Decadentes #183 – América 2×2 Guarani (Campeonato Mineiro 2019)

Partidinha chata, mas o programa foi bom. Participação especial do Alex e do João Luiz, torcedores do Guarani!

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Decadentes #182 – Cachorrada 3×2 América (Campeonato Mineiro 2019)

E perdemos pra cachorrada mais uma vez. Gols Ridículos , Matheusinho Expulso, Jussani naquele naipe.

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Decadentes #181 – América 2×0 Tupynambas (Campeonato Mineiro 2019)

Programa especial em homenagem ao dia das mulheres! Rayssa, Mel, Eduarda e Dona Zuzu deixam esses Zé ruelas dos decadentes no banco e assumem a titularidade!

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Reivindicando o espaço americano na mídia

Na última sexta-feira de fevereiro, fui surpreendido com a morte de uma velha amiga. O Colunista do América nos Diários Associados (Superesportes e Estado de Minas) Paulo Vilara se despediu dos americanos em sua coluna, informando que por motivos pessoais não mais a escreveria.

A esse amigo nunca conhecido pessoalmente que é o Paulo Vilara só tenho a agradecer pelos anos de dedicação ao América e pela eterna luta nas trincheiras que é manter o América vivo na imprensa. Quando em um espaço livre e diverso como a Internet já é difícil manter a chama acesa, nas máquinas editoriais deve ser ainda mais complexo.

Suas colunas não guardavam o monopólio da verdade, como um certo companheiro carioca do Superesportes, mas o germe da dúvida e a argumentação coerente, o que engrandecia seu texto. Quando discordei, ainda assim entendi seus pontos de vista e suas colocações. Fica o elogio desse grande colunista e suas 364 colunas em oito anos  e a certeza de seu sucesso em qualquer empreendimento a partir de agora.

A nós, americanos, fica a preocupação com a lacuna deixada pela coluna “Da arquibancada” em relação ao espaço do Coelhão e torço muito para que eu esteja enganado e nesta sexta-feira haja uma nova coluna americana. Não ficou claro em nenhum momento que nosso espaço continua vivo, o que é muito importante para nós! Espero sinceramente que esta coluna consiga chegar aos senhores Álvaro Duarte e Bruno Furtado, editores respectivamente do Estado de Minas e do Superesportes.

Para o americano, qualquer espaço nas mídias tradicionais é um cabo de guerra, pois sabemos que todo espaço tirado de nós é dado a nossos rivais. Eles, que já tem tanto espaço e onde qualquer idiotice estilo “Piscininha, amor” aparecem com destaque. Se um deles tivesse um time feminino campeão como o nosso foi, por exemplo, certamente teria mais destaque, o que facilitaria a permanência de patrocinadores.

Não se trata de uma “síndrome de vira-lata”, mas da constatação legítima de que somos parte do público consumidor dos meios de comunicação. O futebol é um dos últimos prazeres legitimamente analógicos que restam, pois nenhum Barcelona e Real Madrid televisionado consegue transmitir uma torcida vibrante e cantando ao seu lado. Da mesma forma, a mídia impressa ainda guarda em si o prazer íntimo da leitura da coluna do seu time enquanto toma um café ou a alegria do pôster impresso após um título. Mesmo o meio digital traz a alegria da pequena vingança em mandar um link com o título de uma vitória para aquele seu amigo cruzeirense ou atleticano.

Enquanto isso não acontece, vamos tocando daqui esse espaço americano que é o Decadentes. Somos poucos, mas representamos uma torcida resistente, tradicional e que merece respeito. A cada dia, cavando mais uma trincheira.

Grande abraço a todos!

Créditos da foto de capa: Mourão Panda(@photompanda)/América MG

 

Decadentes #180 – Juventude 2×1 América (Copa do Brasil 2019)

Desclassificação ridícula pro Juventude!

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Decadentes #179 – Boa Esporte 1×2 América (Mineiro 2019)

Pela 8ª rodada do Campeonato Mineiro 2019, o América foi na terra dos ETs e venceu o Boa por 2 x 1. Teve polêmicas, gols de substituto e Fernando Leal assistindo o gol deles.

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Por que?

Por que com o América?

Por que quando quase perdemos 21 pontos no caso Eduardo nunca se achou um culpado e muito menos este foi punido?

Por que insistimos nas velhas soluções para novos problemas?

Por que sempre perdemos o bonde da história, desde a recusa ao profissionalismo?

Por que perdemos um técnico no meio de um campeonato para um rival?

Por que esse técnico não foi substituído a altura?

Por que perdemos um mês de pré temporada durante a copa?

Por que deixamos alguém “realizar seu sonho em voltar a ser técnico” com o Drubcsky?

