Decadentes #202 – América 2 x 1 Cuiabá (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

Pintou o campeão!

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Decadentes #201 – América 4 x 3 Londrina (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

Acreditem, ganhamos! E que vitória sofrida….

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Decadentes #199 – Paraná 0 x 0 América (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

Tá ruim, mas tá bom, Ou vice-versa…

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Decadentes #198 – Ponte Preta 0 x 1 América (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

Tem que curtir essa vitória aí!

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Decadentes #197 – América 0 x 0 Oeste e América 0 x 1 Atlético-GO (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

Duas cacetadas em uma semana só!

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Desabafo americano

Eu fui o Americano. Estive junto ao meu time nas pequenas e grandes batalhas.  Eu fui o amor na ponta da chuteira do Wellington Paulo na final da série C. Eu fui o carinho do Euller distribuindo ingressos na porta do antigo independência. Já fui a lágrima do último americano a trancar as portas da Alameda antes de sua venda. Também fui o choro do Rafael Lima na cabeçada de 2017. Serei o Americano enquanto ele existir e depois.

Hoje sou Esperança. Esperança de dias melhores no CT Lanna Drummond. Não, não me convença a torcer para outro time, porque a essência do amor que tenho ao América é único e intransferível. Já vivi as trevas da Série C e do módulo 2 do mineiro e tenho pesadelos com esses momentos, que vivi intensamente, tão intensamente quanto se jogasse um mundial. Se Guimarães Rosa disse que o sertanejo é um bravo, o Americano é a brava paixão de torcer por um time que faz de tudo para que o abandonemos.

Permita-me evitar uma imprecisão: o time que nos maltrata é diferente da instituição América, pois chamo de time o retrato atual de sua diretoria, seus conselhos, sua comissão técnica e seus jogadores. Esses passarão,mas enquanto estão, não nos permitem passarinhar quintaneiramente.

Certas coisas são sintomáticas. Em julho, ainda não temos um patrocinador master. Se não foi possível encontrar um patrocinador master, é claro que ninguém aposta em nós. Carregamos um peso do ano passado, pagando salários fora da nossa realidade por exemplo ao Leandro Donizete. 100 mil reais a menos por mês em um orçamento já exíguo. A formação de um elenco com jogadores em fim de carreira, sem gana e conformados com a segunda prateleira do futebol brasileiro, produziu um time sem vontade, sem técnica e sem raça. A titularidade do quinto reserva do Vasco em detrimento de um dos melhores volantes da base é para nós um tapa na cara.

Treino do América 09072019

Não concordo com acusações de crime ou algo do tipo em relação à diretoria. Não existem indícios nessa direção. Acuso Salum e companhia de incompetência, derivada da soberba absolutista que domina aquele andar do Boulevard, onde dezenas de fotos de ex-presidentes assombram uma sala de troféus que nunca saiu do papel. 

Existe uma máxima estatística que diz que sucessos passados não garantem certeza de sucesso futuro. Agradeço ao Salum pelas alegrias que nos deu no passado. Sei de sua abnegação pelo América e nunca negarei sua paixão. Mas também não caio nessa conversa de que só assume porque ninguém mais quer pegar esse “abacaxi”. Sua centralização evitou que tivéssemos um diretor de futebol na formação do elenco, levando a distorções. Sua quase onipresença evita que novas lideranças sejam formadas no América.

A soberba fica ainda mais clara quando Salum comete o mesmo erro do ano passado. Assim como escolheu Drubscky porque este queria voltar a ser técnico, fez o mesmo esse ano com Felipe Conceição. São pequenos para o América. Ou pelo menos para o América que mora em meu coração. Perdemos mais uma parada que poderia nos ser benéfica com um técnico que trouxe apadrinhados e não conseguir formar um esqueleto de time.

É preciso planejar para dar certo. Se o planejamento for bem feito, e ainda assim falhar, é preciso corrigir na execução. Se durante a execução ainda não der certo, é preciso corrigir o caminho.

A Zuzu ter sido escolhida terça passada como melhor em campo foi a decisão mais justa. Entre a incompetência e o amor incontestável, escolho o amor. Porque os times passam, mas o amor da torcida encarnada naquela senhorinha de cabelo verde se mantém. Assim como Dona Zuzu chega ao Independência amparada por quem a ama, nós, A Torcida, chegamos amparados á esperança de dias melhores.

Sou a Esperança e espero por uma nova vida ao meu clube.

