Decadentes #165 – América 0x1 Paraná (Brasileirão 2018)

Perdeu pro Paraná, em casa, com uma a mais, vai ganhar de quem?! Acabou a era Adilson Batista. Olá, GivaMito!


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Decadentes #164 – América 1×2 Cruzeiro+Apito (Brasileirão 2018)

A situação se apertou. Estamos na Zona e o Pardal não mostra sinais de mudança no time que não consegue vitórias. Apertou, mas desistir, jamais.

CONVIDADO: FILIPE DE LEUCAS


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Decadentes #163 PIRATA – Chapecoense 1×0 América (Brasileirão 2018)

Sergio Tavares retorna para tomar o controle a acertar a casa decadêntica.

CONVIDADO: RONNE “FORMIGA” FRANKS

CAMISA DOS DECADENTES: COMPRE A SUA
https://decadentes.com.br/2018/10/20/camisa-dos-decadentes-pre-venda/


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Esperança decadente

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Foto: Daniel Hott / América

O momento que passamos não é dos melhores, nossa seca de vitorias no momento é grande e ver toda nossa distancia para a zona de rebaixamento ter sido reduzida a pó é de fato preocupante e traz duras, e merecidas, críticas ao nosso treineiro, Parda Batista. Entretanto há de se relativizar certas coisas, e vou tentar ter uma visão um pouco mais otimista para nossos próximos jogos. 

Times  Posto Ipiranga  Pardal Batista 
Sport  vitória  vitória 
Flamengo  derrota  empate 
Vitoria  vitória  derrota 
Vasco  derrota  vitória 
Ceara  empate  empate 
Botafogo  vitória  derrota 
São Paulo  derrota  empate 
Corinthians  derrota  empate 
CAP  vitória  derrota 
CAM  derrota  empate 
Chape  empate  derrota 

 

Analisando os jogos do primeiro turno que correspondem aos já disputados no segundo, com o Posto fizemos 14 pontos, com o Pardal, 11.  Na dura analise destes números é uma diferença de 3 pontos, o que na nossa briga contra o descenso é muito, entretanto pode-se perceber que nosso desempenho nunca foi muito brilhante. 

É verdade que o futebol apresentado pelo time sob a batuta do Pardal não é bom, o time até fez bons jogos contra o flamengo, o Inter, o Vasco, os galináceos de Vespasiano, mas em geral o futebol é muito pobre, finalizamos pouco e quase não fazemos gols. Mas como escrevi no último texto, em estatísticas o time até mantem mais a bola que o carrossel Ipirangues (cuja fama se deve mais pela série B do que por este ano). O que me faz acreditar que, ainda que o estilo de jogo com o Posto fosse um pouco mais aprazível no geral, não podemos esquecer que fizemos jogos muito ruins com ele também, como os jogos contra Vasco, Corinthians, São Paulo e Chape, o que me faz crer que estaríamos também nesta situação ainda que não tivéssemos sido traídos pelo Judas tecedor de cestas. 

Eu não nutro simpatia pelo Pardal, em verdade, achei um erro a sua contratação, não um erro tão grande quanto efetivar o Tião das Perdas Drubsky, mas ainda sim um erro. Não acho que ninguém muito competente fica 3 anos sem comandar um time de futebol, e os seus últimos trabalhos antes desse longo hiato não podem ser definidos como de sucesso. Mas ainda tenho esperança. 

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Foto: Daniel Hott / América

Minha esperança reside no fato de que agora passaremos pela sequência que com o Tião Drubsky tivemos duas derrotas e depois o período dourado do Pardal na sua curta passagem pelo América.  Tenho esperança pois enfrentaremos agora um Cruzeiro relaxado, em ritmo de férias e depois o já rebaixado Paraná, e nessa situação, nesta luta contra o rebaixamento, duas vitorias seguidas dão um animo muito grande e podem ajudar a depois de obter esses 6 pontos, buscar os pontos restantes para conseguir a permanência na série A. Tenho esperança pois embora não esperasse nada do Pardal ele conseguiu alguns bons resultados e creio que os pode voltar a conseguir. 

