Somos bipolares. Ou não?

Não estou preparado psicologicamente para ver o América ganhar de três a zero. Não só eu quanto a maioria dos torcedores do Coelhão. Prova disso são as redes sociais americanas essa semana, onde a bipolaridade esteve mais aguçada que nunca.

Enquanto uns já projetam a Libertadores 2019, outros se recobrem da mortalha da dor passada e dizem que nova queda este ano é inevitável. Acho muito cedo tanto pra um quanto pra outro.  A vitória contra o Sport foi convincente, com bom futebol jogado e com boas atuações de quase todos no time. Em que pese a fragilidade atual do Sport, o time se postou bem e com a entrada de Christian, adquirimos uma arma nova: viradas de bola bem feitas e inesperadas. Estamos muito bem servidos de volantes, posição que o futebol moderno vende como a grande ganhadora de títulos. Com características diferentes, temos hoje Zé Ricardo, Juninho, Christian, David, Leandro Donizete, Wesley e em algumas ocasiões no Mineiro, até Gerson Magrão foi improvisado como volante. Em um campeonato longo como o Brasileiro e com o esquema de jogo atual, a posição de volante tende a mudar constantemente, tanto em função de cartões quanto da necessidade de jogos específicos. Deixo aqui também meus parabéns ao goleiro Jory, revelação de nossa base, que fez uma excelente partida e ainda saiu para a Pitangui comemorar conosco. A torcida do América abraça sua base como poucas fazem, com o mesmo amor e rigor que reservamos aos nossos filhos. Tenho certeza que seu espaço já está reservado.

Futurologia

Adoro números, por profissão e por hobby, embora aqui no Decadentes o especialista seja nosso amigo Sérgio Tavares. Peço licença a ele para comentar sobre um pequeno estudo que fiz sobre a relação entre pontuação no Brasileiro Série A e prognósticos.

Minha metodologia foi relativamente simples. Atualmente o Brasil tem 7 vagas garantidas na Libertadores, sendo uma vaga oferecida ao campeão da Copa do Brasil e 6 vagas para a Copa Sul-Americana. Essas doze vagas são preenchidas com os 12 primeiros colocados do Campeonato Brasileiro. Caso o Campeão da Copa do Brasil esteja entre os 6 primeiros, o G6 se torna G7. Se isto ocorrer e o campeão da Libertadores for brasileiro e estiver entre os primeiros, temos um G8. Se além de tudo isso, o campeão da Copa Sul-Americana também for brasileiro e estiver entre os 8 primeiros, temos um G9.

Como tal situação não pode ser prevista, trabalhei com a versão básica: 6 vagas para a Libertadores e 6 para a Sul-Americana. Além disso, os campeonatos de 2003, 2004 e 2005 contaram com mais de 20 participantes, que é o formato atual. Então converti sua pontuação para o equivalente proporcional a um campeonato com 20 times. Adquiridos os resultados finais do Campeonato Brasileiro desde 2003, analisei cada situação considerando esse cenário. O gráfico abaixo demonstra as probabilidades de Queda, Permanência, Copa Sul-Americana e Libertadores conforme a pontuação no campeonato Brasileiro da Série A.

GraficoA

Probabilidades por faixa de pontuação

Além do gráfico, alguns números são interessantes. No formato atual, 62 pontos garantem uma vaga na Libertadores mesmo que apenas 6 vagas estejam disponíveis para a Libertadores. Para cada vaga nova disponibilizada, a “nota  de corte” diminui estatisticamente 2,5 pontos . Ou seja, caso exista um G8, essa nota de corte diminuiria para 57 pontos. Menos que 40 pontos estatisticamente sempre rebaixaram, embora até com 44 pontos a probabilidade ainda seja de cerca de 42%.

Portanto, os cabalísticos 45 pontos praticamente garantem a permanência na série A, pois em apenas 6,25% das vezes um time com 45 pontos caiu, mais exatamente o Coritiba, em 2009. Nos campeonatos de 2003, 2004 e 2005 caíram times com mais de 45 pontos, mas quando corrigimos a pontuação para um campeonato de 20 times, essas anomalias desaparecem.

Se fosse Enderson Moreira, trabalharia com metas de curto prazo: 8 pontos a cada 18 disputados, ou 8 pontos a cada 6 jogos. Nesse caso, teríamos 6 “mini-campeonatos” de 6 jogos, que em caso positivo, conseguiríamos 48 pontos garantindo nossa permanência  e com uma possibilidade 33,33% de uma vaga na Sul-Americana. E ainda sobrariam dois jogos dos 38 a jogar de folga.

Até a Copa teremos dois blocos de 6 jogos. O primeiro seria Sport (Casa), Flamengo (Fora), Vitória (C), Vasco (F), Ceará (F) e Botafogo (C). O segundo, São Paulo (C), Corinthians (F), Atlético Paranaense (C), Atlético de Vespasiano (C), Grêmio (F) e Chapecoense (C).

Flamengo

O jogo de sábado contra o Flamengo no Maracanã é um jogo perigoso. Como jogam em casa, são considerados favoritos, mesmo após uma sequência de tropeços no Brasileiro e na Libertadores. Provavelmente, o time da Gávea virá mesclado, poupando jogadores. É uma ótima oportunidade para que o América busque alguns pontos fora. Nossas torcidas estão se movimentando e acredito que teremos uma boa presença de americanos no Mário Filho às 19 horas de sábado.

Grande abraço a todos!

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr


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Créditos da Foto de Capa: Mourão Panda(@photompanda)/América MG

Decadentes #131 – América 3×0 Sport (Brasileirão 2018)

[Nota: com atraso excepcional e com afeto, sai o programa do último domingo editado paro feed.]

