De Letra – nº 1152

OLÁ, caros leitores semanais! Judas ressuscitado! O barbadinho voltou! Que bela traição! Que papelão, hein, Enderson Moreira? Depois de falar que ainda iria completar o plano que ajudou o meu glorioso e querido América traçar, resolveu, de um momento para outro, pedir o boné e se mandar para Salvador, na tentativa de salvar o Bahia, que está se afundando no Brasileirão. Isso, em minha querida Abre Campo, tem nome e sobrenome: traição, um sentimento nada nobre. O “Judas Escariotes” está pegando o Bahia na Zona de Rebaixamento, enquanto o Coelho está ainda em situação cômoda. Tirar o Bahia de novo rebaixamento não deve ser tão difícil assim. Difícil é não deixar o Mecão ser rebaixado. No Nordeste, qualquer coisa que o Enderson fizer já será um tremendo lucro. Mas, se deixar o Coelho cair…

O Enderson Moreira até que poderia fazer um grande favor para o Coelho, levando para a Boa Terra alguns “bondes” que atrapalhavam mais do que ajudavam. Não vou citar nomes, pois o treinador sabe muito bem de quem estou falando. Uma meia dúzia de quatro ou cinco enganados pela cegonha, vez que, do velho ludopédio nada sabem. Aí, quem sabe, ele conseguiria um título de expressão no futebol brasileiro? Ou, até mesmo, um trabalho mais aceitável? O que nós americanos não queremos

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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De Letra – nº 1151

OLÁ, caros leitores semanais! Para quem entrou na mais importante competição nacional com a missão de nela apenas permanecer, até que o desempenho do meu glorioso e querido América no Brasileirão está dentro da normalidade. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, em 12 rodadas, tudo normal, com resultados dentro do previsto. O único placar anormal até agora foi o diante do Vasco da Gama, uma amarga goleada de quatro a um, de virada. Depois de abrir o placar em pleno São Januário, “caiu de quatro” no segundo tempo. Coelho, isso não se faz… De resto, tudo normal, com 14 pontos (quatro vitórias, dois empates e seis derrotas). Na décima terceira colocação, o Mecão está, na “virada da Copa”, na frente de clubes tradicionais como Chapecoense/SC, Santos, Vitória/BA, Bahia, Paraná, Atlético/PR e Ceará. Ora, tirando o líder disparado Flamengo (27 pontos), o Coelho não está tão longe assim dos ainda vice-líderes Galinho e São Paulo (ambos com 23 pontos) e Internacional (22). Os demais concorrentes também estão por perto, como Grêmio (20), Palmeiras (19), Sport (idem), Raposinha (18), Botafogo (17), Corinthians (16), Vasco (15) e Fluminense (14). Creio que um novo campeonato brasileiro vai começar após a Copa do Mundo. É só o treinador Enderson Moreira mudar seus inexplicáveis métodos de escalação da nossa equipe. Zé Ricardo na reserva é pura brincadeira. Ou “marcação”, quem sabe…

PS – O gol da vitória galista ontem contra a “lanterna” Ceará começou com um impedimento do Ricardo Oliveira e terminou com uma ajeitada de mão do Luan. E a mídia galista nada falou. Calada…
ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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Decadentes #128 – Patético+FMF 1×0 América (Semifinal | Mineiro 2018)

Gravado diretamente dos estúdios Decadênticos, pra não passar batido e manter o registro da vergonha que se realizou ontem no Independência, Segue o programa desta noite.

CONVIDADOS: Adolfo Parenzi, Brunão, Eurico Reis, Filipe de Leucas, Vagno e Victor Boaventura


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Sob o novo escudo vencerás!

In hoc signo vinces 

Esta expressão é a tradução latina da frase grega “Por este sinal conquistarás “.

 

De Constantino a Enderson 

Constantino, o Grande, foi um imperador romano proclamado “Augusto”, alcunha que expressava algo como “escolhido pelos anjos”, por sua tropa no ano de 306 da Era Cristã. Governou o Império Romano até a sua morte no ano de 337.

