Pós-jogo: América 1 x 0 Botafogo

A tarde fria de domingo, 20 de maio de 2018, ficou marcada por mais uma vitória pra cima do nosso freguês de Série A: o Botafogo. E, mais que os três pontos, o triunfo valeu pela bela apresentação da equipe americana e pela manutenção de 100% de aproveitamento dentro de casa no Brasileirão. Um primeiro tempo em que o América conseguiu se impor em seus domínios e encontrou facilidades para criar boas jogadas no terço final do campo. As duplas de beirada de campo se entenderam bem e, tanto defensiva quanto ofensivamente, Luan e Giovanni pela esquerda e Norberto e Aderlan pela direita, conseguiam segurar o pouco inspirado ataque alvinegro e levar perigo para a zaga do time da estrela solitária.

Já no segundo tempo, como era de se esperar, a intensidade do jogo diminuiu. Porém, nada que ameaçasse a superioridade americana na partida. Se na partida contra o Ceará tivemos 3 substituições desastrosas, desta feita as 3 mudanças feitas pelo técnico Enderson Moreira funcionaram e o time ganhou fôlego para seguir tentar abrir o placar. E, confirmando isso, o gol saiu aos 32 minutos do segundo tempo, em jogada de dois atletas vindos do banco de reservas: assistência de Rafael Moura e finalização de Juninho.

Juninho

Foto: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

Depois do placar inaugurado, foi a vez do América segurar o Botafogo, dessa vez no momento certo: no fim do jogo – e não na virada para o segundo tempo, como na partida contra o Ceará. E os minutos finais seguiram com certa tranquilidade, com o América tomando os seus cuidados defensivos, mas sem abrir mão dos contra-ataques. Com a vitória, a equipe americana subiu para a 6ª colocação no Campeonato Brasileiro.

Destaques individuais

Escolhido como Bala do Jogo, em votação no programa Decadentes sobre a partida, o volante Leandro Donizete precisou de poucas partidas para se adaptar e se tornar o “dono do meio campo americano”. Com a garra de sempre, a liderança espontânea de um verdadeiro líder e um futebol de alto nível, o xerifão americano foi, novamente, o jogador que mais acertou passes na partida.

Juninho entrou no fim do primeiro tempo, após contusão do Zé do Coelho, e correu mais que notícia ruim. O volante americano, como de costume, esteve presente em todos os espaços do campo, sempre pressionando os alvinegros e recuperando a posse de bola em várias oportunidades. A apresentação dele acabou premiada com o gol.

Outro destaque, além dos habituais Messias e João Ricardo, foi o zagueiro Matheus Ferraz. Alvo de desconfiança da torcida (e deste humilde colunista), o Maldini Americano (mais pela aparência do que pelo futebol) voltou a jogar bem e, desta vez, contra um ataque mais forte e com mais recursos do que o último adversário.

Maldini Americano

Foto: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

Tempos dourados

Um uniforme lindo para um time que jogou bonito. Ahhhh, que coisa linda ver a nova versão do manto americano em campo! Confesso que, de perto, não gostei da aplicação do nosso escudo: muito pequeno e no mesmo tom da camisa. Mas, olhando das arquibancadas para o gramado, nosso novo 3º uniforme estava imponente e elegante como sempre. O verde escuro e o dourado trouxeram a diferença necessária para um 3º uniforme e o requinte que as camisas americanas costumam ter. Parabéns para o fornecedor de material esportivo e para a direção americana!

Novo uniforme

Foto: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

Ficha do jogo

O América foi a campo com João Ricardo; Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Giovanni; Leandro Donizete, Zé Ricardo (saiu para a entrada de Juninho) e Serginho (saiu para a entrada de Ruy); Aderlan, Luan e Judivan (saiu para a entrada de Rafael Moura). Treinador:Enderson Moreira.

O Botafogo jogou com  Jefferson; Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson (saiu para a entrada de Moisés); Rodrigo Lindoso, Gustavo Buchecha, Matheus Fernandes e Luiz Fernandes; Renatinho (saiu para a entrada de Aguirre) e Brenner (saiu para a entrada de Kiesa). Treinador: Alberto Valentim.

Gol: Juninho para o América, aos 32 minutos do segundo tempo
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)

Próximo jogo

O América volta aos gramados já nesta quarta-feira, 23 de maio, às 21h45, contra o Palmeiras, em São Paulo, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Com a derrota por 2 x 1 no jogo de ida, o Coelhão tem a dura missão de reverter a vantagem dos pulistas. Já pelo Brasileirão, o time volta a jogar no domingo, às 19h, contra o São Paulo, novamente no Independência.

Walisson Fernandes
twitter.com/FernandesWali

Créditos da Foto de Capa: Mourão Panda (@photompanda) / América MG

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Pré Jogo : América x Botafogo

Bom dia, Nação Americana.

Hoje entraremos em campo mais uma vez em nossa casa. E que temos até agora 100% de aproveitamento.

Os erros de arbitragem, ao meu ver, podem ser positivos para a nossa equipe. Parece estranho isso, mas vou explicar. Claro que para a tabela de classificação, esses 2 pontos eram essenciais. Mas fiquei sabendo que o papo no vestiário após o jogo, foi que a equipe terá de entrar em todos os jogos para ganhar não só dos adversários, mas também dos árbitros e das demais interferências que existirem. E todos se comprometeram À dar raça e toda vontade para vencer todos estes rivais.

Bom, mas vamos esquecer o Ceará, e vamos focar no nosso próximo adversário. O Botafogo vem de resultado importantes:

  • 1ª rodada: Botafogo 1 x 1 Palmeiras
  • 2ª rodada: Sport 1 x 1 Botafogo
  • 3ª rodada: Botafogo 2 x 1 Grêmio
  • 4ª rodada: Cruzeiro 1 x 0 Botafogo
  • 5ª rodada: Botafogo 2 x 1 Fluminense

A equipe carioca, nessas cinco primeiras rodadas, já encarou pelo menos três times favoritas para conquistar o título brasileiro: Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro. Dentre estes três oponentes só perdeu para o Cruzeiro e ocupa a sexta posição no campeonato.