Chegou a hora! Primeiro desafio do resto de nossas vidas! Contra um adversário direto no campeonato. E começamos bem! 3×0, fora o pênalti não marcado em Luan.

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Coelhão não poderia ter tido estreia melhor na Série A

Coelho

Crédito: Mourão Panda / América

A gente sabe que a Série A vai ser difícil.

A gente também sabe que o Sport Recife é candidato ao rebaixamento, assim como nós.

Portanto, era jogo para vencer e largar na frente nessa complicada disputa.

Conseguimos. E com sobras.

Foi mérito do América a construção dos 3 a 0. O primeiro gol mostra que o time está com muita vontade de fazer bonito na elite nacional. Nos outros dois, a defesa do Sport falhou, mas o mérito continuou sendo do América. Que chute lindo – E DIFÍCIL – Carlinhos deu, não estava nada fácil aquela bola. No terceiro, Serginho consertou o passe forte de Luan, colocou a bola na frente e ganhou na velocidade, sem contar a precisão do chute.

Os destaques

Foi visível que a bola chegou mais ao ataque, certo? E uma das principais razões foi a presença de Christian, que desarma, toca e lança muito bem. Que viradas de jogo lindas ele fez durante a partida, MESMO SEM RITMO DE JOGO! Por isso saiu exaustíssimo de campo.

Eu peço a entrada dele desde o início da temporada, exatamente porque sei que ele pode fazer isso. Christian só errou uma vez, naquele lance em que Messias foi de carrinho e tirou a bola. Nota-se, ele não pode cometer esses erros na Série A.

Outra grande performance foi a de Jory. Não só nas incríveis defesas, mas principalmente nas reposições de bola. Muito mais rápidas e certeiras que as de João Ricardo, vale ressaltar. A bola caía quase sempre com os jogadores do América, coisa que não acontece com João Ricardo. Jory merece a sequência que nosso ídolo teve quando da lesão de Fernando Leal.

Serginho

Crédito: Mourão Panda / América

Serginho participou mais do jogo e foi decisivo quando necessário. Teve mais mobilidade nos lances ofensivos, com troca de passes de primeira. Os jogadores se apresentaram mais para o jogo, tanto volantes quanto atacantes, o que facilitou a troca de passes. É assim que tem que ser.

Podia ter sido de mais…

Todo mundo que prestasse um pouco de atenção à partida sabia o que Enderson deveria ter feito no segundo tempo. Após uns 10, 15 minutos, ficou evidente que Rafael Moura não daria conta de puxar os contra-ataques e segurar a bola.

Nosso técnico deveria ter posto no lugar dele um atacante de mais mobilidade, pois o América ensaiou encaixar os contra-ataques, mas não teve ninguém para fazer os gols. No banco de reservas, o único apto a fazer essa função era Judivan.

O placar também poderia ter sido maior se não fosse o árbitro. Um jogador do Sport abriu o braço de propósito e impediu que Luan colocasse a bola na frente. Isso foi claro, como mostra o vídeo abaixo. Mas, como é contra o Coelhão, aí a arbitragem pensa 10 vezes e não dá o pênalti!

Atenção, Enderson!

O placar de 3 a 0 mostra que o América aproveitou as oportunidades que teve, mas isso não pode nos cegar para os erros que aconteceram.

No primeiro tempo, o Sport errou um lançamento super fácil (o jogador tentou o passe por baixo e Messias interceptou, claramente era por cima) que deixaria um atleta na cara do gol. Fosse um time de primeira grandeza do futebol brasileiro, era gol.

No próprio carrinho de Messias, um jogador de mais qualidade teria percebido a chegada do nosso zagueiro e apenas limparia o lance. Enderson precisa entender que proteger mais a defesa nos jogos difíceis é primordial.

Que faça isso diante do Flamengo.

É hora de nosso técnico ser humilde e colocar três volantes na próxima partida (sugestão para Christian, Zé Ricardo e Leandro Donizete, se estiver bem fisicamente). Tirando Luan ou Rafael Moura, que não deve ter mobilidade para aproveitar os contra-ataques.

Começamos bem a Série A, contra um adversário direto. Mas na próxima rodada começa tudo de novo. Se o América tiver esse espírito de luta e a defesa mais firme, podemos comemorar um bom resultado diante do Flamengo. E que a nossa torcida apareça mais no estádio, pois isso ajuda demais o time dentro de campo!

Matheus Laboissière


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Sonhos não envelhecem

Na manhã deste domingo, começa um novo sonho americano, o de permanecer na Série A.

Em minha cabeça, jogos de manhã sempre trazem uma alegria simples;  a primeira vez que me lembro de um jogo de manhã foi aquela final maravilhosa de 97. Mais de 15.000 presentes no “Campo do Sete”, gol de falta do Celso e uma explosão de alegria, de camisas, de fogos, de todas as frustrações que a torcida americana  sempre viveu. Vi o jogo ao lado de Ari, ex-jogador do coelho, de muletas e sentindo os joelhos, me lembrando que o futebol cobra seu preço.  O gol de falta de Celso ainda viaja na minha cabeça, incandescente como um cometa. As lágrimas de Ari ao fim do jogo são o eterno lembrete dessa coisa bonita que é torcer pro América.