Constantino venceu guerras civis, travou batalhas expansionistas, rompeu as barreiras do Império até o chamado Oriente. Riu do termo impossível. Construiu uma residência imperial nas terras do Leste, na cidade de Bizâncio. Diante da conquista, resolveu chamar a antiga Bizâncio de Nova Roma. Mas muitas pessoas, diante à reverência ao grande conquistador, passaram a chamar a cidade de Constantinopla. Essa cidade reinou como a capital romana do Oriente por mil anos! Ao longo da história, essa importante cidade recebeu inúmeras denominações, até chegar no nome de Istambul, situada na Turquia.

Para Constantino ter conseguido chegar tão longe em seus domínios imperiais, ele teve que vencer os conflitos internos contra vários tipos de inimigos. Diante de Guerras colossais, tivemos batalhas que marcaram a história. Dentre várias, destaco a famosa batalha da Ponte Mílvia, travada em 312, às margens do rio Tibre, em Roma. Essa batalha foi crucial para Constantino ter marcado seu nome na história. Ele conseguiu, na raça, acabar com uma tetrarquia em Roma e se tornar o único governante máximo do império. Essa batalha também marcou o início da conversão de Constantino ao Cristianismo.  Constantino revela que sonhou com um símbolo, trazido por Deus. Era a promessa divina da vitória se esta insígnia viesse na frente de suas tropas. Era o sinal Qui-Rô, as duas primeiras letras do nome de Cristo em grego. Isso foi estampado nos escudos da tropa, além de estandartes. O famoso Arco de Constantino, erigido para lembrar a vitória, possui este símbolo esculpido em seu panteão.

As tropas de Magêncio, (a dobradinha CAM+FMF contra Constantino), era no mínimo o dobro em quantidade de soldados. Em estratégia errada, em cobiça, a respectiva retaguarda dos inimigos ficou à mercê das margens do rio. No ataque da cavalaria de Constantino, muitos de Magêncio acuados na ponte, acabaram caindo no rio. O excesso de soldados em fuga não comportou todos na ponte. Constantino entrara de forma triunfal em Roma. Recebera o Arco do triunfo como lembrança eterna da vitória épica.

 

O primeiro desafio do novo escudo 

Sob o novo escudo do América Futebol Clube, composto pelas duas estrelas de campeão brasileiro 1997-2017, também tive um sonho. Era uma pelada de crianças, todos se divertindo, gol marcado por chinelos, só toque de primeira,  no meio daqueles garotos cuja idade se assemelha à faixa etária dos fundadores do América, vejo o volante Gutemberg, com o uniforme americano de campeão mineiro de 1993, ano que fizemos um 4 a 0 sem dó no nosso maior rival cacarejante. De traje completo, ele brincava com as crianças, e ria muito também. Justo o Gute, que não era a estrela daquele time, mas fez o gol de empate no último clássico de 1993, o que nos credenciou ir à Valadares buscar o título. Ele me entrega a nova camisa 2018. Acordei num misto de sensações. O estandarte foi entregue, sob o brilho das duas estrelas amarelas e dos meus olhos marejados ao acordar. A alegria verdadeira da criança vista de forma explícita no sonho é a mesma daquela que conheceu o América e que vive dentro do meu ser.

O sinal foi revelado: Um representante de um time que fez o Deca encarar federação e calou o cacarejante de 4, me entrega a camisa sorrindo, sem proferir uma palavra sequer. Senti um recado de “vai, parte pra cima”.  

 

Mesmo com tanta roubalheira? 

Sim, eu sei. A sensação que temos é que toda vez que o América joga contra os cacarejantes precisa fazer uns 4 gols para a bandidagem da arbitragem validar um. Mas pra quem luta contra tudo e contra todos, é buscar forças para bater mais esse obstáculo. Uns optam se entregar para desaparecer. Nunca foi o caso do América.

 

Espada, escudo e elmo 

Chegou a hora de encaramos aqueles que também tem a tropa infinitamente superior em quantidade, incluindo toda turma de “amarelo”. Sob o novo escudo, o COELHO vencerá. O sinal de Qui-Rô agora é outro: coe-lhô!!!!