Por que repetimos o erro em deixar alguém “realizar seu sonho em voltar a ser técnico” com o Adílson Batista?

Por que montamos um time a base de empréstimos com taxa de vitrine baixíssima, sendo que jogávamos uma série A?

Por que a permanência do Serginho não foi viabilizada com algum empresário amigo, sendo que para trazer os encostos de outros times sempre se acha uma alma boa?

Por que insistir em um armador bichado e trazer um reserva que fez apenas um jogo?

Por que manter os mesmos atacantes que foram ineficientes no fraco campeonato mineiro?

Por que nosso mais bem pago jogador amarelou para bater um penal em seu ex-clube?

Por que o Luan bateu aquele pênalti “na boleiragem” , ao contrário de um pênalti de segurança?

Por que um atacante perde um gol na cara em um jogo de vida e morte?

Por que apoiar um conjunto de dirigentes que tem a cabeça no passado e teme o futuro?

Por que continuar torcendo pra esse time, o América Futebol Clube?

Essa eu sei. Continuo torcendo pois ali está consagrado o que eu sou, meu amor, minha vontade e minha alma. Sou americano e nenhum desses porquês me fará menos. Como disse Mário Quintana, “Eles passarão, eu passarinho”. O América um dia passarinhará desses abutres.

“Por falta de um prego, perdeu-se uma ferradura. Por falta de uma ferradura, perdeu-se um cavalo. Por falta de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro. Por falta de um cavaleiro, perdeu-se uma batalha. E assim, um reino foi perdido. Tudo por falta de um prego.”

 

Crédito da Imagem da capa: Mourão Panda(@photompanda)/América MG

Carta ao Jogador do América

Companheiro em armas,

Escrevo a você às vésperas de nosso jogo contra o Fluminense. Sou um torcedor do América Futebol Clube, time portador da cor Esmeralda-Esperança e vivo a vida desse clube.

Queria dizer em primeiro lugar, que independente do que aconteça domingo, a torcida agradece a você a melhor campanha em Série A que já fizemos. Nunca chegamos, na era dos pontos corridos, a ter a possibilidade de fazer contas na última rodada para nossa permanência e muito menos dependermos apenas de nós mesmos. Somos emotivos, mas quando o julgamento da história acontece, somos justos e fieis a quem nos deu seu sangue.

A sua história de vida eu sei. Você já teve seu futebol questionado e já tentaram convencê-lo que o futebol não era pra você. Você teve lesões que colocaram em dúvida sua carreira e suas próprias escolhas. O Clube em que você está espelha esta história.

Desde que os meninos se reuniam em uma gameleira na Alvares Cabral com Espírito Santo em 1912, o América foi muitas vezes questionado em sua existência. Afinal, como pode esse clube existir em uma cidade que já contém outros dois clubes de maior torcida. Um disse que iria nos fechar, outro que iria nos absorver. Como você, persistimos em nosso sonho. Sofremos lesões muitas, incontáveis e contínuas. Fomos caçados pelos adversários incansavelmente. A primeira irrigação do CT onde vocês hoje treinam foi irrigada pelas lágrimas de um ex-presidente, que anos antes vendeu nosso único patrimônio, a antiga Alameda, para que continuássemos existindo.

Se domingo formos rebaixados, a vida continua. Como fênix, vamos nos reerguer pois é nossa história. Talvez você tenha estado naquela festa bonita ano passado contra o CRB.

Mas se permanecermos na Série A, meu companheiro…

Se permanecermos, estaremos fazendo história e você fará parte disso. Quando ganhamos a Série C em 2009, lembro do Euller gritar a plenos pulmões que “temos nosso lugar na história!”.  Verdade incontestável. Euller e seus companheiros fazem parte da história de um time que foi fundado por um negro quando um negro não podia nem jogar nos outros clubes da capital. Um time que lutou contra injustiças e foi excluído por três anos das competições nacionais apenas por buscar seus direitos. Fomos rebaixados ficando em 16º em um campeonato de 32 times. É uma história bonita demais e que tem um pedaço guardado pra você.

No jogo de domingo, estamos com você em campo. Acredito no seu futebol e na sua vontade. Contra nós, tudo dentro e fora do campo. Antes de entrar, faça uma oração se for de sua vontade e não se incomode com a torcida adversária. Não importa quantos sejam, nós estaremos lá com você. Nossa força será a sua. Dentro de cada camisa americana, um amor maior do que você imagina.