Nosso sonho em 2018 é humilde, mas difícil: Ser melhor que 4 dos 20 times que compõe a primeira divisão do futebol brasileiro. A quem gosta de números, cabalísticos 45 pontos nos separam do sonho. Estou mais otimista para 2018 do que estive nas duas últimas tentativas. Ao que parece, o planejamento do América está em ordem para esse ano. Ou pelo menos, mais em ordem do que estava. Temos um elenco equilibrado e compatível com as restrições financeiras, em que me agrada muito essa mescla de jovens e experientes. Temos um técnico que, embora divida opiniões,  tem capacidade pra ser técnico na Série A.  Se o futebol do time do Enderson não é vistoso, é preciso que seja objetivo.

Jogamos contra o Sport, que em teoria disputa conosco o escape do rebaixamento. Acredito na vitória. Uma vitória na abertura do campeonato é ótima pra melhorar o ambiente, além do fato de que cada 3 pontos são preciosíssimos em um campeonato de pontos corridos.

Mineiro x Brasileiro

Apesar do otimismo, a preocupação que tenho se deve ao fato de que o time não foi posto à prova em condições mais parecidas as que teremos na Série A. No Mineiro, contra os times do interior, jogamos com a obrigação de propor o jogo, situação que raramente encontraremos, a não ser contra times da prateleira de baixo e em casa. Na maioria das vezes, jogaremos em uma proposta mais defensiva. Os três jogos contra a turma que usa camisa de presidiário, sinceramente, não levo em conta em função da excessiva interferência externa. E contra as meninas azuis, entendo que a comparação é complicada, pois o elenco Smurf é bem mais qualificado que o nosso. E ainda assim, foi um jogo em que poderíamos ter saído com a vitória.

Penso muito no Corinthians, do Fábio Carille, que começou seu trabalho com uma proposta semelhante. Com humildade e Rodriguinho regulando, conseguiu muito mais do que se propunha originalmente. O elenco do Corinthians era extremamente limitado e ainda assim, o time deu liga e de 3 em 3 pontos, conquistou o campeonato. Mesmo sabendo da diferença de orçamentos e elencos, acredito que conseguiremos ser melhores que pelo menos 4 times. A tática do Enderson é paciente, calma e até por vezes irritante. Mas como a água que faz ceder a pedra, precisamos acreditar no trabalho.

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Foto:Mourão Panda(@photompanda)/América

Gente nova no CT

Para o Campeonato Brasileiro, teremos quatro novidades: Judivan, Ademir, Ricardo Silva e Leandro Donizete. Judivan é a maior das interrogações. Como tenho dito no programa, 2018 é o ano de retomada em sua carreira. Futebol ele já provou que tem. O que não teve na carreira foi saúde. Assombrado por contusões, retorna da mais grave delas. Se voltar bem, fará a diferença. Ademir fez um belo campeonato mineiro pela Patrocinense e no nosso jogo de estreia já o tinha elogiado. Rápido  e bom de passe. Ricardo Silva vem preencher a vaga de quinto zagueiro do elenco, mas sinceramente não conheço seu futebol para emitir um parecer. Fez parte da zaga que rebaixou o Atlético Goianiense, mas não sei de sua participação efetiva. Já Leandro Donizete é uma escolha estratégica, pois pode cumprir papel duplo dentro e fora de campo. Há muito tempo eu digo que Zé Ricardo precisa de um Rafael Lima. Explico: Messias melhorou muito seu futebol tendo um zagueiro experiente do seu lado, que deu confiança a ele para trabalhar sua saída de bola e seus desarmes. Zé Ricardo, com um companheiro que forneça confiança e experiência pode render mais. Fora de campo, um jogador rodado como ele mantêm o grupo alerta, inquieto e ativo. Que não deixe o temperamento subir e sofra com os cartões e expulsões que marcaram algumas de suas fases. A maturidade é a mãe da parcimônia.

Além disso, a volta de Matheusinho é esperada para mês que vem. Após um longo período parado, volta como interrogação, mas espero um bom futebol dele. O time de 2018 parece estar mais estruturado para absorver seu talento

Coluna Social

Aproveito essa coluna para mandar felicitações ao excelente casal que se casa essa noite, Walisson e Nayara. Walisson, companheiro de programa e de colunas, convenceu a Nayara, simpatia em pessoa,  a viverem uma vida juntos. Querida Nayara, casar com um americano e pior, fanático, é provação para uma vida inteira. Americano fanático é um pleonasmo, porque os não-fanáticos desistiram desse time muitos anos atrás. Tenha certeza que uma pessoa que é capaz de amar assim, também será capaz de dividir esse amor com você. Quando me casei, disse a minha esposa que eu tinha dois amores na vida, ela e o América. Enquanto um não reclamasse do outro, tudo estaria bem. Como o América não reclamou dela, acredito que ela se resignou a não reclamar dele também. Mesmo quando chega uma camisa nova pra sempre crescente coleção. Nossa loucura pelo América é parte do que somos. Continue indo com o Walisson aos jogos, porque amor com amor produz amor infinito.

Um grande abraço a todos e vamos encher o “Campo do Sete” no domingo!

Jairo Viana
twitter.com/jairovianajr


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Crédito da foto de capa – Reprodução: Super Esportes

Somos força de primeira na Série B, mas queremos nos manter na Série A

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2017 já ficou pra trás. O América terminou a Série B como o time mais competitivo na era dos pontos corridos. Em 12 anos (de 2006 a 2017) disputamos a Série B somente 6 vezes (2010, 2012 a 2015 e 2017) mas, mesmo assim, fomos o time que mais rodadas permaneceu dentro do G4.

Superamos times como Náutico, Avaí e Criciúma que, apesar de disputarem mais vezes, não conseguiram “chegar” tantas vezes.

