo gol, aquele de misericórdia, foram os dois amistosos contra adversários de baixíssimo nível. Estamos na Série A! Um campeonato com um nível competitivo altíssimo! Disputar amistosos contra times semi-amadores não nos ajudará a enfrentar um Cruzeiro, por exemplo, nessa volta de Brasileirão. Cruzeiro este que, de forma acertada, fez dois amistosos contra o Corinthians.

Serginho

Foto: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

Me despeço agradecendo ao amigo leitor que aturou meu surto de pessimismo até o fim do texto. Espero muito queimar a minha língua. Espero muito que o América retorne bem após este 7×1. À nós, torcedores, o que resta é estar presente no Indepa, apoiar, acreditar e torcer!

Walisson Fernandes
twitter.com/FernandesWali

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A Arte da Guerra

Caro leitor americano, se você acha que disputar a Série A é apenas mais um campeonato, este texto não é para você. Se você acredita que apenas as quatro linhas definem o futuro do América, este texto não é para você.

No século VI antes de Cristo, viveu na China um dos maiores generais , estrategistas e filósofos da história, Sun Tzu. Este grande mestre escreveu um dos primeiros tratados sobre estratégia militar, “A Arte da Guerra”, em que falava de todas as questões que permeiam um exército vencedor, tanto durante a guerra quanto nos períodos de paz.

General de Guerra e General de Paz

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Sun Tzu – Wikimedia Commons

Sun Tzu dizia que um país precisava de generais para a guerra e outros generais para a paz. Um general de guerra precisa liderar em campo, motivar as tropas, posicionar os batalhões e ganhar as batalhas de fato. Já o general de paz tem soldados ociosos, sem batalhas a serem vencidas, mas que podem ser acionados a qualquer momento. Portanto, ele precisa manter as tropas treinadas e coordenar os órgãos de inteligência em busca de ameaças e oportunidades.

Entendo o papel do diretor/gerente de futebol em um time como um general de paz. Ele precisa estar atento ao mercado, ativo na gestão de conflitos internos e alerta para a insubordinação de um ou outro general de guerra. O técnico é para a guerra, para o campo de batalha, as quatro linhas, o dia a dia. Ele não se preocupa com o que vai acontecer após a batalha.

Observe que esse dois perfis são bem diferentes e quase sempre incompatíveis. Talvez desta diferenciação venha a propagada qualidade e continuidade do trabalho no América. Talvez Ricardo Drubscky renda  melhor sem a pressão diária do campo, enquanto Enderson rendesse melhor sem a necessidade de visão a longo prazo.

Meu medo? Ilustro com uma piada. Dizem que certa vez a NASA resolveu criar um super astronauta, combinando o DNA de Albert Einstein com o DNA de Sylvester Stallone, pois um astronauta que tivesse o corpo do Stallone com o cérebro do Einstein seria fenomenal. Feito o experimento, terminaram com um astronauta que tinha o corpo de Einstein e o cérebro de Stallone.

Erros

Ainda do livro de Sun Tzu temos o seguinte trecho: “Durante uma campanha, o desastre pode surgir de seis diferentes erros do general em comando. Os erros são deserção, insubordinação, ineficácia, precipitação, caos e incompetência.”

Sobre deserção, nosso ex-técnico já pode escrever um livro. A deserção de um soldado em si não é vergonhosa, pois pode ser interpretada como um ato de sobrevivência. Da mesma forma, o pedido de demissão de Enderson pode ser interpretada simplesmente como uma melhoria em busca da sobrevivência financeira. O que é vergonhoso na deserção é o fato de que um soldado a menos pode provocar uma derrota que levará a morte de seus ex-colegas. Portanto, o pior efeito do ato de Enderson é o efeito ruim sobre a moral do time e de seus torcedores.

Já a efetivação do Ricardo errado (eu pelo menos, esperava o Zé Ricardo) na minha opinião, ilustra os princípios da ineficácia e da precipitação. Ineficácia pelo fato de que a carreira de Drubscky COMO TREINADOR não contempla nenhum grande sucesso. Precipitação pela facilidade em que foi imbuído do cargo. Não consigo acreditar que não exista no Brasil um técnico na faixa salarial proposta ou um pouco mais que tope assumir o América e que seja melhor credenciado para a tarefa.

Você me pergunta novamente. Qual seu medo? Ilustro agora com uma frase de George Hebbert:

“Por falta de um prego, perdeu-se uma ferradura. Por falta de uma ferradura, perdeu-se um cavalo. Por falta de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro. Por falta de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha. E assim, um reino foi perdido. Tudo por falta de um prego.”

Estamos em um ponto da história americana em que não podemos nos permitir o erro, mesmo que pequeno. Quanto mais os grandes.

Grande abraço a todos.

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr

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De Letra – nº 1152

OLÁ, caros leitores semanais! Judas ressuscitado! O barbadinho voltou! Que bela traição! Que papelão, hein, Enderson Moreira? Depois de falar que ainda iria completar o plano que ajudou o meu glorioso e querido América traçar, resolveu, de um momento para outro, pedir o boné e se mandar para Salvador, na tentativa de salvar o Bahia, que está se afundando no Brasileirão. Isso, em minha querida Abre Campo, tem nome e sobrenome: traição, um sentimento nada nobre. O “Judas Escariotes” está pegando o Bahia na Zona de Rebaixamento, enquanto o Coelho está ainda em situação cômoda. Tirar o Bahia de novo rebaixamento não deve ser tão difícil assim. Difícil é não deixar o Mecão ser rebaixado. No Nordeste, qualquer coisa que o Enderson fizer já será um tremendo lucro. Mas, se deixar o Coelho cair…

O Enderson Moreira até que poderia fazer um grande favor para o Coelho, levando para a Boa Terra alguns “bondes” que atrapalhavam mais do que ajudavam. Não vou citar nomes, pois o treinador sabe muito bem de quem estou falando. Uma meia dúzia de quatro ou cinco enganados pela cegonha, vez que, do velho ludopédio nada sabem. Aí, quem sabe, ele conseguiria um título de expressão no futebol brasileiro? Ou, até mesmo, um trabalho mais aceitável? O que nós americanos não queremos

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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Decadentes #145 – Trairagem no comando | Decadentes na Copa #1 – Brasil 1×1 Suíça (Russia 2018)

Era pra falar só de copa, mas a saída repentina de Enderson Moreira, que larga o clube para assumir o Bahia um dia após ter afirmado em entrevista que estava garantido no comando do time até o fim do ano nos obriga a falar também de América.

Além disso, segue o plano inicial de Decadentes na Copa, falando da pelada Brasil 1×1 Suíça, suas polêmicas.

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