Que todos os presságios de luta eternizados na antiga Alameda estejam presentes. O América luta pela honra dos que já se foram e aos que tentam entregar para as futuras gerações uma instituição repleta de glórias. “É imperioso o dever que nos impõe”: era uma frase estampada na carteira de sócio de 1971. Imperioso vem da luta em impor, na raça, no famoso queiram ou não, terão de nos engolir, em mais um capítulo que a história nos coloca em xeque. Arrastem todos ao campo!

É uma grande batalha, daquilo que se prolonga desde 1912. E que, ganhando ou perdendo, cada capítulo reforça somente uma máxima: JAMAIS NOS MATARÃO. O América Futebol Clube, bem como seu legado esportivo, social e cultural, SÃO ETERNOS!

Todos ao NOSSO campo. Lutaremos até o fim!

Um abraço verde. 

Mário César Monteiro
twitter.com/MarioMonteirone

Leia também: A gota versus Oceano

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A gota versus Oceano

 

Olhando pra gota e esquecendo o oceano a mais de cem anos.

Jamais campeão contra dobradinha FMF + CAM. Não se prendam em mais um fato. Analisem a História!

Após mais uma derrapada, num universo centenário de “erros” que o América sofre em clássicos contra o Atlético, resolvi ir além e pensar se já tivemos, em jogos decisivos, a condição de ser campeão tendo do outro lado a dobradinha CAM + FMF. E o resultado impressiona. Pois o Campeonato Mineiro já tem mais de 100 anos, sendo mais da metade no período profissional, e surge uma conclusão: considerando o período da Era Profissional do futebol mineiro, que se inicia na segunda metade dos anos 30, o América NUNCA conseguiu ser campeão tendo em uma final o adversário Atlético e um árbitro mineiro da FMF.

E com Árbitro NEUTRO?  

Parece uma loucura, mas não é. Quando teve árbitro de fora, na mesma situação de final contra eles, o América se sagrou campeão três vezes: 1948, 2001 e 2016.

Respirando os “ares” de Belo Horizonte  

Não acuso de haver algo ilícito nessa análise. Eu vejo muito mais o resultado de uma pressão que extrapola dos limites quando o árbitro da FMF apita decisões. A começar pelo aspecto de não haver profissionalização na categoria. Sendo assim, o árbitro está inserido no mercado de trabalho e exercendo as mais variadas profissões. E em contato com a sociedade, ele sabe tranquilamente, que se errar contra o Atlético, a série de represálias é grande: vai direto pra “geladeira”, pode ter interrompida a sua projeção para obter a chancela da FIFA, sofre falta de prestígio para a comissão do arbitral, pode até ser hostilizado e agredido nas ruas, pois a mídia explicita com veemência os erros quando lhe convêm e as consequências disso nos tempos atuais é imensurável. Alguém aqui imaginaria o árbitro José Roberto Wright tranquilamente escolhendo queijo no Mercado Central? Ou o Carlos Eugênio Simon saboreando um sorvete tranquilo num banco de praça na Savassi? Em menos de cinco minutos eles sofreriam o que vocês estão pensando mesmo por algum maluco fanático, alimentado pelas campanhas da mídia. Imagina então um árbitro que tem sua vida toda aqui em Belo Horizonte? Ele já entra no clássico cheio de “pé atrás”, alguns com medo de errar, outros se borrando mesmo.

O relâmpago deles é mais lento que o nosso 

É humanamente impossível o bandeira dar com tanta certeza o desfecho de dois lances tão instantâneos como no último clássico. O reflexo teria de ser imenso, fora dos padrões humanos. O reflexo ali só daria para enxergar a camisa. Pronto. Para bom entendedor, meio pingo é letra. Em qualquer lugar do mundo se espera um comportamento padrão de atuação. Ou seja, ou anula tudo que tiver dúvida, ou valida tudo. Se com recursos técnicos eu já vi versões positivas e negativas dos dois lances, a única certeza que tenho é que suscita a dúvida. É aí que está a questão. Não discuto o erro em si, isso todos nós estamos sujeitos. Discuto a diferença enorme de “convicções”.  Conversei com ex-árbitros e alguns foram categóricos, é um lance muito rápido, que o árbitro marca aquilo que ele achar primeiro e vai para o vestiário rezando para ter acertado e não cometer injustiça. E ao ver que errou no lance do Atlético, ele poderia validar o gol do América no segundo tempo nas duas interpretações: se ele achou errado o lance do América, compensa o erro do primeiro tempo. E se achar que foi gol, nada mais justo que correr pro meio. Nas duas situações de “interpretação” poderia se validar.

