De Letra – nº 1165

OLÁ, caros leitores semanais! Jogando relativamente bem em um só tempo de jogo (geralmente no segundo tempo), o meu glorioso e querido América corre o sério risco de ser rebaixado e ficar de fora da festa maior do futebol brasileiro na temporada do ano que vem. Confesso que não entendi muito bem a afirmativa do treinador Adilson Batista, no sentido de que o Coelho não vai ser rebaixado, como se o velho ludopédio fosse uma ciência exata. Ora, futebol é um negócio totalmente imprevisível, de resultados absurdos. É um esporte diferente de todos os demais. É como bumbum de criança e barriga de mulher. Não dá para adivinhar nada…

FALTANDO apenas oito rodadas para o término do Brasileirão, nosso treinador precisa prestar muita atenção no que está fazendo, escalando seus “protegidos” e substituindo pior ainda. Alguém entendeu as substituições que ele fez anteontem contra o Grêmio? De repente, com a vitória nas mãos (ou nos pés, sei lá), o “Professor Pardal” resolveu operar duas substituições que apenas ele entendeu. Leandro Donizete faça-me o favor! No “banco” ele é bem menos danoso ao Mecão. Ele só faltou tirar um dos melhores da equipe, o volante talentoso Zé Ricardo, o garoto bom de bola de Bom Jesus do Amparo/MG, terra de meus amigos Tatá Nogueira (conceituado advogado trabalhista) e Régio Teixeira Bicalho (empresário de veículos). Ainda está em tempo. Basta escalar corretamente e mandar o time “agredir” os adversários…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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De Letra – nº 1161

OLÁ, caros leitores semanais! É preciso que alguém diga aos cronistas cariocas que o meu glorioso e querido América não é nenhum Madureira da vida (idem, idem São Cristovão, Olaria, Bonsucesso etecétera). Meu clube foi fundado no final de abril de 1912 e é decacampeão estadual, feito atingido apenas pelo ABC, de Natal/RN. E, além disso, revelou, para o futebol mundial, exuberantes atletas como etecétera, todos com passagens pela Seleção Brasileira. Tostão e Gilberto foram campeões mundiais em 1970 e 2002…

ENTÃO, não estou entendendo as lamentações da crônica esportiva carioca por ter o Flamengo empatado com o Coelho (dois a dois), ontem, no nosso belo e confortável estádio Independência. O Urubu estava com tanto medo que até mudou de idéia e trouxe seu time titular. Quem jogou com um time misto foi o Mecão, que atuou desfalcado do lateral direito Norberto, do zagueirão Messias, do atacante Luan e do armador Rui. De se registrar, ainda, que o Mecão não contou, também, com os volantes talentosos Christian e Zé Ricardo. O triste foi ver a equipe começando o clássico nacional de ontem com 11 jogadores da famigerada “legião estrangeira”. Cadê a garotada criada em casa, Adilson Batista?

A verdade é que o Coelho fez o que poucos acreditavam: encarar, de igual para igual, sem medo, o poderoso Urubu, mesmo saindo atrás do placar por duas vezes. Marcamos dois gols de cabeça e tomamos também dois gols de cabeça, em bobeadas terríveis…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1160

OLÁ, caros leitores semanais! Há muito tempo não se via uma equipe de futebol jogar tão bem, como o meu glorioso e querido América na noite da última quarta-feira, quando “calou” a metade do estádio e obrigou a outra metade a ir embora mais cedo. Todo mundo vaiando o quase imbatível Sport em seus domínios. Nunca, jamais alguém poderia supor que tal fenômeno do velho ludopédio pudesse acontecer uma dia. Nem o fantástico timaço do Santos de um fenômeno chamado Pelé conseguia tal façanha na década de 60. Lá no Recife, de mulheres bonitas e muros baixos, o “buraco é mais embaixo”. Em Pernambuco tem disso não! Se bobear o Leão come, não perdendo nem tempo de jogar no mar. Leão por leão o Coelho está acostumado a devorar, o das Minas Gerais e o de Pernambuco…