Série B – pontos corridos – 2006 a 2017
Equipes mais competitivas Rodadas em que permaneceu no G4 Participações Acessos
América MG 105 6 3
Vasco da Gama 95 3 3
Náutico 89 7 2
Coritiba 87 3 2
Vitória 84 4 3
Avaí 77 7 3
Ponte Preta 73 6 2
Criciúma 72 7 1
Atlético GO 70 5 2
Sport 70 4 3

Além disso, somos o 6º time que mais pontuou na Série B de pontos corridos. Superamos times como São Caetano, Vila Nova, Portuguesa, Ponte Preta e América-RN que jogaram mais vezes (ou o mesmo tanto) e não conseguiram pontuar como nós.

E, se considerarmos a média de pontos por temporada, estamos no mesmo patamar de Coritiba, Vitória e superamos o Sport.

Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Pontuação Número de participações Média
Ceará 541 10 54,10
Paraná 519 10 51,90
Bragantino 450 9 50,00
Avaí 407 7 58,14
Náutico 381 7 54,43
América MG 374 6 62,33
Criciúma 371 7 53,00
São Caetano 371 7 53,00
Vila Nova 370 8 46,25
Ponte Preta 342 6 57,00
Portuguesa 338 6 56,33
América RN 338 7 48,29
Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Pontuação Número de participações Média
Corinthians 85 1 85
Palmeiras 79 1 79
Botafogo 72 1 72
Chapecoense 72 1 72
Atlético MG 71 1 71
Atlético PR 71 1 71
Internacional 71 1 71
Vasco da Gama 204 3 68
Coritiba 199 3 66,33
Vitória 256 4 64
América MG 374 6 62,33
Sport 244 4 61
Avaí 407 7 58,14


Outra marca importante do Coelhão nessa Série B de pontos corridos é que somos o 2º melhor time visitante. O América conseguiu 43 vitórias fora de casa jogando seis anos e só perde pro Ceará (que ganhou 44 vezes fora de casa, mas precisou de 10 temporadas pra conseguir isso). Coelhão é visitante carrasco sim senhor!

Os maiores visitantes carrascos na era dos pontos corridos – série B
Equipe Número de vitórias como visitante participações média
Ceará 44 10 4,40
América MG 43 6 7,17
Paraná 40 10 4,00
Bragantino 39 9 4,33
Vila Nova 38 8 4,75
Portuguesa 36 6 6,00
São Caetano 36 7 5,14
Ponte Preta 33 6 5,50
Avaí 30 7 4,29
Atlético GO 28 5 5,60

Considerando vitórias como um todo, dentro e fora de casa, o América é TOP5. Temos 108 vitórias nesses 6 anos de participações e só estamos atrás de times que jogaram mais vezes como Ceará, Paraná, Bragantino e Avaí.

Se considerar a média de vitórias por temporada, de novo estamos no mesmo patamar do Vitória e superamos o Sport.

Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Número de vitórias Número de participações Média
Ceará 143 10 14,30
Paraná 140 10 14,00
Bragantino 125 9 13,89
Avaí 114 7 16,29
América MG 108 6 18,00
Náutico 107 7 15,29
Vila Nova 102 8 12,75
Criciúma 101 7 14,43
São Caetano 97 7 13,86
América RN 92 7 13,14
Ponte Preta 92 6 15,33
Portuguesa 92 6 15,33
Maiores vencedores da série B – em pontos corridos
Equipe Número de vitórias Número de participações média
Corinthians 25 1 25
Palmeiras 24 1 24
Atlético PR 21 1 21
Botafogo 21 1 21
Atlético MG 20 1 20
Chapecoense 20 1 20
Internacional 20 1 20
Coritiba 58 3 19,33
Vasco da Gama 57 3 19
Vitória 75 4 18,75
América MG 108 6 18,00
Sport 70 4 17,5

Mas como eu disse, 2017 já ficou pra trás. O que o Coelhão precisa agora é se superar e construir seus números na Série A. Já que estamos chegando no patamar de clubes como Vitória e Sport, agora precisamos nos manter lá, assim como eles.

Que 2018 seja o primeiro degrau dessa escada longa que ainda temos pra subir.  E os Decadentes estarão aqui pra mostrar cada passo dessa escalada! O primeiro é neste domingo, contra esse mesmo Sport que já superamos nos números da B.

Força Coelhão!

Sérgio Tavares Salviano
twitter.com/stsalviano


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Qual o tamanho da torcida do América?

A torcida do América sempre foi zuada por ser pequena, uma torcida que cabe dentro de uma Kombi. Inclusive a diretoria americana já fez uma ótima jogada de marketing usando este mote. Mas será que é isso mesmo? E será que sempre foi assim?

O Decadentes teve acesso a um levantamento do torcedor americano Rodrigo Carvalho sobre diversas pesquisas feitas ao longo do tempo e podemos ver um pouco destas transformações.

Mas antes, começando na época do Deca Campeonato, uma época de futebol amador em que nem arquibancadas existiam nos campos onde os jogos eram disputados. A torcida, que eram os sócios do clube, levava cadeiras de armar e assistia os jogos ali, ao lado do campo. Mas, com certeza, foi em decorrência dessa época, com conquista do Deca pela equipe americana, que fomos vencedores da chamada Taça Líder em 1930.

A Taça Líder era um concurso de popularidade feito pelo Jornal Folha da Noite. As urnas ficavam espalhadas por varias regiões de Belo Horizonte, como bares, farmácias, etc. Qualquer pessoa podia votar. Em 1930 nosso Coelhão foi eleito pela população da cidade como o time mais simpático.

Foto de página da Enciclopédia do América de Carlos Paiva com parágrafo e foto da Taça Líder

Foto de página da Enciclopédia do América de Carlos Paiva com parágrafo e foto da Taça Líder.