Desde a chegada de Alberto Valentim, a equipe vem se tornando cada vez mais organizada e chata de ser batida.

A zaga dos cariocas, é composta por zagueiros altos, então hoje não deve ser mesmo um jogo para ficar alçando bola na área. Pode ser até por este motivo, que o Enderson esteja apostando na entrada de Judivan, tentando deixar o time mais rápido. Os laterais apoiam bastante e podemos explorar essas brechas que podem surgir na partida.

Jefferson é o grande destaque da equipe. Goleiro experiente e que teve grande atuação na última segunda-feira contra o Fluminense.

O meio campo é compacto, dois volantes de marcação e a opção de velocidade com o Renatinho, que também é habilidoso. O ataque é lento, mas deve se ter cuidado com Kieza, que sabe aproveitar as chances que tem.

Analisando jogador por jogador, quem tem a melhor equipe? Quem você escolheria pra jogar na sua equipe da pelada do fim de semana? Em negrito, o jogador que ganha o duelo.

  • João Ricardo x Jefferson (EMPATE)
  • Norberto x Marcinho
  • Messias x Igor Rabello (EMPATE)
  • Matheus Ferraz x Joel Carli 
  • Giovanni x Gilson
  • Leandro Donizete x Matheus Fernandes
  • Zé Ricardo x Rodrigo Lindoso
  • Serginho x Renatinho
  • Aderlan x Luiz Fernando
  • Luan x Kieza
  • Judivan x Brenner

E pra você? Quem ganha o duelo mano a mano? Deixe seu comentário abaixo.

Boa sorte pro nosso Coelho hoje. E que consigamos uma bela vitória, que nos deixará com 10 pontos e tranquilos na classificação.

Bem, é isso então. Até daqui a pouco, no aquecimento no Pardal. COELHoOoOoOoOoOo

Rainer Radicchi
twitter.com/rainerradicchi Continuar lendo

De Letra – nº 1145

OLÁ, caros leitores semanais! Imaginava que o meu glorioso e querido América incomodava somente em nível estadual. Ledo engano! Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional que, já nas cinco rodadas iniciais do Brasileirão da Série A, o desprotegido Coelho foi prejudicado em dois jogos. Cinco importantes pontos ficaram no meio do caminho (três contra o Urubu carioca e dois contra o Vovô cearense). Resumo da ópera: hoje o Mecão poderia estar com 12 pontos ganhos na liderança absoluta da competição. Fazer o quê, se o “apito amigo” fala mais alto?

COMO sempre tive o sadio habilito de falar e provar, vou recapitular: contra o Flamengo, em pleno Maracanã, quando o Coelho sufocava, o “soprador de apito” marcou tiro de meta. Mas, depois de muita “catimba” e troca de empurrões, o cidadão voltou atrás e assinalou pênalti, tirando o equilíbrio da partida. O Mengão tirou proveito da arbitragem e levou os três pontos. Fazer o quê, se o “apito amigo” fala mais alto?

E, ontem, que barbaridade! O “soprador de apito” goiano conseguiu a proeza de transformar nossa vitória em empate, validando um gol do Vovô em escandaloso impedimento e, não satisfeito, inventou um pênalti que apenas ele viu, já nos acréscimos, transformando três pontos do Coelho em um. Pois é, americanos Felipe Amore Santiago e Sérgio Tavares, os “homens de preto” continuam “aprontando”. Mesmo assim, estamos a somente três pontos da liderança. Esse Coelho é muito forte…

ATÉ a próxima.

Miguel Santiago
Blog Miguel de Letra: http://migueldeletra.blogspot.com.br
Miguel Santiago publica originalmente em seu blog, Miguel de Letra, e carinhosamente cede sua lavra para o Decadentes.

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Somos cada vez mais

A teoria dos Seis Graus de Separação é uma teoria surgida nos EUA nos anos 60 que prega que existem, no máximo, seis graus de separação entre você que está lendo e qualquer pessoa no planeta. Ou seja, você tem um conhecido, que conhece alguém, que conhece alguém que eventualmente conhece o esquimó que mora no iglu número 5 do Círculo Polar Ártico. Se isso era verdade em 1961, imagine hoje com advento das  redes sociais e de um mundo cada vez mais globalizado. Somos cada vez mais uma tribo menor em um planeta desimportante em um canto remoto de uma galáxia sem graça, como disse Carl Sagan.

Me lembrei dessa teoria enquanto pensava nas novas médias de público do América esse ano. Se você tem frequentado o Independência, certamente observou mudanças interessantes nas pessoas que ficam ali na Rua Pitangui, esperando mais um jogo do Coelhão. Costumo chamar essas pessoas de “a maior família do mundo”, pois nos conhecemos quase todos direta ou indiretamente. Aponte um indivíduo aleatório comendo um espetinho distraído e se você não o conhece, certamente é amigo de alguém que conhece.

Refinamento Sucessivo

Por que somos um grupo tão concentrado assim? Sofremos um processo de depuração e refinamento sucessivo com os anos. Não tenho a vivência para escrever sobre as mudanças na torcida antes dos anos 80, a não ser pelos relatos de quem viveu. Mas me lembro de criança nos anos 80, ver muito mais torcedores do América em campo do que vemos hoje. Entretanto, as décadas de 80, 90 e 2000, com poucos momentos de exceção, foram difíceis. Ao mesmo tempo, a duplinha alternadamente teve conquistas e bons times, não o tempo todo, mas o suficiente para afastar um simpatizante daquele time simpático mas que só sabia sofrer.