Somos uma torcida forjada a ferro e fogo. Se hoje somos poucos, é porque poucos resistiram a jogar o Módulo 2 do Mineiro, Série C e congêneres. Portanto, a torcida que você vê na arquibancada é o produto onde apenas os americanos mais apaixonados resistiram. Não temos vaidade e nem torcemos contra o vento. Nossa vaidade é saber que estivemos com o time sempre que ele precisou. Nenhum vento nos assusta. Somos moinhos, que usam da tempestade para cumprir seu destino.

Leve no escudo de sua camisa nosso apoio, nosso respeito e nossa união. Estaremos em fé com você naqueles 90 minutos que separam o Céu do Inferno.

Um grande abraço do seu companheiro em armas, o Americano!
Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr

O grande americano Thiago Reis (Seu Nome, Seu Bairro) recebeu o texto o interpretou. Ouçam:

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Os humilhados serão exaltados!

No evangelho de Lucas, capítulo 18, o Cristo conta uma parábola sobre dois homens que foram ao templo para rezar. O primeiro deles diz a Deus que não é como as pessoas comuns, que era um homem de bem, que jejuava duas vezes por semana e dava seu dízimo aos pobres. O segundo homem só pede a Deus a Sua misericórdia, pois ele mesmo é um pecador. Cristo diz aos seus apóstolos que irá aos céus apenas o segundo homem, porque quem se exalta, falando de seus próprios feitos, será humilhado e que o humilhado será exaltado.

Nada mais simbólico para o nosso momento do que começar essa coluna com um trecho bíblico. Se não fosse tão pouco religioso, já teria largado os livros de matemática e agarrado na Bíblia, no Alcorão, no Bhagavad-Gita ou qualquer outro tomo que oferecesse salvação.

Mas no começo da semana, chegou Givanildo, supremo profeta da simplicidade e do futebol raiz, com uma missão quase impossível de nos salvar da segunda divisão. E os humilhados do América começam a ser exaltados.

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Créditos: Mourão Panda (@photompanda) /América MG

Givanildo

O mestre dos magos sertanejo Givanildo é uma solução caseira. Pode resolver? Pode resolver. Sua maior qualidade é a simplicidade nas escolhas. Após um longo tempo, conseguimos ver no Coelhão uma escalação que realmente pareça uma escalação e não um amontoado semi-caótico de jogadores mais o Gerson Magrão. Ao escolher a formação, escala seus dois melhores zagueiros, seus dois melhores laterais e assim por diante. Sem dobras exóticas, sem profusão de volantes. Dobra de lateral com o mestre Giva só se for pra surpreender a cachorrada em final de campeonato.

A escalação contra o Inter já se mostrou diferente do desastre de trem que foi o jogo contra o Paraná. Convenhamos que o jogo já seria dificílimo se estivéssemos jogando em alto nível. Mesmo com os colorados jogando em casa e buscando um título, jogamos bem. Como disse no programa de sexta passada (Decadentes #166 – Internacional 2×0 América (Brasileirão 2018)), o futebol mostrado me deixou revoltado em pensar no tempo que perdemos com as invencionices do fã de futebol inglês Adílson Batista. Na  minha opinião, o dito cujo deveria ter sido demitido ainda em Curitiba após a vergonha contra o Furacão. Ali o time já estava perdido e confuso, tão perdido e confuso quanto seu técnico.

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Créditos: Mourão Panda (@photompanda) /América MG

Santos

O americano que ontem foi a nossa casa teve sua esperança renovada. Menos pelos três pontos conquistados do que pelo futebol demonstrado. O Coelhão demonstrou uma vontade e uma raça que estava sumida desde muito tempo atrás. Uma partida tão boa que eu e Sérgio Tavares, na resenha pós, tivemos dificuldade em escolher um Colatina que não fosse o juiz.

Entre os destaques da partida de ontem, três humilhados. Ademir, Zé Ricardo e Christian fizeram uma excelente partida, assim como Ricardo Silva contra o Inter. Para quem não se lembra (Os quatro exilados), esses quatro foram rebaixados para a equipe de aspirantes sem muita explicação. Com essa atitude, Adilson Batista tirou as “sombras” dos velhacos do plantel. Observe como o futebol de seus pares mais experientes piorou com o exílio dos meninos, que foram voltando gradativamente mas com poucas chances.

Fiquei muito feliz sobretudo com a entrada de Christian, o injustiçado dessa temporada. Nunca fez uma partida ruim no América. Sempre fez jogos bons, com poucos jogos regulares. Considero-o até mais estável que o Zé Ricardo nas atuações, embora o Zé do Coelho alterne mais em termos de qualidade, tanto para cima quanto para baixo. Mas a vontade que os quatro demonstraram em campo, correndo, roubando bolas e até os lançamentos do Zé estavam caprichados. Parabéns pra eles. A pequenez das mentes de quem nos persegue é sempre vencida pela força do trabalho e da vontade. Quem dera aquela falta no ângulo tivesse entrado.