O COELHO “voou” em campo! Guardando-se as devidas proporções, ousaria afirmar que deu para se lembrar daquele estupendo time do América de 1973, sétimo colocado do Brasileirão. Duas equipes que começavam com dois goleiraços (Neneca e João Ricardo) e contavam com bons jogadores nas demais posições. O problema é que o time de 1973 tinha um “quarteto mágico” formado por Pedro Omar, Juca Show, Spencer e Edson Ratinho, um meio-de-campo inigualável, superado somente pelo trio santista daquele tempo, formado por Zito, Mengálvio e Pelé…

PS – Se o Mecão continuar jogando bem até o final da Série A, pode ocorrer uma posição melhor e uma competição internacional pela vez primeira (Libertadores ou Sul-americana). Por enquanto, somente nove clubes estão na nossa frente. Quem diria? Se a canoa não virar…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1159

OLÁ, caros leitores semanais! “Eu fico com a pureza da resposta das crianças e digo que a vida é bonita, é bonita e é bonita”. É o tal negócio. O negócio é como dizia o saudoso cantor e compositor Gonzaguinha, “viver e não ter a vergonha de ser feliz”. Mas, tem caso que é preferível ficar com a voz da experiência. Isso ficou evidente no final do jogo da noite de ontem na nossa bela e confortável Arena Independência no quadro “Seu nome, seu bairro”, do radialista filho do Gaia (favor não confundir com o Gaia, zagueirão do Coelho nas décadas de 40 e 50), quando foi ouvida a dona Juju, hoje, a mais conhecida torcedora americana, que até os cabelos já andou pitando de verde. É fanática mesmo…

FOI só o repórter colocar o microfone da Rádio Itatiaia na direção de sua boca para ela dizer uma verdade que pouca gente no clube deve saber: o atacante Rafael Moura não serve para o Coelho. Está “enganando” desde que veio para o nosso clube. O gol que o distinto perdeu ontem seria o de nossa sétima vitória no Brasileirão. Na “cara” do goleiro Júlio César do Fluminense, chutou para fora o que teria sido uma importante vitória. Era só tocar no canto, tirando do goleiro e sair para o abraço. Difícil? Nem para uma criança. Aí, eu é que iria ficar com a pureza da resposta das crianças e iria dizer que vida de americano é bonita, é bonita e é bonita. Como sete é conta de mentiroso, a sétima vitória ficou para depois…

PS – O ala Carlinhos também perdeu um gol incrível: na pequena área, isolou o esférico para a arquibancada. Que feio…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1158

OLÁ, caros leitores semanais! Estão dando ao sofrido torcedor americano o direito de duvidar da inteligência (futebolística, bem entendido) do treinador Adilson Batista. Ora, errar é humano, mas, permanecer no erro, é uma tremenda burrice! Futebol, pelo que sei, é um esporte inventado para se fazer gols. Quanto mais, melhor! Tanto que, na sua origem, eram cinco os atacantes. Hoje, time que tem dois no ataque é uma equipe agressiva. Retranca é covardia…

POIS bem! Onde, em que anuário, alfarrábio ou almanaque consta que um time de futebol pode atuar com um goleiro, três laterais (ou alas, sei lá), três zagueiros e quatro volantes. Cadê os atacantes? Esse time, infelizmente, tem sido o meu glorioso e querido América, que foi dos treinadores Enderson e Ricardo e hoje é do Adilson. O Coelho viajou para Salvador/BA sem seu único atacante razoável (Rafael Moura) e sem seus melhores volantes (Christian e Zé Ricardo). Com a inaceitável escalação, um aviso foi dado, a despeito dos idiotas “treinos secretos”: o Coelho foi para a Bahia perder de pouco ou jogar por uma bola. Então, de que valeu viajar com uma equipe defensiva por excelência? Se atacando na Boa Terra seu time maior, imagine, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, o que significa jogar em escandalosa “retranca”. Ora, baiano pode ser preguiçoso, burro, nunca. Três zagueiros. Credo! A invenção não serviu sequer para evitar o gol solteiro do Bahia, após o infeliz rebote do goleirão João Ricardo. Resumindo: está tudo errado…

PS – Não conheço Christian, Zé Ricardo e Rafael Moura. E nem tenho procuração para defendê-los. Portanto…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1157