Além disso, existe a figura do torcedor ocasional. Aquele que nunca vai ler esse texto. Sabe aquele seu amigo que diz pra todo mundo que é americano mas que você quase nunca conseguiu levar pro campo? Aquele tio que se orgulha do time mas não sabe quais são os próximos jogos? Não o caracterizo como simpatizante, pois possui uma identificação mais firme com o América. Ele consome o time ocasionalmente, quando lhe convém e quando não existe algo mais prioritário no horizonte.

Sobramos nós, o núcleo duro dos torcedores do América. Se você está lendo uma coluna no site dos Decadentes, provavelmente você é um torcedor que respira América. Opina nas escalações, apoia ou critica certos jogadores, já foi pelo menos uma vez na Sede do América e acompanha notícias sobre o Feminino, a Base e o Futebol Americano. Nós somos aqueles mil e poucos que formamos a média de público do time até 2017, aqueles manos e minas que já decoramos a cara na Pitangui.

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Crédito: Mourão Panda(@photompanda)/América

Crescimento

Se essa divisão tem algum sentido, podemos entender a evolução da nossa média de público através dela. Aumentar a média de público é uma coisa boa? Já vi muitos torcedores reclamando da dificuldade de entrar, estacionar, de comprar cerveja, mil coisas enfim. Mas para o clube, que é a razão final de todos irmos em campo, é importantíssimo trazer gente para o estádio. No curto prazo, mais torcedores representam mais apoio em campo e mais representatividade na mídia. No médio prazo, ganhamos em verbas de patrocínio e consumo de produtos América, que reflete em melhores contratos e jogadores. A longo prazo, estamos garantindo a sobrevivência do clube, na conquista de novos torcedores que formarão o núcleo duro  do futuro América. Todo jogo é o primeiro jogo de alguém. O menininho ou a menininha que está entrando no Pitangui hoje será quem vai chorar com você na arquibancada no título daqui alguns anos. Será um futuro presidente da Barra UNA, da Avacoelhada, da Seita Verde ou do América.

As ações do Onda Verde e do Departamento de Marketing tem sido muito acertadas no seu objetivo: melhorar a média. Parabéns a quem detalhou o plano de Marketing do Coelhão, trabalhando públicos diferentes. As promoções de atração de público tem focado no simpatizante e no torcedor ocasional, com a dupla aceitação nas catracas, a ação com a Cabify, Brahma grátis e, no ano passado, pula-pula e outros mimos. Já o público cativo tem sido trabalhado com ações de acolhida, como a narração da escalação, o Match Day e o Café com o Técnico. O sócio-torcedor Onda Verde é um programa com excelente custo-benefício, sobretudo se comparado aos equivalentes da duplinha.

Portanto, esse aumento de média ocorre pela absorção dos simpatizantes e ocasionais, que com o tempo vão se aproximando do clube. Uma boa fase em campo aliada a uma acolhida familiar nossa desse novo grupo farão com que o Coelhão seja cada vez maior. Estamos sofrendo as dores do crescimento e isso é ótimo!

Grande abraço a todos!

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr


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Créditos da Foto de Capa: Mourão Panda(@photompanda)/América

5 motivos para apoiar o América Locomotiva

Foto: Mourão Panda / América

“Uma nova história começa agora”. Este é o slogan de lançamento da nova equipe de futebol americano de Belo Horizonte: o América Locomotiva!

Para a torcida americana, essa história nas arquibancadas começa DOMINGO, ÀS 10H, no SESC Venda Nova, quando a nossa Locomotiva entrará em campo para atropelar o Paraíso Miners. (Ingressos)

E, como o Decadentes está sempre lado a lado com o América, listamos uma mão cheia de ótimos motivos para você pegar a sua camisa do Coelhão e avançar algumas jardas rumo ao apoio incondicional ao nosso time da bola oval. #LocomotivaPride

1 | É O MANTO VERDE E PRETO EM CAMPO

O motivo mais óbvio e, ao mesmo tempo, o mais importante: é o América em campo! Independente se a bola é redonda, oval ou quadrada, é a camisa verde e preta mais linda do mundo que estará nos gramados, agora em novas batalhas.

2 | VENCER A DUPLINHA

O América não é o único clube de futebol de Belo Horizonte a se aventurar neste novo e promissor esporte. Nossos grandes rivais também estão em busca de touchdowns. O Atlético, em parceria com o BH Eagles, deu início ao Galo FA. Já o Cruzeiro, em parceria com o Juiz de Fora Imperadores, será representado pelo Cruzeiro Imperadores. É questão de tempo até o América passar a locomotiva por cima da dupla.

3 | TRADIÇÃO EM ESPORTES ESPECIALIZADOS

Se existe um clube com know-how em esportes especializados em Belo Horizonte, este clube é o América! Com tradição no basquete, futsal, atletismo, handebol, vôlei, arqueria, só pra citar meia dúzia e, mais recente, o hockey, o clube foi pioneiro e vencedor em muitas destas modalidades. O futebol americano vem para abrilhantar a trajetória americana pelos esportes especializados.

Quem for ao jogo, leve também aquele casaquinho, cobertor, calças e camisa, para a campanha do agasalho.

4 | REPRESENTATIVIDADE NUM ESPORTE EM FRANCO CRESCIMENTO 

O futebol da bola oval está se tornando uma febre mundial, principalmente dentre os mais jovens. Expressões como “touchdown”, “endzone”, “tackle” e “field goal”  fazem parte do vocabulário de milhões e milhões de brasileiros. Nos Estados Unidos, o esporte é detentor de todas as 15 maiores audiências de TV. A veiculação de um comercial de apenas 30 segundos no intervalo do Super Bowl, a grande final da liga estadunidense, custa mais de 5 milhões de dólares! E, no Brasil, o crescimento também é espantoso. Apoiar o América Locomotiva significa, ainda, estar com o América em uma nova e promissora caminhada esportiva e comercial.