Até a década de 50, se nossa torcida não era a maior, com certeza disputava palmo a palmo com o Atlético a paixão da maioria dos belo-horizontinos. Era a época do Clássico das Multidões. Mas, será que trazido para números de hoje, estas multidões eram assim tão grandes? A sensação era de que éramos hegemônicos. Será que éramos mesmo?

Aí, em meados de 65, temos outra pesquisa, agora feita pelo jornal Estado de Minas, mas seguindo a mesma dinâmica daquela feita em 1930. Urnas foram espalhadas em vários pontos da capital e, dessa vez, também em algumas cidades do interior. Para se votar era necessário comprar a cédula. Foram computados quase 700 mil votos e o resultado foi este abaixo:

Estado de Minas, em 02 de julho de 1965:

1º Atlético:   344.374 votos – 54,1%
2º Cruzeiro:   169.897 votos – 26,7%
3º América:     44.673 votos – 7,0%
4º Siderúrgica: 32.122 votos – 5,1%
5º Vila Nova:   19.912 votos – 3,1%
6º Democrata:   10.338 votos – 1,6%
7º Guarani:      8.515 votos – 1,3%
8º Uberlândia:   4.144 votos – 0,7%
9º Renascença:   2.663 votos – 0,4%

Já dá pra ver que nosso tamanho se parece mais com o que temos hoje em dia do que nas lendas do Clássico das Multidões, né?

Em seguida, chegando na década de 70, finalmente temos pesquisas feitas com metodologia científica de amostragem. Agora não se trata mais de números absolutos, em contraponto, agora temos mais rigor nas avaliações. Em 71 a revista Placar publicou a pesquisa do Instituto Gallup em Belo Horizonte.

Revista Placar, edição nº 94, de 31.12.1971:

1º Atlético: 43%
2º Cruzeiro: 42%
3º América: 5% – 60.000*
Outros: 1%
Nenhum: 9%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 1.255.000 habitantes  conforme dados do IBGE 1970.

Repare que os números absolutos, aqui estipulados através do que o IBGE pesquisava na época, estavam bem próximos do que tinha sido demonstrado na pesquisa anterior do jornal Estado de Minas (60 mil e 45 mil).

A seguir, pulando pra década de 90, com os grandes clubes brasileiros já massificados pela televisão, temos três pesquisas feitas. A primeira encomendada pela Placar em 93, agora em toda a região metropolitana e feita pelo Ibope.

1º Atlético: 38,5%
2º Cruzeiro: 37,9%
3º Flamengo: 5,1%
4º Vasco: 1,8%
5º São Paulo: 1,2%
6º América: 0,9% – 30.000*
7º Botafogo, Corinthians, Grêmio, Internacional e Santos: 0,3%:
Nenhum: 9,3%
* Considerando a população da Região Metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 3.500.000 habitantes conforme dados do IBGE 1990.

A segunda, encomendada ao Instituto Perfil pelo Jornal Hoje em Dia, em 1996, e apenas na cidade de Belo Horizonte.

1º Atlético: 39,9%
2º Cruzeiro: 34,3%
3º América: 4 % – 80.000*
Outros: 0,7%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.100.000 habitantes  conforme dados do IBGE 1990-2000.

E a terceira, feita pelo Ibope, publicada pelo jornal Lance!, em 1998, de novo, na Região Metropolitana:

1º Cruzeiro: 26%
2º Atlético: 16%
3º América: 0,5% – 20.000*
Outros: 22%
*Considerando a população da região metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 4.200.000 habitantes conforme dados do IBGE 2000.

Nestas 3 pesquisas temos uma grande variação, de 80 mil em 96 pra 20 mil em 98. Mas isso não significa necessariamente um retrocesso, pois está dentro da margem de erro da pesquisa.

E então chegamos no século XXI e temos uma profusão de pesquisas. O jornal Lance! encomendou ao Ibope duas pesquisas, uma em 2001 e outra em 2004. Ambas na Região Metropolitana de BH. Veja os resultados:

2001:
1º Cruzeiro: 46%
2º Atlético: 35%
3º América e Vasco: 1,0% – 43.000*
Nenhum: 15%
Outros: 2%
*Considerando a população da região metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 4.350.000 habitantes conforme dados do IBGE 2000.

2004:
1º Cruzeiro: 32,8%
2º Atlético: 16,9%
3º Flamengo: 8,4%
4º Corinthians: 4,7%
5º América: 1,1% – 56.000*
Outros: 23,5%
*Considerando a população da região metropolitana de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 5.100.000 habitantes conforme dados do IBGE 2000-2010.

De novo, temos números mais próximos daqueles apresentados nas décadas de 60 e 70.

Em seguida, no mesmo ano de 2004, temos uma pesquisa do Jornal Hoje em Dia, encomendada ao Instituto Nexus e feita somente em Belo Horizonte.

1º Atlético: 46,9%
2º Cruzeiro: 46,2%
3º América: 4,4% – 100.000*
4º Flamengo: 1%
5º Corinthians: 0,5%
6º Botafogo, Fluminense, Santos e São Paulo: 0,2%
* Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.300.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2000-2010.

Depois, em 2008, temos uma pesquisa feita pelo DataFolha em Belo Horizonte:

1º Cruzeiro: 38%
2º Atlético: 34%
3º Flamengo, Corinthians e Palmeiras: 1%
6º América, São Paulo, Vasco, Santos e Fluminense: menos de 1% cada. – 20.000*
11º não torcem: 23%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.350.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2010.

Em seguida, em 2010 temos a pesquisa feita pelo Ibope, publicada pelo jornal Lance! em Belo Horizonte.