OLÁ, caros leitores semanais! Mas é verdade, é sim senhor, quem me contou foi um pescador, como diria o gênio da música e do humorismo brasileiros, o mineiro de Ituiutaba Moacir Franco, sobrinho do meu saudoso amigo Adelício Franco, companheiro de noitadas históricas no “Casão”. Ah, quantos “guaranás” rolaram em nossas mesas na década de 80! Mesas que nós dividíamos com grandes amigos americanos como o saudoso Sávio Capanema Ferreira de Melo, seu primo Túlio Costa Ferreira de Melo, Daniel Freire Brito e Fábio Silva. Bons tempos. Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Joaquim Gonçalves, exemplar serventuário da Justiça.

É verdade, sim, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Quem poderia imaginar que o meu glorioso e querido América poderia sair ileso das duas derradeiras rodadas do Brasileirão, enfrentando dois ex-campeões do mundo? Ninguém, não é mesmo? Nem o mais fanático dos americanos, grupo do qual faço parte. Pois é, o Coelho derrotou o Internacional/RS no Gigante do Horto e o também meu Santos na Vila Belmiro. Duas partidas diferentes e duas vitórias importantes. O Inter foi facilmente dominado, mas o Peixe deu um trabalho danado. Placar menor, com gol do armador Ruy de pênalti. De resto, um “sufoco” dos praianos. Jogar na Vila não é fácil para ninguém. O “mago” Adilson Batista armou uma bela “retranca”. Duas bolas nas nossas traves e defesas incríveis do goleirão João Ricardo. Até de cabeça ele salvou gol. Na próxima rodada o Mecão pode pular para a nona colocação. E estava na zona

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1156

OLÁ, caros leitores semanais! Habemus treinador! Desempregado há três anos, o durão Adilson Batista chegou para tentar recolocar o meu glorioso e querido América no bom caminho. Vitorioso em outros clubes importantes do futebol brasileiro, o filho do também treinador Nelsinho Batista está prometendo muito trabalho. Sem moleza. O negócio no Coelho será árduo. Tipo dureza mesmo. O homão chegou disposto ao nosso centro de treinamentos. Ele é da teoria da inesquecível musa Leila Diniz, para quem o homem deve ser durão (se não chegar agora não precisa chegar, pois vou embora ler a coluna do Zé Migué)…

O interessante é que o Adilson Batista está pegando o Coelho em sua terceira fase de 2018 (a primeira foi com o Enderson Moreira e a segunda com o Ricardo Drubscky). E nós ainda estamos no mês de número sete (xi, conta de mentiroso). Enderson, Ricardo e Adilson. Três mágicos para tirar “coelho da cartola”. Se o Mecão vencer o Internacional/RS amanhã (pode sim, por que não?) qual dos três treinadores seria coroado como “salvador da pátria”? O Enderson armou o time (bem ou mal é bem verdade), o Ricardo dirigiu a equipe nos dois derradeiros jogos e o Ricardo por enquanto está somente olhando como se coruja fosse. E o torcedor não quer nem saber. Ele quer é ver bola na rede e as bandeiras verdes e brancas tremulando no Gigante do Horto. Dá-lhe Mecão, que já foi de Enderson e de Ricardo e agora é de Adilson. Meu e da nossa torcida também, por que não?

PS – Vamos lá, Adilson Batista!  O Coelho tem que voltar a ser durão…

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De Letra – nº 1155

OLÁ, caros leitores semanais! Na coluna anterior, deixei um intrigante aviso: “Cuidado com a Segundona, minha gente”. Repito: olha a Segundona aí novamente gente! É aquela estória do quem avisa amigo é. Depois, não me venham com aquela cantiga de ninar de que não avisei. Eu e toda a sofrida torcida americana. Desta vez todos nós estamos nos sentindo enganados. O discurso da atual diretoria americana não foi cumprido. O assíduo e atento leitor de meu modesto Blog internacional deve estar se lembrando da “conversa fiada” de que na atual temporada o clube poderia trazer bons reforços, vez que o nosso glorioso e querido América teria mais dinheiro para investir. E aí, o pessoal investiu errado ou o dinheirão prometido não chegou até hoje? Estaria vindo de “trem pagador”?