Sei que o momento é difícil, mas não joguemos a toalha ainda. O futebol que apresentamos não é bom, mas o nível do futebol no Brasil como um todo não o é. Agora mais do que nunca época o momento de abraçar o time, de ir ao Indepa, de incentivar e torcer da forma que cabe a cada um, mas se fazendo presente. Afinal, se a esperança época verde, façamo-la Alviverde e preta.

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Foto: Mourão Panda / América

De Letra – nº 1165

OLÁ, caros leitores semanais! Jogando relativamente bem em um só tempo de jogo (geralmente no segundo tempo), o meu glorioso e querido América corre o sério risco de ser rebaixado e ficar de fora da festa maior do futebol brasileiro na temporada do ano que vem. Confesso que não entendi muito bem a afirmativa do treinador Adilson Batista, no sentido de que o Coelho não vai ser rebaixado, como se o velho ludopédio fosse uma ciência exata. Ora, futebol é um negócio totalmente imprevisível, de resultados absurdos. É um esporte diferente de todos os demais. É como bumbum de criança e barriga de mulher. Não dá para adivinhar nada…

FALTANDO apenas oito rodadas para o término do Brasileirão, nosso treinador precisa prestar muita atenção no que está fazendo, escalando seus “protegidos” e substituindo pior ainda. Alguém entendeu as substituições que ele fez anteontem contra o Grêmio? De repente, com a vitória nas mãos (ou nos pés, sei lá), o “Professor Pardal” resolveu operar duas substituições que apenas ele entendeu. Leandro Donizete faça-me o favor! No “banco” ele é bem menos danoso ao Mecão. Ele só faltou tirar um dos melhores da equipe, o volante talentoso Zé Ricardo, o garoto bom de bola de Bom Jesus do Amparo/MG, terra de meus amigos Tatá Nogueira (conceituado advogado trabalhista) e Régio Teixeira Bicalho (empresário de veículos). Ainda está em tempo. Basta escalar corretamente e mandar o time “agredir” os adversários…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para ser republicada no Decadentes.

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Decadentes #162 – América 1×1 Grêmio (Brasileirão 2018)

Pênalti bobo, escalação e substituições pouco corajosas e deixamos mais dois pontos pelo caminho.

CAMISA DOS DECADENTES: COMPRE A SUA
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Camisa dos Decadentes: Pré-venda

CAMISA DOS DECADENTES

Chegou a hora! Leia com atenção!
Enfim, nossa camisa será feita. E contamos com vocês pra comprar, vestir e fazer propaganda do programa.

Fornecedor
Pesquisamos bastante e optamos por um fornecedor que tem um histórico de qualidade: Kickball Material Esportivo.

Preço
Vamos fazer em um preço bem em conta, pra facilitar a compra. Cada camisa será vendida por R$ 65,00.

Forma de pagamento
O pagamento poderá ser por transferência bancária ou diretamente lá no Independência com algum dos Decadentes até o jogo contra o Cruzeiro, em 4/11. Em qualquer dos dois casos, chamem no privado para combinarmos: contato@decadentes.com.br ou Walisson Fernandes (31 9 8844-9684).

Entrega
Vamos ter um período de pré-venda e só depois fecharei o pedido com a KickBall. Pelo prazo de produção que eles pedem, acredito que a camisa será entregue no fim da Série A. Serão entregues lá no Independência, em Belo Horizonte. Se você for de fora, combinamos a melhor maneira de você receber a sua.

Tamanhos
Teremos modelos normais e babylook, nos tamanhos adulto e infantil. Veja as tabelas de referência abaixo e escolha a sua. Se já tem alguma camisa da Kickball, já sabe que tamanho pedir.