Times do estado de Minas Gerais:
1º Cruzeiro: 30,5%
2º Atlético: 23,6%
3º América: 1,1% – 26.000*
4º Ipatinga/ Uberaba: 0,1%

Times de outros estado:
Flamengo: 7,7%
Corinthians: 5,5%
Não torcem para nenhum time: 19,4%
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.375.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2010.

De novo uma grande variação, agora até maior, de 100 mil em 2004 pra 20 mil em 2008. Mais uma vez, números que estão dentro da margem de erro das pesquisas.

E finalmente, chegando na década atual temos as duas últimas pesquisas. A primeira, de 2014, feita pela Pluri Consultoria, encomendada pelo Blog do Gustavo Hoffman da ESPN, com o resultado já em números absolutos:

Cruzeiro: 6.867.000
Atlético: 4.776.000
América: 68.000

E a segunda feita quando da eleição para prefeito na capital em 2016. Os institutos Giga e Datafolha fizeram pesquisas de intenção de voto e aproveitaram para perguntar qual o time do eleitor. Obviamente que a pesquisa foi feita somente em Belo Horizonte.

Cruzeiro 36% a 40%
Atlético 33% a 38%
América 2% – 50.000*
*Considerando a população de Belo Horizonte nesse período de aproximadamente 2.520.000 habitantes  conforme dados do IBGE 2017
.

Estas duas últimas, já com métodos de pesquisa mais apurados e portanto com uma margem de erro menor.

Torcida americana lotando o indepa em 2017 - foto Mourão Panda

Torcida americana lotando o Indepa em 2017- foto Mourão Panda

Resumindo, pra você leitor que se perdeu depois de tantos números e pesquisas, um quadro com as datas e os números aproximados descritos nas pesquisas. Lembrando que, como a margem de erro destas pesquisas é de 3% a 4%, as diferenças encontradas podem ser muito bem explicadas.

Ano Publicação Torcedores
1965 Estado de Minas 45.000
1971 Placar 60.000
1993 Placar 30.000
1996 Hoje em Dia 80.000
1998 Lance! 20.000
2001 Lance! 43.000
2004 Lance! 56.000
2004 Hoje em Dia 100.000
2008 Datafolha 20.000
2010 Lance! 26.000
2014 ESPN 68.000
2016 Giga/ Datafolha 50.000

A conclusão a que podemos chegar é que a torcida não variou tanto assim ao longo da sua história. O resultado encontrado em 1965 é quase o mesmo que o encontrado em 2016. Obviamente que, como as populações aumentaram, o percentual diminuiu, mas a resistência continua a mesma!

Um brinde a estes abnegados! Vai, Coelhão!

Sérgio Tavares
twitter.com/stsalviano


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Bolão Decadentes Brasileirão 2018

BOLÃO DECADENTES BRASILEIRÃO 2018
“Ôôôôôô, o bolão voltou! O bolão voltou!”

Sim, como anunciado no programa de ontem, vai ter Bolão Decadentes Brasileirão 2018. O bolão passa a ser jogado pelo app BOLÃO, numa liga fechada só para os Decadentes. Tem pra Android e iPhone.

Acesse pelo link https://heqv8.app.goo.gl/j3Cr6qzNLwdyimir1 para baixar, instalar o aplicativo e solicitar acesso ao bolão.

A entrada não é automática. Vocês solicitam e a gente aprova. Pra evitar a presença de analkianos e marinolas, vamos aprovar cada solicitação de participação. Quem já é de casa, será aprovado facilmente, mas, se por ventura, você não receber a aprovação dentro de 24 horas, grita nóis, seja pelo grupo do Whats, mensagem no Facebook ou DM do Twitter, que a gente verifica o que aconteceu.

Pode convidar papai, mamãe, irmãos e papagaio? Pode, desde que sejam genuinamente americanos.

Como funciona?
A cada rodada você poderá entrar no app para apostar no placar do jogo do Coelhão. Você verá os dois times e os botões de + e  (mais e menos) para incluir o placar. Pronto, está apostado. Não precisa enviar, salvar, nem nada. Até o horário limite das apostas, sempre 5 minutos antes do início de cada partida, você pode voltar no app e alterar o placar apostado.

A pontuação é bem simples. Os critérios são placar do mandante, placar do visitante e resultado do jogo. Cada um vale 1 ponto. Quem acerta o placar exato, ganha 3 pontos:
– 1 ponto para o placar do mandante;
– 1 ponto para o placar do visitante;
– 1 ponto pelo acerto do resultado da partida (V / E / D).

Quem não cravar exatamente o placar, leva um ponto para cada acerto.

O prêmio?

Não sabemos… mas vai ser alguma coisa legal, como sempre é. No mínimo uma abraço de Sergio Tavares está garantido.

Vão e entrem! Como o pedido de entrada tem que ser aprovado, não deixem para a última hora, nesta primeira rodada.

Vão, palpitem e…[spoiler]…a primeira rodada é 5×0.


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Decadentes #130 – Brasileirão 2018: Expectativas e Especulações

Tá chegando! Brasileirão 2018!

Há muito tempo a torcida americana não chega à Série A com tanta expectativa de um bom campeonato.

CONVIDADO: FILIPE DE LEUCAS, LUCAS FRANÇA E THALES MACIEL


Download MP3 – Clique com o botão direito do mouse e escolha Salvar como / Save As

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Mercadão

foto da seção de frutas, verduras e legumes de um supermercado.

Estamos a uma semana do início do Campeonato Brasileiro e as tão esperadas contrações, ainda nada. Após a desclassificação da equipe no Campeonato Mineiro, apenas o atacante Ademir foi contratado. Esse, por sinal, uma aposta que vai fazer de tudo para alavancar sua carreira, pois tem no nosso América a grande chance.