5 | TIME VENCEDOR 

O América Locomotiva já nasce gigante! Com a imponência da marca esportiva América e a força e pioneirismo do Minas Locomotiva, tricampeão mineiro, com 12 anos de história. #RumoAoDeca

Assim sendo, TODOS AO CAMPO!

América Locomotiva x Paraíso Miners
Data: Domingo | 29/4 | 10h
Ingressos:
R$10 (compra antecipada online, na Sede do América no Boulevard e no local)
Local: SESC Venda Nova

Wallison Fernandes
twitter.com/FernandesWali


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Pré-jogo: Flamengo x América

Bom dia, Nação Americana.

Entramos neste sábado para enfrentar o clube de maior torcida no país. Um clube que começou a Série A com grandes objetivos. O Flamengo com certeza será um adversário duro de ser batido, mas o “clima” não parece ser tão desfavorável para o nosso Coelho do quanto poderia parecer.

Os cariocas vêm de empate na Libertadores, a torcida pressionando dirigentes , jogadores e treinador. Os principais jogadores parecem não acreditar no trabalho de Maurício Barbieri. Ainda podemos adicionar a pressão por conta dos resultados que o time conquistou dentro de casa na Libertadores. Lembrando que na próxima quarta-feira eles entrarão em campo novamente e fora de casa hein?!

O clima de festa proporcionado pela despedida de Júlio César e o foco na Libertadores, são aliados do América nesse momento. Provavelmente o Flamengo irá entrar com um time alternativo ou, no mínimo, com um time misto. E se o time principal não está jogando bem e vem sendo contestado, imaginem uma equipe B ou mesmo mista, sem entrosamento?! Os jogadores podem entrar com vontade de mostrar serviço? Sim. Mas e os nossos?

Depois de uma ótima estreia, acredito que vontade não irá faltar.

O time está sendo respeitado após a primeira rodada do Brasileirão. Comentaristas dizem que o Flamengo não escolheu o adversário correto para realizar o jogo festivo de Júlio César. O respeito à nossa equipe está voltando torcida americana. Imaginem se o resultado de hoje for positivo então?

A provável escalação do Flamengo para a partida é: Júlio César; Rodinei, Juan, Réver e Renê; Cuellar, Willian Arão, Lucas Paquetá; Vinícius Jr, Geuvânio e Henrique Dourado.

Podemos destacar desta provável equipe:

Lucas Paquetá: de longe, o melhor jogador do Flamengo. Tem velocidade, visão de jogo e boa finalização. Com certeza, Enderson deve estar preparando alguma marcação mais forte neste jogador.

Zaga experiente: pode ser tanto um destaque positivo, quanto destaque negativo. Juan e Rever, são ótimos zagueiros, bons no jogo aéreo. Mas em contrapartida, são lentos. O que pode ser um fator decisivo no jogo.

Júlio César: além de ser um dos últimos goleiros mais respeitados do mundo (antes do 7×1), tem a empolgação do jogo de despedida. Mas conta contra o goleiro, o fato de estar sem ritmo de jogo. E para um goleiro isso é importe, apesar de ser um goleiro experiente.

O jogo de hoje pode marcar um início de Brasileirão fantástico para todos nós. Então, desde já, vamos começar a enviar pensamentos positivos para o Coelhão. E nada melhor, que lembrar de um dos nossos últimos jogos no Maracanã, contra o mesmo adversário desta noite.

Data: 18/10/2000
– Competição: Copa João Havelange (Brasileiro)
– Local: Maracanã
– Placar: Flamengo 1 x 2 América
– Escalação Flamengo: Clemer; Maurinho, Fernando, Ronaldo , Bruno Carvalho; Leandro Ávila (Rocha), Mozart, Alex, Petkovic (Alê); Adriano Imperador e Edilson Capetinha (Reinaldo). Técnico : Carlinhos
– Escalação América: Milagres; Claudinei (Ruy), Flávio Tanajura, Edgar, Augusto; Pintado, Paulinho, Tucho; Wellington Amorim, Celso e Zé Afonso. Técnico: Jair Pereira
Gols: Zé Afonso (2x) e Petkovic.

Sempre acreditando nação americana.

COELHOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!

Rainer Radicchi
twitter.com/rainerradicchi


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Coelhão não poderia ter tido estreia melhor na Série A

Coelho

Crédito: Mourão Panda / América

A gente sabe que a Série A vai ser difícil.

A gente também sabe que o Sport Recife é candidato ao rebaixamento, assim como nós.

Portanto, era jogo para vencer e largar na frente nessa complicada disputa.

Conseguimos. E com sobras.

Foi mérito do América a construção dos 3 a 0. O primeiro gol mostra que o time está com muita vontade de fazer bonito na elite nacional. Nos outros dois, a defesa do Sport falhou, mas o mérito continuou sendo do América. Que chute lindo – E DIFÍCIL – Carlinhos deu, não estava nada fácil aquela bola. No terceiro, Serginho consertou o passe forte de Luan, colocou a bola na frente e ganhou na velocidade, sem contar a precisão do chute.

Os destaques

Foi visível que a bola chegou mais ao ataque, certo? E uma das principais razões foi a presença de Christian, que desarma, toca e lança muito bem. Que viradas de jogo lindas ele fez durante a partida, MESMO SEM RITMO DE JOGO! Por isso saiu exaustíssimo de campo.

Eu peço a entrada dele desde o início da temporada, exatamente porque sei que ele pode fazer isso. Christian só errou uma vez, naquele lance em que Messias foi de carrinho e tirou a bola. Nota-se, ele não pode cometer esses erros na Série A.

