De Letra – nº 1158

OLÁ, caros leitores semanais! Estão dando ao sofrido torcedor americano o direito de duvidar da inteligência (futebolística, bem entendido) do treinador Adilson Batista. Ora, errar é humano, mas, permanecer no erro, é uma tremenda burrice! Futebol, pelo que sei, é um esporte inventado para se fazer gols. Quanto mais, melhor! Tanto que, na sua origem, eram cinco os atacantes. Hoje, time que tem dois no ataque é uma equipe agressiva. Retranca é covardia…

POIS bem! Onde, em que anuário, alfarrábio ou almanaque consta que um time de futebol pode atuar com um goleiro, três laterais (ou alas, sei lá), três zagueiros e quatro volantes. Cadê os atacantes? Esse time, infelizmente, tem sido o meu glorioso e querido América, que foi dos treinadores Enderson e Ricardo e hoje é do Adilson. O Coelho viajou para Salvador/BA sem seu único atacante razoável (Rafael Moura) e sem seus melhores volantes (Christian e Zé Ricardo). Com a inaceitável escalação, um aviso foi dado, a despeito dos idiotas “treinos secretos”: o Coelho foi para a Bahia perder de pouco ou jogar por uma bola. Então, de que valeu viajar com uma equipe defensiva por excelência? Se atacando na Boa Terra seu time maior, imagine, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, o que significa jogar em escandalosa “retranca”. Ora, baiano pode ser preguiçoso, burro, nunca. Três zagueiros. Credo! A invenção não serviu sequer para evitar o gol solteiro do Bahia, após o infeliz rebote do goleirão João Ricardo. Resumindo: está tudo errado…

PS – Não conheço Christian, Zé Ricardo e Rafael Moura. E nem tenho procuração para defendê-los. Portanto…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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Decadentes #150 – Bahia 1×0 América (Brasileirão 2018)

Retranca lamentável e o castigo no início do segundo tempo. Confronto direto, Coelhão, não pode voltar pra casa de mãos abanando.

CONVIDADOS: FILIPE DE LEUCAS E RAINER RADICCHI


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Decadentes #149 – América 0x0 Palmeiras (Brasileirão 2018) (Corrigido)

Empate. Não o melhor dos resultados, mas um importante ponto contra um dos melhores (se não o melhor) plantéis do País.

CONVIDADO: MARCÃO DO CASTELO


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Decadentes #148 – Santos 0x1 América (Brasileirão 2018)

Vencemos! Com o time desfigurado, sem vários titulares, no segundo jogo de Adilson Batista no comendo que ainda mal teve chance de treinar a equipe, fomos à Vila Belmiro em busca de um empate e voltamos com uma vitória.

Ah, antes que eu me esqueça, foi muuuuito pênalti.


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De Letra – nº 1157

OLÁ, caros leitores semanais! Mas é verdade, é sim senhor, quem me contou foi um pescador, como diria o gênio da música e do humorismo brasileiros, o mineiro de Ituiutaba Moacir Franco, sobrinho do meu saudoso amigo Adelício Franco, companheiro de noitadas históricas no “Casão”. Ah, quantos “guaranás” rolaram em nossas mesas na década de 80! Mesas que nós dividíamos com grandes amigos americanos como o saudoso Sávio Capanema Ferreira de Melo, seu primo Túlio Costa Ferreira de Melo, Daniel Freire Brito e Fábio Silva. Bons tempos. Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Joaquim Gonçalves, exemplar serventuário da Justiça.

É verdade, sim, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Quem poderia imaginar que o meu glorioso e querido América poderia sair ileso das duas derradeiras rodadas do Brasileirão, enfrentando dois ex-campeões do mundo? Ninguém, não é mesmo? Nem o mais fanático dos americanos, grupo do qual faço parte. Pois é, o Coelho derrotou o Internacional/RS no Gigante do Horto e o também meu Santos na Vila Belmiro. Duas partidas diferentes e duas vitórias importantes. O Inter foi facilmente dominado, mas o Peixe deu um trabalho danado. Placar menor, com gol do armador Ruy de pênalti. De resto, um “sufoco” dos praianos. Jogar na Vila não é fácil para ninguém. O “mago” Adilson Batista armou uma bela “retranca”. Duas bolas nas nossas traves e defesas incríveis do goleirão João Ricardo. Até de cabeça ele salvou gol. Na próxima rodada o Mecão pode pular para a nona colocação. E estava na zona

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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Voltamos!