Tabela Modelo Normal – Adultos

Tabela Modelo Babylook – Infantil

Tabela Modelo Normal – Infantil

Tabela Modelo Babylook – Infantil

Chamem no privado para o esclarecimento de qualquer dúvidas: contato@decadentes.com.br.

Elegia

Começo a coluna com um questionamento. De onde vem a sua americanidade?

A minha é relativamente fácil. Minha família é formada em grande parte por americanos. Pelo lado materno, meu avô era um americano apaixonado e minha avó, de ascendência italiana, era cruzeirense de quatro costados. A carteirinha dele ilustra essa coluna. A paixão dos dois dividiu os sete filhos entre as duas facções, com vantagem pro Coelhão. Minha mãe não cansa de dizer que quando me vê indo pro “Sete” quatro horas antes do jogo se lembra do pai, que pegava sua almofadinha do América e o rádio em direção a sua segunda casa. Dentre meus tios, destaco meus tios Mauro e Cacá, que me fizeram adotar o Coelhão. Em um dia de clássico América e Cruzeiro, meu tio Mauro se esqueceu do jogo e chegou em casa mais tarde, caindo na besteira de perguntar a minha vó quando havia ficado o jogo. Dona Gilda prontamente arrancou seu tamanco de madeira e bateu fortemente na cabeça dele três vezes, dizendo “Um!Dois!Três a Zero!”.

Por outro lado, meu pai nasceu em Morro do Ferro, antigo distrito de Bom Sucesso em 1935. A casa de meu pai não era ligada em futebol e quando ele veio para Belo Horizonte em 1953, chegou aqui “virgem” de time. Trabalhando como carregador no Mercado Central (para quem não sabe, local de nosso primeiro estádio!), foi convidado por um amigo atleticano para ir ao clássico contra o América. O amigo contou muita vantagem, que aquele dia seria de goleada. Tenho certeza que todos conhecem um desses. Ao chegarem ao Alameda, ocorreu o de sempre: o Coelhão sendo roubado. Dois gols ilegais foram dados ao time de Vespasiano, fazendo um 2×0 vergonhoso, o que revoltou meu pai. Decidido a torcer pro injustiçado, virou americano naquele dia. Para coroar sua decisão, o Coelhão virou aquele jogo, se não me engano para um 4×2.

Quando meu pai se casou com minha mãe, a equipe estava formada. Iam ao jogo religiosamente meu avô, meu pai e tio Mauro. Viram Jair, viram Ari, viram Zuca, viram Juca Show juntos.

 

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Créditos : Reprodução/Sportv

No dia 22 passado, perdi meu pai. Meu avô morreu quando eu era pequeno. Pelas curvas do destino, eu e meu pai americano nunca havíamos ido a um jogo do América juntos, principalmente pelo fato dele morar no interior. Realizei esse sonho no ano passado, quando fomos a Varginha juntos ver o jogo contra o Boa. Como lembrança, consegui adquirir as camisas do Bill ,que fez os dois gols daquele jogo, e do Felipe Amorim, que deu o passe pro segundo gol naquele 2×2. Talvez essa seja a lembrança recente mais bonita de meu pai.

O América é esse fio de ouro que amarra tantas vidas e tantas histórias. Que eu tenha tantas histórias bonitas pra contar no futuro como eles contaram a mim.

Grêmio

Não se iludam: o time do Grêmio que virá não é nenhuma mosca morta. Em qualidade individual, os reservas que estão vindo se igualam ao nosso time. Portanto, será um jogo duríssimo.

Além do fato de quererem mostrar serviço em época de renovação de contrato, é preciso ficar atento ao esquema de jogo. Infelizmente não é um jogo que dê pra jogar defensivamente. Precisamos ganhar.

Nosso papel é comparecer em peso e apoiar o time não importa o que aconteça. A permanência na série A também é responsabilidade de todos nós.

Grande abraço a todos e nos vemos no Independência!