Outra grande performance foi a de Jory. Não só nas incríveis defesas, mas principalmente nas reposições de bola. Muito mais rápidas e certeiras que as de João Ricardo, vale ressaltar. A bola caía quase sempre com os jogadores do América, coisa que não acontece com João Ricardo. Jory merece a sequência que nosso ídolo teve quando da lesão de Fernando Leal.

Serginho

Crédito: Mourão Panda / América

Serginho participou mais do jogo e foi decisivo quando necessário. Teve mais mobilidade nos lances ofensivos, com troca de passes de primeira. Os jogadores se apresentaram mais para o jogo, tanto volantes quanto atacantes, o que facilitou a troca de passes. É assim que tem que ser.

Podia ter sido de mais…

Todo mundo que prestasse um pouco de atenção à partida sabia o que Enderson deveria ter feito no segundo tempo. Após uns 10, 15 minutos, ficou evidente que Rafael Moura não daria conta de puxar os contra-ataques e segurar a bola.

Nosso técnico deveria ter posto no lugar dele um atacante de mais mobilidade, pois o América ensaiou encaixar os contra-ataques, mas não teve ninguém para fazer os gols. No banco de reservas, o único apto a fazer essa função era Judivan.

O placar também poderia ter sido maior se não fosse o árbitro. Um jogador do Sport abriu o braço de propósito e impediu que Luan colocasse a bola na frente. Isso foi claro, como mostra o vídeo abaixo. Mas, como é contra o Coelhão, aí a arbitragem pensa 10 vezes e não dá o pênalti!

Atenção, Enderson!

O placar de 3 a 0 mostra que o América aproveitou as oportunidades que teve, mas isso não pode nos cegar para os erros que aconteceram.

No primeiro tempo, o Sport errou um lançamento super fácil (o jogador tentou o passe por baixo e Messias interceptou, claramente era por cima) que deixaria um atleta na cara do gol. Fosse um time de primeira grandeza do futebol brasileiro, era gol.

No próprio carrinho de Messias, um jogador de mais qualidade teria percebido a chegada do nosso zagueiro e apenas limparia o lance. Enderson precisa entender que proteger mais a defesa nos jogos difíceis é primordial.

Que faça isso diante do Flamengo.

É hora de nosso técnico ser humilde e colocar três volantes na próxima partida (sugestão para Christian, Zé Ricardo e Leandro Donizete, se estiver bem fisicamente). Tirando Luan ou Rafael Moura, que não deve ter mobilidade para aproveitar os contra-ataques.

Começamos bem a Série A, contra um adversário direto. Mas na próxima rodada começa tudo de novo. Se o América tiver esse espírito de luta e a defesa mais firme, podemos comemorar um bom resultado diante do Flamengo. E que a nossa torcida apareça mais no estádio, pois isso ajuda demais o time dentro de campo!

Matheus Laboissière


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Sonhos não envelhecem

Na manhã deste domingo, começa um novo sonho americano, o de permanecer na Série A.

Em minha cabeça, jogos de manhã sempre trazem uma alegria simples;  a primeira vez que me lembro de um jogo de manhã foi aquela final maravilhosa de 97. Mais de 15.000 presentes no “Campo do Sete”, gol de falta do Celso e uma explosão de alegria, de camisas, de fogos, de todas as frustrações que a torcida americana  sempre viveu. Vi o jogo ao lado de Ari, ex-jogador do coelho, de muletas e sentindo os joelhos, me lembrando que o futebol cobra seu preço.  O gol de falta de Celso ainda viaja na minha cabeça, incandescente como um cometa. As lágrimas de Ari ao fim do jogo são o eterno lembrete dessa coisa bonita que é torcer pro América.

Nosso sonho em 2018 é humilde, mas difícil: Ser melhor que 4 dos 20 times que compõe a primeira divisão do futebol brasileiro. A quem gosta de números, cabalísticos 45 pontos nos separam do sonho. Estou mais otimista para 2018 do que estive nas duas últimas tentativas. Ao que parece, o planejamento do América está em ordem para esse ano. Ou pelo menos, mais em ordem do que estava. Temos um elenco equilibrado e compatível com as restrições financeiras, em que me agrada muito essa mescla de jovens e experientes. Temos um técnico que, embora divida opiniões,  tem capacidade pra ser técnico na Série A.  Se o futebol do time do Enderson não é vistoso, é preciso que seja objetivo.

Jogamos contra o Sport, que em teoria disputa conosco o escape do rebaixamento. Acredito na vitória. Uma vitória na abertura do campeonato é ótima pra melhorar o ambiente, além do fato de que cada 3 pontos são preciosíssimos em um campeonato de pontos corridos.

Mineiro x Brasileiro

Apesar do otimismo, a preocupação que tenho se deve ao fato de que o time não foi posto à prova em condições mais parecidas as que teremos na Série A. No Mineiro, contra os times do interior, jogamos com a obrigação de propor o jogo, situação que raramente encontraremos, a não ser contra times da prateleira de baixo e em casa. Na maioria das vezes, jogaremos em uma proposta mais defensiva. Os três jogos contra a turma que usa camisa de presidiário, sinceramente, não levo em conta em função da excessiva interferência externa. E contra as meninas azuis, entendo que a comparação é complicada, pois o elenco Smurf é bem mais qualificado que o nosso. E ainda assim, foi um jogo em que poderíamos ter saído com a vitória.

Penso muito no Corinthians, do Fábio Carille, que começou seu trabalho com uma proposta semelhante. Com humildade e Rodriguinho regulando, conseguiu muito mais do que se propunha originalmente. O elenco do Corinthians era extremamente limitado e ainda assim, o time deu liga e de 3 em 3 pontos, conquistou o campeonato. Mesmo sabendo da diferença de orçamentos e elencos, acredito que conseguiremos ser melhores que pelo menos 4 times. A tática do Enderson é paciente, calma e até por vezes irritante. Mas como a água que faz ceder a pedra, precisamos acreditar no trabalho.