Alguns vão pensar, mas e o Judivan? Devemos lembrar que o Judivan chegou entre as semifinais do Mineiro. Apenas foi anunciado posteriormente. Na minha humilde opinião, poderá ser um dos nossos destaques.

E quais jogadores estariam disponíveis no mercado? Quem não está sendo aproveitado em seus times?
Realizei uma pesquisa nas equipes que participam das três principais divisões do Campeonato Brasileiro e atletas sem contrato. Certamente, os jogadores citados que pertencem à clubes da Série A, são jogadores que não estão sendo bem aproveitados em seus elencos. Pois bem, vamos aos nomes e uma rápida descrição do jogador:

ZAGUEIROS
Bruno Rodrigo (sem clube) : zagueiro de 32 anos, está disponível no mercado desde o início do ano. Se destaca pelo bom jogo aéreo. Tem em seu currículo dois títulos do Campeonato Brasileiro (Cruzeiro) e dois da Libertadores (Santos e Grêmio).
Juninho (Palmeiras): atleta de 23 anos, se destacou no Campeonato Brasileiro da Série A de 2015 pelo Coritiba. Foi contratado pelo Palmeiras em 2017 e não conseguiu se firmar entre os titulares. Com 1,86 m de altura, pode ser útil nas bolas aéreas.
Fred (Juventude) : jogador rodado, tem 28 anos. Se destacou também na Série A de 2015 pelo Goiás, sendo o zagueiro que mais marcou gols na competição, seis no total. Posteriormente jogou por Grêmio e Vitória, e é titular da equipe alviverde de Caxias. Destaca-se na bola aérea e nas cobranças de falta.
Outros nomes de destaque: Luan Peres (Ponte Preta, 23 anos) e Victor Ramos (sem clube, 28 anos)

LATERAIS DIREITO
Maicon (sem clube): experiente lateral de 36 anos. Campeão da Liga dos Campeões (2010/2011), Copa das Confederações (2005, 2009). Foi considerado o melhor lateral da Copa do Mundo de 2010. Em uma posição tão carente no futebol brasileiro, pode agregar muito.
Bruno (São Paulo): jogador de 32 anos. Se destacou por Figueirense e Fluminense, antes de chegar no São Paulo FC em 2015. É um jogador interessante, mas com lesões que atrapalharam nos últimos anos. Está em seu último ano de contrato com o tricolor paulista.
Leandro Silva (Ceará) : atleta que já passou pelo Coelho em 2013, e foi bem. É um jogador ofensivo. Foi titular do time do Avaí ano passado e do Figueirense em 2016. Este ano está na reserva do Ceará.
Outros nomes de destaque: Ayrton (CRB, 32 anos) e Wellington Silva (sem clube, 30 anos).

LATERAIS ESQUERDOS
Carlinhos (sem clube): lateral de 31 anos. Oriundo das categorias de base do Santos, teve seu auge no Fluminense em 2012, quando ganhou a bola de prata.
Guilherme Siqueira (sem clube) : com passagens por equipes importantes do futebol mundial como Internaziole, Benfica e Atlético de Madrid nos últimos anos. O lateral de 31 anos está sem contrato, e chegou a ser especulado pelo Corinthians.

VOLANTES
Jean (Corinthians): o jovem de 23 anos se destacou pelo Paraná, e foi contratado pelo Corinthians em 2016. Emprestado ao Vasco, no ano passado, teve ótimo desempenho, inclusive por ter sido o jogador que mais desarmou no campeonato brasileiro. Perdeu ainda mais espaço no elenco da equipe paulista, após a chegada de Ralf.
Leandro Donizete (Santos): volante de 35 anos. Destaca-se pela forte marcação. Característica importante, principalmente, em equipes que brigarão contra o rebaixamento. O Santos esteve disposto à negociar o jogador no início do ano. Foi aproveitado nos últimos jogos do Santos pelo Paulista, mas claramente não será a primeira opção de Jair Ventura. Jogador tem interesse de voltar à Belo Horizonte.
Fabinho (Internacional): volante com boa saída de bola e marcação. Chegou ao Internacional após se destacar no Campeonato Brasileiro de 2015 pelo Figueirense. Aos 31 anos, não está sendo aproveitado pela equipe gaúcha. Já jogou improvisado na lateral direita.
Outros nome: Ronaldo (Flamengo, 21 anos) e Arevalo Rios (Uruguaio, sem clube, 36 anos).

MEIAS
Regis (Bahia): meio campista articulador. Teve grande destaque na equipe do Sport em 2014. Em 2017 foi um dos destaques da conquista da Copa do Nordeste do ano passado pelo Bahia. Atualmente é reserva da equipe e tem 25 anos.
Renato Caja (sem clube): camisa 10, tem bom passe, chute de média e longa distância e tem como principal característica, ser articulador das equipes por onde passa. Está com 33 anos, e sem clube desde o início da temporada.
Nadson (Chapecoense): atleta se destacou no vice campeonato da Caldense no Campeonato Mineiro de 2015 e foi contratado pelo Sampaio Correa. Se destacou no Paraná ano seguinte, e foi contratado pela Chapecoense em 2017. Tem contrato até o fim de 2018 e se destaca por ser articulador de jogadas, driblador e ágil. Não está sendo aproveitado pela equipe catarinense no time titular.
Outros Jogadores: João Pedro (Atlético Paranaense, 21 anos), Hyoran (Palmeiras, 24 anos), Thiago Galhardo (Vasco, 28 anos), Cleiton Xavier (Vitória, 35 anos), Matheus Galdezani (Coritiba, 26 anos), Anderson (ex-Inter, sem clube, 29 anos) e Carlos Alberto (ex-Porto, sem clube, 33 anos).