Estamos todos de volta! Esta coluna, o time do América, a primeira página da classificação do campeonato e a autoestima dos americanos.

Informo a todos que estou vivo após o jogo de ontem. Informo inclusive ao Doutor Kleysson, meu cardiologista, que atualmente é o maior adversário do meu Coelhão. Já me disse que não há remédio pro coração que resolva o problema de quem torce pro América. Mas fico tranquilo, porque se meu coração estiver para sofrer um ataque, o Juninho ou o Messias desarmam!

A nação americana, limitada atualmente a norte pelo Fluminense e a sul pelo Botafogo, chegou a 20 pontos em um jogo que teve todos os ingredientes de tensão possíveis, com exceção de uma expulsão. O Santos teve duas bolas na trave, 31 finalizações e muita posse de bola, mas como a expressão da moda é “saber sofrer”, sofremos mais do que nunca. Inclusive soubemos sofrer com a dignidade de um poeta, de um personagem da poesia épica.

Nova era?

Como não vi os jogos contra as meninas e contra o Paraná, a era Drubscky só me atingiu psicologicamente. Na coluna anterior, acreditava que não funcionaria. E como disse o Barão de Itararé: “De onde não se espera nada é que geralmente não vem nada mesmo”. Na verdade  a era Drubscky passará na história do campeonato 2018 como um “bode na sala”.

Você e sua família mudam para um apartamento pequeno e todos reclamam que não há espaço, que antes era melhor e etc. O pai da família compra um bode e coloca no meio da sala. O bode, sendo um bode, faz as coisas de um bode. Defeca na sala, faz barulho, come o sofá e incomoda a todos. O pai da família então vende o bode e todos acham maravilhoso o novo espaço aberto.

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Fonte: Mourão Panda(@photompanda) / América MG

Sendo assim, a chegada de Adilson Batista após o bode foi muito bem aceita por todos nós. Se Adilson fosse contratado na parada da Copa, imagino que a resistência a ele seria muito maior, com toda a discussão sobre o tempo que ficou parado e seus últimos trabalhos.

Ainda é cedo para que Adilson tenha feita alguma mudança mais efetiva no time, mas ao que parece provocou uma vibração positiva no time, o que o Judas Moreira devia e muito. Tem apostado na experiência, jogando com Wesley, Magrão e Marquinhos por exemplo.

Acredito que Adilson Batista tem tudo pra dar certo no Coelho. É um estudioso, mesmo que goste de inventar o ininventável de vez em quando. Entre as opções que se dispuseram ao Coelho, acho que é uma das melhores. Só acho uma pena que tenhamos perdido a parada da Copa em uma era desnecessária e infrutífera.

O jogo

Na minha opinião, jogamos muito bem defensivamente e quase zero no ataque. Entendo que por opção do treinador em jogar fechadinho. Valem os três pontos.

João Ricardo muito bem, Matheus Ferraz evoluindo. Messias e Juninho verdadeiros monstros em campo. Magrão não comprometeu. Como destaques negativos, Marquinhos que só sofreu o pênalti em 90 minutos e Aderlan, que deixou muitas brechas na defesa.

No próximo jogo contra o Palmeiras temos uma missão dificílima, mas precisamos comparecer em peso!

Foto da Capa: Mourão Panda(@photompanda) / América MG

Decadentes #147 – América 2×1 Internacional (Brasileirão 2018)

Reencontramos a vitória! Já está virando rotina fazer bons jogos contra o Inter. Seremos os primeiros a reconhecer que se fossem marcações contrários, estaríamos chiando um monte, mas não acho que a arbitragem foi determinante no resultado do jogo.

CONVIDADO: MARCÃO DO CASTELO E FELIPE AMORE


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