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Foto:Mourão Panda(@photompanda)/América

Gente nova no CT

Para o Campeonato Brasileiro, teremos quatro novidades: Judivan, Ademir, Ricardo Silva e Leandro Donizete. Judivan é a maior das interrogações. Como tenho dito no programa, 2018 é o ano de retomada em sua carreira. Futebol ele já provou que tem. O que não teve na carreira foi saúde. Assombrado por contusões, retorna da mais grave delas. Se voltar bem, fará a diferença. Ademir fez um belo campeonato mineiro pela Patrocinense e no nosso jogo de estreia já o tinha elogiado. Rápido  e bom de passe. Ricardo Silva vem preencher a vaga de quinto zagueiro do elenco, mas sinceramente não conheço seu futebol para emitir um parecer. Fez parte da zaga que rebaixou o Atlético Goianiense, mas não sei de sua participação efetiva. Já Leandro Donizete é uma escolha estratégica, pois pode cumprir papel duplo dentro e fora de campo. Há muito tempo eu digo que Zé Ricardo precisa de um Rafael Lima. Explico: Messias melhorou muito seu futebol tendo um zagueiro experiente do seu lado, que deu confiança a ele para trabalhar sua saída de bola e seus desarmes. Zé Ricardo, com um companheiro que forneça confiança e experiência pode render mais. Fora de campo, um jogador rodado como ele mantêm o grupo alerta, inquieto e ativo. Que não deixe o temperamento subir e sofra com os cartões e expulsões que marcaram algumas de suas fases. A maturidade é a mãe da parcimônia.

Além disso, a volta de Matheusinho é esperada para mês que vem. Após um longo período parado, volta como interrogação, mas espero um bom futebol dele. O time de 2018 parece estar mais estruturado para absorver seu talento

Coluna Social

Aproveito essa coluna para mandar felicitações ao excelente casal que se casa essa noite, Walisson e Nayara. Walisson, companheiro de programa e de colunas, convenceu a Nayara, simpatia em pessoa,  a viverem uma vida juntos. Querida Nayara, casar com um americano e pior, fanático, é provação para uma vida inteira. Americano fanático é um pleonasmo, porque os não-fanáticos desistiram desse time muitos anos atrás. Tenha certeza que uma pessoa que é capaz de amar assim, também será capaz de dividir esse amor com você. Quando me casei, disse a minha esposa que eu tinha dois amores na vida, ela e o América. Enquanto um não reclamasse do outro, tudo estaria bem. Como o América não reclamou dela, acredito que ela se resignou a não reclamar dele também. Mesmo quando chega uma camisa nova pra sempre crescente coleção. Nossa loucura pelo América é parte do que somos. Continue indo com o Walisson aos jogos, porque amor com amor produz amor infinito.

Um grande abraço a todos e vamos encher o “Campo do Sete” no domingo!

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr


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Crédito da foto de capa – Reprodução: Super Esportes

Somos força de primeira na Série B, mas queremos nos manter na Série A

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2017 já ficou pra trás. O América terminou a Série B como o time mais competitivo na era dos pontos corridos. Em 12 anos (de 2006 a 2017) disputamos a Série B somente 6 vezes (2010, 2012 a 2015 e 2017) mas, mesmo assim, fomos o time que mais rodadas permaneceu dentro do G4.

Superamos times como Náutico, Avaí e Criciúma que, apesar de disputarem mais vezes, não conseguiram “chegar” tantas vezes.

Série B – pontos corridos – 2006 a 2017
Equipes mais competitivas Rodadas em que permaneceu no G4 Participações Acessos
América MG 105 6 3
Vasco da Gama 95 3 3
Náutico 89 7 2
Coritiba 87 3 2
Vitória 84 4 3
Avaí 77 7 3
Ponte Preta 73 6 2
Criciúma 72 7 1
Atlético GO 70 5 2
Sport 70 4 3

Além disso, somos o 6º time que mais pontuou na Série B de pontos corridos. Superamos times como São Caetano, Vila Nova, Portuguesa, Ponte Preta e América-RN que jogaram mais vezes (ou o mesmo tanto) e não conseguiram pontuar como nós.

E, se considerarmos a média de pontos por temporada, estamos no mesmo patamar de Coritiba, Vitória e superamos o Sport.

Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Pontuação Número de participações Média
Ceará 541 10 54,10
Paraná 519 10 51,90
Bragantino 450 9 50,00
Avaí 407 7 58,14
Náutico 381 7 54,43
América MG 374 6 62,33
Criciúma 371 7 53,00
São Caetano 371 7 53,00
Vila Nova 370 8 46,25
Ponte Preta 342 6 57,00
Portuguesa 338 6 56,33
América RN 338 7 48,29
Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Pontuação Número de participações Média
Corinthians 85 1 85
Palmeiras 79 1 79
Botafogo 72 1 72
Chapecoense 72 1 72
Atlético MG 71 1 71
Atlético PR 71 1 71
Internacional 71 1 71
Vasco da Gama 204 3 68
Coritiba 199 3 66,33
Vitória 256 4 64
América MG 374 6 62,33
Sport 244 4 61
Avaí 407 7 58,14


Outra marca importante do Coelhão nessa Série B de pontos corridos é que somos o 2º melhor time visitante. O América conseguiu 43 vitórias fora de casa jogando seis anos e só perde pro Ceará (que ganhou 44 vezes fora de casa, mas precisou de 10 temporadas pra conseguir isso). Coelhão é visitante carrasco sim senhor!