ATACANTES
Clayton (Atlético Mineiro): Jovem atacante de apenas 22 anos. Vem se recuperando de cirurgia no joelho e parece que não terá chances na cahorrada. É veloz, e poderia ser uma boa opção para qualquer time da série A.
– Artur (Palmeiras): outro jovem jogador, que se destacou ano passado pelo Londrina. Tem 20 anos, e não vai ter oportunidades na equipe estrelada do Palmeiras. Jogador que parte pra cima da defesa adversária e de muita velocidade.
Nilmar (sem clube): Experiente no mundo do futebol. O jogador de 33 anos, é muito habilidoso e bom finalizador. Interrompeu a carreira no fim do ano passado por conta de depressão. Se voltar ao futebol, pode ser uma ótima alternativa. Vale lembrar, quem em uma recente entrevista, o atacante Rafael Moura disse que Nilmar, foi seu melhor parceiro dentro de campo.
Outro Jogadores: Thiago Ribeiro (ex-Santos, sem clube, 32 anos), Rhayner (Vitória, 27 anos), Hyuri (Atlético Mineiro, 26 anos), Rafael Marques (Cruzeiro, 34 anos).

CENTROAVANTES
– Lucca (Corinthians): atacante de 28 anos que foi destaque da Ponte Preta ano passado, não tem espaço na equipe do Corinthians. Pode jogar centralizado, ou pelos lados do campo. Tem boa finalização e dribla bem.
Gustavo (Fortaleza): recuperou o bom futebol no Fortaleza este ano. É um dos principais artilheiros no Brasil neste início de ano. Está emprestado pelo Corinthians, talvez a procura de um clube da série A, poderia tirar o jogador da equipe Cearense.
Outros jogadores: Cristaldo (argentino, ex-Palmeiras, sem clube, 29 anos), Ederson (Atlético Paranaense, 29 anos), Rodrigão (Santos, 24 anos), Wallyson ( ABC, 27 anos).

Bom meus amigos, é isso. Nomes no mercado não faltam. Acredito muito em nossos dirigentes e na capacidade das pessoas que cuidam da Análise e Estatísticas.
Com ou sem contrações, iremos apoiar o Coelho este ano, mas esperamos ter uma equipe forte para a Série A.

Já temos um encontro marcado no Pardal as 09h30 do domingo que vem. Então, até lá.

Rainer Radicchi
twitter.com/rainerradicchi


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Reforços pra Série A: melhor ter paciência do que contratar sem critério

América

Foto: América Futebol Clube

O tempo urge, estamos a uma semana da estreia na Série A. E já pegaremos o Sport Recife em casa, uma das importantes finais até o fim das 38 rodadas. Tenho percebido uma preocupação da torcida com a falta de reforços para a elite nacional. Até agora só chegaram Judivan e Ademir, considerados apostas, além da saída de Matheus Sales.

É verdade que virão mais atletas, mas não adianta correr contra o tempo e atropelar etapas com jogadores meia-boca ou trazer um jogador mais famoso se esperar um pouco mais significa conseguir um salário mais em conta, fruto da falta de opções para ele no mercado.

E há uma razão clara para eu defender essa tese: o time titular está montado, o que se está procurando é trazer apostas para disputar posição ou atletas para ser titulares, melhorando a qualidade do elenco.

A única posição que precisa muito de um titular, hoje, é a de primeiro volante, função que Zé Ricardo pode desempenhar se tiver a seu lado Christian ou Wesley para ajudá-lo na marcação – Juninho vai muito ao ataque e quebra essa marcação. Mas não adianta investir em destaques de estadual para essa posição, ela precisa ser mais certeira.

Ou seja, um bom desempenho do América, principalmente diante do Sport Recife e nas primeiras rodadas da Série A, não está atrelado aos reforços neste momento. O Coelhão já tem um problema, que é ter ficado duas semanas sem ao menos disputar um amistoso, o que prejudica o entrosamento e o ritmo de jogo – por que nunca investimos num joguinho?

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Foto: Mourão Panda / América

O outro risco é Enderson Moreira continuar apostando em jogadores que não mostraram muita coisa no estadual. Rafael Moura, Luan e Marquinhos não podem ser titulares contra o Sport Recife, por exemplo. Estiveram abaixo da crítica.

Portanto, levando-se em conta a necessidade de vitória e os jogadores que temos hoje, escalaria o América da seguinte maneira: Jory (Glauco); Norberto, Rafael Lima, Messias e Carlinhos; Zé Ricardo, Christian (Wesley), Serginho e Ruy, Judivan e Aylon.

Serginho e Ruy podem tentar fazer tabelas entre si e abrir espaços, sendo ajudados pelas passagens de um dos laterais, nunca os dois ao mesmo tempo. Judivan pode fazer as vezes de atacante pelo lado e de centroavante, enquanto Aylon fica mais fixo na área. Christian é bom nas viradas de jogo, o que pode quebrar a marcação adversária.

Este é o melhor time que o América já montou para a Série A dos pontos corridos, pois manteve-se uma base de 2017, embora discorde de algumas renovações, como a de Luan. Estamos mais preparados que há dois anos, mas a presença da torcida também é essencial para um início de campanha vitorioso, pois isso ajuda demais os atletas em campo. Apoio de torcedor não ganha jogo, mas ajuda na soma dos três pontos.

VAMOS AO INDEPENDÊNCIA?!

Matheus Laboissière


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