ONTEM, foi reavivada aquela histórica indagação: quem não ganha do Paraná vai ganhar de quem? Terrível e inaceitável derrota ainda que pelo placar menor e fora de casa. Ora, o time paranaense marcou seu gol solteiro aos 15 minutos de jogo (nova falha coletiva de nosso setor defensivo) e foi todo para uma intransponível retraça (o goleiro no gol e os outros dez jogadores no campo defensivo. Mesmo assim conseguiu uma meia dúzia de contra-ataques que, não fossem algumas defesas incríveis do goleirão João Ricardo, sei lá, o Coelho poderia ter “caído de quatro” ou levado “mão cheia”. Tudo por falta de um ataque. Nunca vi clube algum vencer jogos e conquistar títulos sem ataque. Ataque de riso não vale…

PS – O Coelho chegou à zona (de rebaixamento, bem entendido). Atrás dele só Paraná, Atlético/PR e Ceará. Sem comentários…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1154

OLÁ, caros leitores semanais! A Copa do Mundo da Rússia afastou-me de minha modesta coluna, por algum tempo. Aliás, foi o Mundial mais fácil de se conquistar, vez que os favoritos (?) Brasil, Alemanha, Uruguai, Inglaterra, Espanha e Argentina estavam uma “draga”, ao passo que a Itália sequer se classificou para a competição. E para piorar ainda mais a nossa situação, o Neymar resolveu não entrar em campo, preferindo levar “coices” dos adversários e rolar pelo gramado, virando chacota dos desportistas de todo o Planeta. Ridículo! E ainda queriam compará-lo com o maior atleta de todos os tempos. Toque sutil: com 26 anos o Neymar não sabe o que é ser campeão mundial, ao passo que Pelé, na mesma idade, já era bicampeão de Seleções (1958 e 1962) e de clubes (1962 e 1963, com o também meu Santos)…

BEM, Mundial, agora, só em 2022, no Qatar. Que coisa na noite de ontem no Mineirão hein, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Que clube grande é esse que escala quatro volantes no meio de campo, demonstrando claramente seu medo do adversário. Deprimente foi ter visto tais volantes “perdidos” no gramado e o ótimo Zé Ricardo “batendo palmas para eles” no branco de reservas. Um erro imperdoável de nossos dois treinadores, o ex Enderson Moreira e o atual Ricardo Drubscky (quem cairá primeiro?). Aliás, os gols de ontem não passaram de um festival de erros: o do Coelho foi uma “procopada” do zagueiro Dedé e os três da Raposinha em erros infantis do nosso goleirão (até tu, João Ricardo?) e de nossos zagueiros e alas. Cuidado com a Segundona, minha gente…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
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De Letra – nº 1152

OLÁ, caros leitores semanais! Judas ressuscitado! O barbadinho voltou! Que bela traição! Que papelão, hein, Enderson Moreira? Depois de falar que ainda iria completar o plano que ajudou o meu glorioso e querido América traçar, resolveu, de um momento para outro, pedir o boné e se mandar para Salvador, na tentativa de salvar o Bahia, que está se afundando no Brasileirão. Isso, em minha querida Abre Campo, tem nome e sobrenome: traição, um sentimento nada nobre. O “Judas Escariotes” está pegando o Bahia na Zona de Rebaixamento, enquanto o Coelho está ainda em situação cômoda. Tirar o Bahia de novo rebaixamento não deve ser tão difícil assim. Difícil é não deixar o Mecão ser rebaixado. No Nordeste, qualquer coisa que o Enderson fizer já será um tremendo lucro. Mas, se deixar o Coelho cair…

O Enderson Moreira até que poderia fazer um grande favor para o Coelho, levando para a Boa Terra alguns “bondes” que atrapalhavam mais do que ajudavam. Não vou citar nomes, pois o treinador sabe muito bem de quem estou falando. Uma meia dúzia de quatro ou cinco enganados pela cegonha, vez que, do velho ludopédio nada sabem. Aí, quem sabe, ele conseguiria um título de expressão no futebol brasileiro? Ou, até mesmo, um trabalho mais aceitável? O que nós americanos não queremos

Miguel Santiago
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