Os maiores visitantes carrascos na era dos pontos corridos – série B
Equipe Número de vitórias como visitante participações média
Ceará 44 10 4,40
América MG 43 6 7,17
Paraná 40 10 4,00
Bragantino 39 9 4,33
Vila Nova 38 8 4,75
Portuguesa 36 6 6,00
São Caetano 36 7 5,14
Ponte Preta 33 6 5,50
Avaí 30 7 4,29
Atlético GO 28 5 5,60

Considerando vitórias como um todo, dentro e fora de casa, o América é TOP5. Temos 108 vitórias nesses 6 anos de participações e só estamos atrás de times que jogaram mais vezes como Ceará, Paraná, Bragantino e Avaí.

Se considerar a média de vitórias por temporada, de novo estamos no mesmo patamar do Vitória e superamos o Sport.

Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Número de vitórias Número de participações Média
Ceará 143 10 14,30
Paraná 140 10 14,00
Bragantino 125 9 13,89
Avaí 114 7 16,29
América MG 108 6 18,00
Náutico 107 7 15,29
Vila Nova 102 8 12,75
Criciúma 101 7 14,43
São Caetano 97 7 13,86
América RN 92 7 13,14
Ponte Preta 92 6 15,33
Portuguesa 92 6 15,33
Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Número de vitórias Número de participações média
Corinthians 25 1 25
Palmeiras 24 1 24
Atlético PR 21 1 21
Botafogo 21 1 21
Atlético MG 20 1 20
Chapecoense 20 1 20
Internacional 20 1 20
Coritiba 58 3 19,33
Vasco da Gama 57 3 19
Vitória 75 4 18,75
América MG 108 6 18,00
Sport 70 4 17,5

Mas como eu disse, 2017 já ficou pra trás. O que o Coelhão precisa agora é se superar e construir seus números na Série A. Já que estamos chegando no patamar de clubes como Vitória e Sport, agora precisamos nos manter lá, assim como eles.

Que 2018 seja o primeiro degrau dessa escada longa que ainda temos pra subir.  E os Decadentes estarão aqui pra mostrar cada passo dessa escalada! O primeiro é neste domingo, contra esse mesmo Sport que já superamos nos números da B.

Força Coelhão!

Sérgio Tavares Salviano
twitter.com/stsalviano


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Qual o tamanho da torcida do América?

A torcida do América sempre foi zuada por ser pequena, uma torcida que cabe dentro de uma Kombi. Inclusive a diretoria americana já fez uma ótima jogada de marketing usando este mote. Mas será que é isso mesmo? E será que sempre foi assim?

O Decadentes teve acesso a um levantamento do torcedor americano Rodrigo Carvalho sobre diversas pesquisas feitas ao longo do tempo e podemos ver um pouco destas transformações.

Mas antes, começando na época do Deca Campeonato, uma época de futebol amador em que nem arquibancadas existiam nos campos onde os jogos eram disputados. A torcida, que eram os sócios do clube, levava cadeiras de armar e assistia os jogos ali, ao lado do campo. Mas, com certeza, foi em decorrência dessa época, com conquista do Deca pela equipe americana, que fomos vencedores da chamada Taça Líder em 1930.

A Taça Líder era um concurso de popularidade feito pelo Jornal Folha da Noite. As urnas ficavam espalhadas por varias regiões de Belo Horizonte, como bares, farmácias, etc. Qualquer pessoa podia votar. Em 1930 nosso Coelhão foi eleito pela população da cidade como o time mais simpático.

Foto de página da Enciclopédia do América de Carlos Paiva com parágrafo e foto da Taça Líder

Foto de página da Enciclopédia do América de Carlos Paiva com parágrafo e foto da Taça Líder.

Até a década de 50, se nossa torcida não era a maior, com certeza disputava palmo a palmo com o Atlético a paixão da maioria dos belo-horizontinos. Era a época do Clássico das Multidões. Mas, será que trazido para números de hoje, estas multidões eram assim tão grandes? A sensação era de que éramos hegemônicos. Será que éramos mesmo?

Aí, em meados de 65, temos outra pesquisa, agora feita pelo jornal Estado de Minas, mas seguindo a mesma dinâmica daquela feita em 1930. Urnas foram espalhadas em vários pontos da capital e, dessa vez, também em algumas cidades do interior. Para se votar era necessário comprar a cédula. Foram computados quase 700 mil votos e o resultado foi este abaixo:

Estado de Minas, em 02 de julho de 1965:

1º Atlético:   344.374 votos – 54,1%
2º Cruzeiro:   169.897 votos – 26,7%
3º América:     44.673 votos – 7,0%
4º Siderúrgica: 32.122 votos – 5,1%
5º Vila Nova:   19.912 votos – 3,1%
6º Democrata:   10.338 votos – 1,6%
7º Guarani:      8.515 votos – 1,3%
8º Uberlândia:   4.144 votos – 0,7%
9º Renascença:   2.663 votos – 0,4%

Já dá pra ver que nosso tamanho se parece mais com o que temos hoje em dia do que nas lendas do Clássico das Multidões, né?

Em seguida, chegando na década de 70, finalmente temos pesquisas feitas com metodologia científica de amostragem. Agora não se trata mais de números absolutos, em contraponto, agora temos mais rigor nas avaliações. Em 71 a revista Placar publicou a pesquisa do Instituto Gallup em Belo Horizonte.

Revista Placar, edição nº 94, de 31.12.1971:

1º Atlético: 43%
2º Cruzeiro: 42%
3º América: 5% – 60.000*
Outros: 1%
Nenhum: 9%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 1.255.000 habitantes  conforme dados do IBGE 1970.

Repare que os números absolutos, aqui estipulados através do que o IBGE pesquisava na época, estavam bem próximos do que tinha sido demonstrado na pesquisa anterior do jornal Estado de Minas (60 mil e 45 mil).

A seguir, pulando pra década de 90, com os grandes clubes brasileiros já massificados pela televisão, temos três pesquisas feitas. A primeira encomendada pela Placar em 93, agora em toda a região metropolitana e feita pelo Ibope.