Contas

Nos restam três partidas. O Departamento de Matemática da UFMG considera que um time com 43 pontos tem menos de 5% de chance de rebaixamento. Portanto precisamos de mais seis pontos. Considero o jogo de quarta contra o Palmeiras praticamente perdido, uma vez que poderão ser campeões na quarta, em casa,  dependendo de uma combinação de resultados. Se conseguirmos um empate já será sensacional.

Portanto, o jogo chave é o de domingo, contra o Bahia de Enderson Moreira. Se ganharmos, chegamos bem vivos ao último jogo contra o Fluminense no Rio. Fluminense que provavelmente, com uma classificação para a sul-americana, já não estará disputando nada.

Sendo assim, já rogo ao Marketing do América que mude o Futebol do Sócio que está marcado para dia 1/12 para o outro fim de semana. Com fé, precisaremos invadir o RIO!

Grande abraço a todos!

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr

Créditos da Foto de Capa: Mourão Panda (@photompanda) /América MG

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Elegia

Começo a coluna com um questionamento. De onde vem a sua americanidade?

A minha é relativamente fácil. Minha família é formada em grande parte por americanos. Pelo lado materno, meu avô era um americano apaixonado e minha avó, de ascendência italiana, era cruzeirense de quatro costados. A carteirinha dele ilustra essa coluna. A paixão dos dois dividiu os sete filhos entre as duas facções, com vantagem pro Coelhão. Minha mãe não cansa de dizer que quando me vê indo pro “Sete” quatro horas antes do jogo se lembra do pai, que pegava sua almofadinha do América e o rádio em direção a sua segunda casa. Dentre meus tios, destaco meus tios Mauro e Cacá, que me fizeram adotar o Coelhão. Em um dia de clássico América e Cruzeiro, meu tio Mauro se esqueceu do jogo e chegou em casa mais tarde, caindo na besteira de perguntar a minha vó quando havia ficado o jogo. Dona Gilda prontamente arrancou seu tamanco de madeira e bateu fortemente na cabeça dele três vezes, dizendo “Um!Dois!Três a Zero!”.

Por outro lado, meu pai nasceu em Morro do Ferro, antigo distrito de Bom Sucesso em 1935. A casa de meu pai não era ligada em futebol e quando ele veio para Belo Horizonte em 1953, chegou aqui “virgem” de time. Trabalhando como carregador no Mercado Central (para quem não sabe, local de nosso primeiro estádio!), foi convidado por um amigo atleticano para ir ao clássico contra o América. O amigo contou muita vantagem, que aquele dia seria de goleada. Tenho certeza que todos conhecem um desses. Ao chegarem ao Alameda, ocorreu o de sempre: o Coelhão sendo roubado. Dois gols ilegais foram dados ao time de Vespasiano, fazendo um 2×0 vergonhoso, o que revoltou meu pai. Decidido a torcer pro injustiçado, virou americano naquele dia. Para coroar sua decisão, o Coelhão virou aquele jogo, se não me engano para um 4×2.

Quando meu pai se casou com minha mãe, a equipe estava formada. Iam ao jogo religiosamente meu avô, meu pai e tio Mauro. Viram Jair, viram Ari, viram Zuca, viram Juca Show juntos.

 

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Créditos : Reprodução/Sportv

No dia 22 passado, perdi meu pai. Meu avô morreu quando eu era pequeno. Pelas curvas do destino, eu e meu pai americano nunca havíamos ido a um jogo do América juntos, principalmente pelo fato dele morar no interior. Realizei esse sonho no ano passado, quando fomos a Varginha juntos ver o jogo contra o Boa. Como lembrança, consegui adquirir as camisas do Bill ,que fez os dois gols daquele jogo, e do Felipe Amorim, que deu o passe pro segundo gol naquele 2×2. Talvez essa seja a lembrança recente mais bonita de meu pai.

O América é esse fio de ouro que amarra tantas vidas e tantas histórias. Que eu tenha tantas histórias bonitas pra contar no futuro como eles contaram a mim.

Grêmio

Não se iludam: o time do Grêmio que virá não é nenhuma mosca morta. Em qualidade individual, os reservas que estão vindo se igualam ao nosso time. Portanto, será um jogo duríssimo.

Além do fato de quererem mostrar serviço em época de renovação de contrato, é preciso ficar atento ao esquema de jogo. Infelizmente não é um jogo que dê pra jogar defensivamente. Precisamos ganhar.

Nosso papel é comparecer em peso e apoiar o time não importa o que aconteça. A permanência na série A também é responsabilidade de todos nós.

Grande abraço a todos e nos vemos no Independência!