Decadentes #196 – Vila Nova 1 x 1 América (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

CapaYoutube_2019_196

Eta má fase comprida!

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O tempo não para…

“Eu vejo o futuro repetir o passado”, talvez Cazuza fosse americano e não se sabia… 

Outro ano com um período longo de Inter temporada, outra vez em que trocamos de treinador logo após esta parada, e assim vamos perdendo mais um ano, falhando em nossa missão de nos firmarmos como clube de série A.  

Felipe Conceição durante treino no CT Lanna Drumond – Foto: Estevão Germano / América

Após curta e tenebrosa passagem, trocamos o biscoiteiro Barbieri por Felipe “Tigrão” Conceição, uma unanimidade por outra. Quando houve o anúncio de Barbieri como nosso treinador a torcida unanimemente aprovou a ideia, profissional promissor, “estudioso”, buscando vingar… O que deu errado? 

Bem, talvez este elenco seja um abacaxi maior do que ele poderia descascar. Na sua curta passagem pelo clube, o time não engrenou, e continuou apresentando os mesmos problemas da última era Givanildo. 

Gerson Rocha, Felipe Conceição e Givanildo Oliveira durante treino na tarde de quarta-feira, 13/3/2019, no CT Lanna Drumond – Foto: Mourão Panda / América

A passagem de Givanildo neste ano durou 17 jogos, nos quais marcamos 27 gols e sofremos 19. Com o biscoiteiro foram apenas 7 jogos, no qual marcamos 6 gols e sofremos 12 gols. A diferença nestes números pode se mascarar um pouco no fato de a maior parte dos jogos do Giva terem sido do campeonato mineiro, entretanto e sintomático o fato de que, defensivamente o time ia mal com o interminável mestre dos magos americano e piorou com o Barbiere. 

Hoje somos o time mais fácil de ser vazado na série B, a cada 5.79 finalizações do adversário sofremos um gol, e para piorar um pouco, nosso time reage mal aos gols sofridos. Em um comparativo dos 15 minutos antes e depois de sofrer gols, nossa média de finalizações cai de 2.34 para 1.23 e a quantidade de passes trocadas diminui, caindo de uma média de 50.9 para 35.93. 

Ou seja, apesar de prezar pela posse, após sofrermos gols passamos e ter menos a bola e trocar menos passes e consequentemente, finalizar menos. 

Nosso ataque também caiu de rendimento com o aventureiro carioca, se nosso ataque não foi brilhante no início do ano, as mudanças feitas por Barbiere não ajudaram, e ao que pese o fato de o Viçosa não ser um primor técnico, ele e nosso artilheiro no ano, e foi deixado completamente de lado. E num ataque móvel comandado pelo Belusso em má fase passou a reter menos bola no ataque e a fazer menos gols. 

Maurício Barbieri durante treino no CT Lanna Drumond – Foto: Mourão Panda / América

E e neste ponto que mora o maior problema do Barbiere ao meu ver, o apego que ele teve a certos jogadores, que culminou em afastar o Christian ainda mais do time titular já de início, até o ponto de retirar o Zé Ricardo em prol do possante Maranhão. A mão dele pesou muito em trocar onde tínhamos o menor de nossos problemas, reforçamos o setor onde as peças que tínhamos eram melhores das buscadas a pedido do biscoiteiro, e nossos maiores problemas no elenco persistem… 

E ao que pese o fato de a diretoria ter evitado um Pardal batista 2.0 abortando a missão biscoito antes que fosse tarde demais, o Bonde do Tigrão se apresenta como um Tião Drubsky 2.0, novamente efetivamos alguém que já estava no clube cujo currículo não o credencia ao cargo, é que tal qual o mentor que o trouxe ao clube ano passado, e unanimidade na torcida de péssima escolha. 

E o que podemos esperar de nosso novo treineiro? O que esperar daquele que comandava os treinos para o Givanildo? O que esperar daquele que vê no Drubsky um exemplo de treinador? Bem… talvez só nos reste apelar ao Cazuza novamente, e cantar o Blues da Piedade
 
“Agora eu vou cantar pros miseráveis 
Que vagam pelo mundo derrotados… 
… 
Vamos pedir piedade 
Senhor, piedade 
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem.”

Decadentes #195 – América 0 x 4 Figueirense (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

De onde você não espera nada é que não vem nada mesmo…

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Decadentes #194 – Bragantino 2 x 0 América (Campeonato Brasileiro – Série B 2019)

É pra fechar com chave de lixo…

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