1º Atlético: 38,5%
2º Cruzeiro: 37,9%
3º Flamengo: 5,1%
4º Vasco: 1,8%
5º São Paulo: 1,2%
6º América: 0,9% – 30.000*
7º Botafogo, Corinthians, Grêmio, Internacional e Santos: 0,3%:
Nenhum: 9,3%
* Considerando a população da Região Metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 3.500.000 habitantes conforme dados do IBGE 1990.

A segunda, encomendada ao Instituto Perfil pelo Jornal Hoje em Dia, em 1996, e apenas na cidade de Belo Horizonte.

1º Atlético: 39,9%
2º Cruzeiro: 34,3%
3º América: 4 % – 80.000*
Outros: 0,7%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.100.000 habitantes  conforme dados do IBGE 1990-2000.

E a terceira, feita pelo Ibope, publicada pelo jornal Lance!, em 1998, de novo, na Região Metropolitana:

1º Cruzeiro: 26%
2º Atlético: 16%
3º América: 0,5% – 20.000*
Outros: 22%
*Considerando a população da região metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 4.200.000 habitantes conforme dados do IBGE 2000.

Nestas 3 pesquisas temos uma grande variação, de 80 mil em 96 pra 20 mil em 98. Mas isso não significa necessariamente um retrocesso, pois está dentro da margem de erro da pesquisa.

E então chegamos no século XXI e temos uma profusão de pesquisas. O jornal Lance! encomendou ao Ibope duas pesquisas, uma em 2001 e outra em 2004. Ambas na Região Metropolitana de BH. Veja os resultados:

2001:
1º Cruzeiro: 46%
2º Atlético: 35%
3º América e Vasco: 1,0% – 43.000*
Nenhum: 15%
Outros: 2%
*Considerando a população da região metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 4.350.000 habitantes conforme dados do IBGE 2000.

2004:
1º Cruzeiro: 32,8%
2º Atlético: 16,9%
3º Flamengo: 8,4%
4º Corinthians: 4,7%
5º América: 1,1% – 56.000*
Outros: 23,5%
*Considerando a população da região metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 5.100.000 habitantes conforme dados do IBGE 2000-2010.

De novo, temos números mais próximos daqueles apresentados nas décadas de 60 e 70.

Em seguida, no mesmo ano de 2004, temos uma pesquisa do Jornal Hoje em Dia, encomendada ao Instituto Nexus e feita somente em Belo Horizonte.

1º Atlético: 46,9%
2º Cruzeiro: 46,2%
3º América: 4,4% – 100.000*
4º Flamengo: 1%
5º Corinthians: 0,5%
6º Botafogo, Fluminense, Santos e São Paulo: 0,2%
* Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.300.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2000-2010.

Depois, em 2008, temos uma pesquisa feita pelo DataFolha em Belo Horizonte:

1º Cruzeiro: 38%
2º Atlético: 34%
3º Flamengo, Corinthians e Palmeiras: 1%
6º América, São Paulo, Vasco, Santos e Fluminense: menos de 1% cada. – 20.000*
11º não torcem: 23%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.350.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2010.

Em seguida, em 2010 temos a pesquisa feita pelo Ibope, publicada pelo jornal Lance! em Belo Horizonte.

Times do estado de Minas Gerais:
1º Cruzeiro: 30,5%
2º Atlético: 23,6%
3º América: 1,1% – 26.000*
4º Ipatinga/ Uberaba: 0,1%

Times de outros estado:
Flamengo: 7,7%
Corinthians: 5,5%
Não torcem para nenhum time: 19,4%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.375.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2010.

De novo uma grande variação, agora até maior, de 100 mil em 2004 pra 20 mil em 2008. Mais uma vez, números que estão dentro da margem de erro das pesquisas.

E finalmente, chegando na década atual temos as duas últimas pesquisas. A primeira, de 2014, feita pela Pluri Consultoria, encomendada pelo Blog do Gustavo Hoffman da ESPN, com o resultado já em números absolutos:

Cruzeiro: 6.867.000
Atlético: 4.776.000
América: 68.000

E a segunda feita quando da eleição para prefeito na capital em 2016. Os institutos Giga e Datafolha fizeram pesquisas de intenção de voto e aproveitaram para perguntar qual o time do eleitor. Obviamente que a pesquisa foi feita somente em Belo Horizonte.

Cruzeiro 36% a 40%
Atlético 33% a 38%
América 2% – 50.000*
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.520.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2017
.

Estas duas últimas, já com métodos de pesquisa mais apurados e portanto com uma margem de erro menor.

Torcida americana lotando o indepa em 2017 - foto Mourão Panda

Torcida americana lotando o Indepa em 2017- foto Mourão Panda

Resumindo, pra você leitor que se perdeu depois de tantos números e pesquisas, um quadro com as datas e os números aproximados descritos nas pesquisas. Lembrando que, como a margem de erro destas pesquisas é de 3% a 4%, as diferenças encontradas podem ser muito bem explicadas.

Ano Publicação Torcedores
1965 Estado de Minas 45.000
1971 Placar 60.000
1993 Placar 30.000
1996 Hoje em Dia 80.000
1998 Lance! 20.000
2001 Lance! 43.000
2004 Lance! 56.000
2004 Hoje em Dia 100.000
2008 Datafolha 20.000
2010 Lance! 26.000
2014 ESPN 68.000
2016 Giga/ Datafolha 50.000

A conclusão a que podemos chegar é que a torcida não variou tanto assim ao longo da sua história. O resultado encontrado em 1965 é quase o mesmo que o encontrado em 2016. Obviamente que, como as populações aumentaram, o percentual diminuiu, mas a resistência continua a mesma!

Um brinde a estes abnegados! Vai, Coelhão!

Sérgio Tavares
twitter.com/stsalviano


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