E numa tentativa de blindar os árbitros para o campeonato não perder a credibilidade – já que a Federação possui um presidente declaradamente torcedor do alvinegro, e que demonstra pelo menos tentar presidir sem “comprometimentos” da imagem – partiu pra cima da mídia com defesa do bandeira desmentindo o recurso técnico da TV. Isso daria discussão interminável.

Qual a maior relevância da discussão? 

De novo, o que está em jogo é a diferença de tomada de decisões em duas situações relâmpagos, não precisa discutir as particularidades de cada fato.

Isso tem que ser divulgado, pois a grande mídia trata como “choro” da presidência americana. Mas pra quem nunca estudou a história do futebol mineiro, entende os momentos como fatos isolados, adotaria essa mesma impressão. Quem verifica tudo como um processo histórico, entende perfeitamente o que o América passa em termos de lutar contra tudo e contra todos. É um tsnumani na linha do tempo.

E fica feio, Federação. Não ache que assim vocês estão reforçando o mais forte. Esse mais forte de MG, que possui mais de 40 títulos mineiros, é o único forte estadual do país que quando sai do Estado está a quase 50 anos sem ver título no brasileirão. Lá fora não tem FMF. Aí o “choro” passa a ser a tônica dos hipócritas de plantão que hoje ridicularizam a indignação americana.

Não estou dando valor demais em um clássico de turno, não estou tapando o sol com a peneira e evitando falar dos erros apresentados pela equipe do Enderson Moreira. Não caiam nessa e não enxerguem isso como mais um “mero” fato isolado. É HISTÓRICO!

Reparem que o Atlético voltou a não vencer, empatando com o Tupi. Perdeu pontos para a Patrocinense no Independência. Perdeu para o Villa com time dito alternativo. Só “sobrou” no clássico? Nos momentos chave? Aonde estava em jogo a permanência do técnico interino e de todo um planejamento anual? No primeiro clássico do ano televisionado? Só sobrou no 3×0, sem nenhum elemento facilitador? Só não enxerga quem não quer.

Justiça é diferente de benefício

Árbitro de fora não significa NUNCA que seremos beneficiados. E para ser justo, publico também as situações que o América perdeu com árbitro de fora em jogos decisivos contra o Atlético. Mas espera-se no mínimo isonomia, que erra para os dois, acerta para ambos, define dúvidas de forma proporcional, com um cara que desce do aeroporto, troca de roupa, apita, toma banho e vai embora. Não vive as semanas de ladainha dessa imprensa mineira que trata o alvinegro como Real Madrid, mas que lá fora não mete medo nem em time do Acre.

Olho no lance Salum! Um abraço verde.

P.S.:  A História não mente. Mesmo que queiram insistir e repetir erros…

Referências: Era profissional do Campeonato Mineiro: títulos do América e os confrontos em decisões contra o Atlético.

1 – 1948 | Árbitro de fora | América campeão
28/11/1948 – América 3×1 Atlético| Árbitro: Mr. Barrick (Inglaterra)

2- 1957 | Não houve final contra o Atlético |  América campeão
22/12/1957 – Democrata SL 1×4 América.
29/12/1957 – América 0x0 Democrata SL
5/1/1958 – América 1×1 Democrata SL

3 – 1958 | Árbitro de fora | Atlético campeão
14/4/1959 – América 0x1 Atlético | Alberto de Gama Malcher (RJ)
23/4/1959 – América 0x1 Atlético | Alberto de Gama Malcher (RJ)
*As finais do campeonato de 1958 foram disputadas em 1959.

4 – 1971 | Não houve final contra o Atlético* | América campeão
4/4/1971 – Atlético 1×2 América | Maurílio José Santiago (MG)
23/5/1971 – América 1×0 Atlético | Maurílio José Santiago (MG)
*Partidas de turno e returno. O campeonato foi disputado no sistema de pontos corridos.

5 – 1993 | Não houve final contra o Atlético* | América campeão
6/6/1993 – América 4×0 Atlético | Márcio Rezende de Freitas (MG)
20/6/1993 – América 2×2 Atlético | Lincoln Afonso Bicalho (MG).
*Partidas América x Atlético no quadrangular final

6 – 1999 |  Árbitro FMF | Atlético campeão
27/6/1999 – América 2×1 Atlético | Paulo César de Oliveira. (SP)
1/7/1999 – Atlético 1×1 América | Paulo Cesar de Oliveira (SP)
4/7/1999 – Atlético 1×0 América | Lincoln Afonso Bicalho (MG)

7 – 2001 | Árbitro de fora | América campeão
27/5/2001 – América 4×1 Atlético. Paulo César de Oliveira (SP)
3/6/2001 – Atlético 3×1 América. Paulo César de Oliveira (SP).

8 – 2010 | Árbitro FMF | Quartas-de-final | Atlético passou para a semifinal
24/1/2010* – América 1×1 Atlético. Cleisson Veloso Pereira (MG)
4/4/2010 – América 3×3 Atlético | Joel Tolentino da Mata Júnior (MG)
7/4/2010 – América 2×2 Atlético | Renato Cardoso Conceição (MG) | Expulsão do zagueiro Preto aos 37′ de jogo, quando o dominava a partida. O Atlético abre 2×0 no segundo tempo e o América, com um a menos, vai buscar o empate. (Vídeo com os lances da partida, incluindo a expulsão esdrúxula – https://youtu.be/rrYpk35SOrI)
* Jogo da fase de classificação

9 – 2011 | Árbitro de fora | Semifinal | Atlético passou para a final
24/4/2011 – América 1×3 atlético | Luiz Flávio de Oliveira (SP)
30/4/2011 – Atlético 2×1 América | Cléber Wellington Abade (SP)

10 – 2012 | Árbitro de fora | Atlético campeão
6/5/2012 – América 1×1 Atlético | Francisco Carlos do Nascimento (AL)
15/5/2012 – Atlético 3×0 América | Leandro Pedro Vuaden (SP)
*Ano do centenário americano

11 – 2014 | Árbitro FMF | Semifinal | Atlético passou para a final
23/3/2014 – Atlético 4×1 América | Cleisson Veloso Pereira (MG)
30/3/2014 – Atlético 1×1 América | Emerson de Almeida Ferreira (MG)

12 – 2016 | Árbitro de fora | América campeão
1/5/2016 – América 2×1 Atlético | Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
8/5/2016 – Atlético 1×1 América | Wilton Pereira Sampaio (GO)

SALDO:
América campeão com árbitro FMF contra o Atlético: 0. REPETINDO: ZERO.
América campeão com árbitro de fora contra o Atlético: 3.
Dos 6 sucessos do CAM, envolvendo finais e semi, 3 foram com árbitros de fora e 3 com FMF.

Conclusão : América NUNCA levantou uma taça no dia em que esteve um árbitro mineiro apitando contra o atlético na era profissional.

Mário César Monteiro
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Decadentes #122 – América 0x3 Atlético (Mineiro 2018)


“Se gritar pega ladrão / Não fica um meu irmão” — Ary do Cavaco e Bebeto di São João


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Decadentes #036 – Figueirense 2×2 América (Brasileirão 2016)

decadentes_thumb_036

Foi por pouco, foi contra o apito, foi num jogo lazarento, mas estamos trazendo um pontinho de Santa Catarina. Sim, está estabelecido que o Figueira é freguês. A reta final do campeonato está aí e vamos “aproveitar a Série A”. Por falar nisso, menino Ramon Gregório está presente, e explica com riqueza de detalhes e pormenores o acontecido no último domingo: foi chupeta ou reboque?

Vem cum nóis.

Convidados: Ramon Gregório e Sergio Tavares

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